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Posts Tagged ‘Produção Cultural’

Movimento Social se contrapondo a mídia golpista:

Não aguento mais ouvir falar de palhaçadas como essa aprontadas pelo Pânico (Rede TV) contra o BBB10 (Globo). Veja o vídeo abaixo!

Um veículo é tão pior quanto o outro e ambos os programas são intragáveis.

Essa mídia é uma piada… quem tem “pena de nós” que recebemos diariamente essa batelada de besteiras travestidas de entretenimento?

Assim não dá…. Vamos protestar… liberdade de expressao com qualidade e dignidade! Faça mil favor!

Pânico invade BBB10, desmoraliza Bial e zomba ao vivo da TV Globo.

Se você acha essa mídia uma palhaçada… proteste!

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Ontem assisti o incrível filme A verdadeira história de Lena Baker (2008).

Esse drama é baseado na vida de Lena Baker, a primeira e única mulher a ser condenada a cadeira elétrica no estado da Geórgia/EUA.

No início do século 20, vivendo numa sociedade escravocrata extremamente racista Lena Baker luta para conseguir ultrapassar os desafios de sua vida.

Leda é uma mulher negra, que no início da sua fase adulta foi presa por exercer ilegalmente a prostituição. Depois de cumprir sua pena e se apegar a Deus, em meio a reviravoltas  da vida ela se vê amedrontada, ameaçada e escravizada sexualmente por um homem branco, numa sociedade em que era crime uma mulher negra viver com um homem branco.

Ao fazer sua escolha pela liberdade sente-se obrigada a tomar uma atitude mais rigorosa e ao assassinar acidentalmente seu algoz ela é hostiliza por ser negra, pobre e ex-alcoolatra. Leda foi condenada, executada  (cadeira elétrica) e, em 2005, postumamente perdoada.

Uma história recheada de dilemas morais, religiosos e éticos com muito drama. Tichina Arnold desempenha um papel forte e marcante na pele de Lena. Para quem só a conhece no seriado Everybory Hates Chris, não sabe do que essa atriz é capaz.

Não quero me alongar no comentário, mas fazia tempo que não engasgava com imagens e história tão surpreendes. Adoro cinema porque tem o dom de nos tocar intimamente.

É de causar reflexão e muita discussão, porque muitas sociedades/país ainda possuem resquícios dessa amarga e impagável história de escravidão e perpetuam em suas culturas a idéia preconceituosa e desigual de que brancos e negros são seres humanos qualificadamente diferentes e, por isso, merecem tratamento diferenciado.

O problema é que somos todos iguais, mas com nossas diversidades e, por isso, não é aceitável o racismo e/ou diferenciação que tenta desqualificar ou julgar o ser humano, seja quem for ele: negro, índio, latino, mulher, gordo, deficiente etc.

Sem dúvida, é uma história surpreendente!

Informações:

Título Original: The Lena Baker Story
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 106 min

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Quem diria, o renomado jornalista Boris Casoy é obrigado a pedir desculpas a garis ao vivo em rede nacional)

O apresentador Boris Casoy (foto) pediu desculpas aos telespectadores durante o Jornal da Band na sexta-feira passada (1/1), comentando um vídeo que vazou na internet e que mostra Casoy ridicularizando a participação de dois garis no noticiário.

“Ontem durante o programa eu disse uma frase infeliz que ofendeu os garis. Peço profundas desculpas aos garis e a todos os telespectadores”, afirmou Boris Casoy em um breve comentário.

No vídeo, que circulou na internet, após a participação de dois garis desejando votos de feliz ano novo, é possível ouvir as frases: “que m… dois lixeiros desejando felicidades do alto de suas vassouras” e “dois lixeiros, o mais baixo da escala do trabalho”.

Uma coisa é certa, se a legislação brasileira de comunicações não fosse tão defasada ou se as propostas aprovadas pela 1ª Conferência Nacional de Comunicação ja estivessem em vigor, casos como o do jornalista Boris Casoy ridicularizando a participação de dois garis no Jornal da Band seriam veemente punidos. Não podemos mais aceitar as manifestações de cunho preconceituoso ou discriminatório desferidas pela mídia brasileira que, há muito tempo, não respeita nem representa o povo brasileiro.

Quando o Lula falou que iria “tirar o povo da m…” todo os noticiários ficaram indignados, mas o que o nobre colega fez não teve metade da repercussão do Lula.

Essa mídia que tanto se mostra defensora dos cidadãos e dos direitos humanos não retratou uma linha sequer de indignação pelo infeliz fato.

Felizmente o sindicato desta categoria (SIEMACO) se mobilizou, entregou à Band o ofício  indignado com o comentário  e prontificou-se a entrar com ação civil pública. Espero que eles arranquem alguns tostões deste preconceituoso jornalista que pecou gravemente ao não ficar de boca calada. O dinheiro não paga a dignidade, mas admite a culpa e pune aquele que errou!

Se bem, que não é segredo pra ninguém a quem esse famigerado sujeito representa: a elite branca, podre e preconceituosa da nossa sociedade. Uma vergonha!

Confira nota oficial publicada no site do SIEMACO:

“Considerado um dos mais polêmicos jornalistas da televisão brasileira, o âncora da TV Bandeirantes, Boris Casoy protagonizou dia 31 de dezembro de 2009 uma cena que merece a frase que lhe deu fama: “Isto é uma vergonha”.

Sem perceber que seu microfone estava aberto, ao ver a cena de dois varredores de rua de São Paulo desejarem feliz ano novo à população, Boris Casoy comentou “que merda: dois lixeiros desejando felicidades do alto das suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho”.

Não apenas nós, do SIEMACO que representa os trabalhadores da limpeza urbana, mas a maioria dos telespectadores do telejornal da Bandeirantes reagiu imediatamente de forma negativa. Mais uma vez vimos o preconceito contra nossos trabalhadores falar mais alto e agora, vindo de um jornalista que dedica sua vida a denunciar os abusos e as arbitrariedades, a proporção desta atitude preconceituosa nos parece ainda maior.

Além disso, Boris Casoy deixou clara sua arrogância, talvez por acreditar que o seu trabalho seja mais importante que qualquer outro. Quem sabe, apesar de sua indiscutível cultura, Casoy não tenha tido a oportunidade de ler o escritor Mário Puzo afirmar que “a arrogância não é atributo dos sábios, mas dos ignorantes”.

Lamentavelmente Casoy demonstrou não dar o menor valor ao importante serviço prestado por nossos trabalhadores, humilhando-os publicamente. Ele esqueceu-se que limpeza significa saúde pública e, se nossos “lixeiros no alto de suas vassouras” não cuidassem da nossa cidade, certamente viveríamos no caos. Com certeza, podemos viver sem notícias, mas não sem limpeza.

Nesta segunda, 04 de janeiro de 2010, o SIEMACO, por seu diretor Elmo Nicácio, gari da Empresa Loga Logistica Ambiental entregou, com dificuldade, na TV Bandeirantes uma carta de repúdio ao jornalista Boris Casoy por seu comentário feito no Jornal.

No comentário o jornalista é preconceituoso com a classe trabalhadora lotada na prestação de serviços de Limpeza Urbana, ou seja, Garis, Varredores e Margaridas. Tal comentário não ofende somente esses trabalhadores, mas também toda classe trabalhadora que luta diariamente em seus empregos em busca de uma vida mais digna. Nosso trabalho é honroso pois garante a limpeza e o bem estar de todo Brasil .

Mais respeito com o trabalhador!

Isto é mesmo uma vergonha e exigimos uma retratação adequada.”


Com informações do Portal Vermelho e do SIEMACO.

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Ontem à noite zapeando os canais da TV a Cabo resolvi parar na Globo News e assitir o debate no programa Entre Aspas comandado pela jornalista Mônica Waldvogel.

O tema do debate era “Liberdade de Imprensa em Debate: Controles sobre a mídia não constituem censura?”.

Acho interessante o assunto e, para meu desespero, resolvi assitir. (Clique na imagem e confira o vídeo)

Em off com imagens excelentes e comoventes é feito uma retrospectiva da censura no Brasil e em outros países e o texto de pano de fundo diz “Apesar de estar escrita na Constituição de todos os países livres, a liberdade de imprensa ainda é questionada como valor absoluto. No Brasil, o Estadão está amordaçado por uma decisão judicial”.

A discussão inicial gira em torno da proibição do Estadão de publicar reportagens que contenham informações da Operação Faktor, mais conhecida como Boi Barrica. O recurso judicial, que pôs o jornal sob censura, foi apresentado pelo empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB/AP), que está no centro de uma crise política no Congresso.

Vamos então à luta!

Partimos do princípio de que a liberdade de expressão e de imprensa é um direito fundamental e inquestionável para a soberania e democracia brasileira.

No entanto, a jornalista Mônica ao longo do debate fazia várias investidas de que a Confecom quer o controle dos meios de Comunicação. Ela não quer passar por cima da nossa carta maior e baixar a censura no Brasil

Várias vezes ela tentou deturpar o debate dizendo que não existe informação/legislação clara sobre livre expressão do pensamento e da honra, da individualidade, da honra etc; por isso, alguns setores – leia-se movimentos sociais – querem aproveitar a brecha pra cercar os veículos de Comunicação e impor suas regras. Quem somos nós pra impor regras para as famiglias Marinho (Globo), Frias (Folha de São Paulo), Civita (Abril), Abravanel (SBT), Mesquita (Estado de São Paulo), Saad (Bandeirantes) e a Igreja Universal (Record), que controlam mais de 80% de tudo que é visto, lido ou escutado através dos meios de comunicação no Brasil. Elas produzem praticamente tudo que chega aos nosso olhos e ouvidos.

A Comunicação é um dos negócios mais rentáveis do mundo, por isso, o debate não era para discutir a liberdade de imprensa e de expressão com qualidade informativa, responsável e cidadã. Era pra acusar os movimentos sociais impor censura!

Em algum momento do debate a conversa foi levada a questionar o que é controle público e social e dizer que “trocando em miúdos” ele quer dizer censura.

Do que a Globo e et caverna tem medo? Do movimento social tentar calar sua “voz democrática”. Vocês querem mais liberdade. A tal liberdade absoluta? Tenha dó, PelAmorDeDeus!

Queremos e precisamos discutir a informação e a produção de conteúdo com qualidade, ética e cidadão, não apenas a censura.

Qual é a pauta ora bolas!

O que está em pauta são os grandes conglomerados de Comunicação, que controlam toda as informações que chegam nas casas dos brasileiros. Isso o empresariado não quer discutir. Daí a conversa de “controle = censura” fica fácil de levar quando não queremos discutir os valores jornalísticos éticos e cidadãos.

A liberdade de expressão e de manifestação de pensamento e artística é um direito de todos. E deve ser defendida pelos jornalistas, empresariado e sociedade civil. É indiscutível. Vamos avançar neste debate!

Vamos colocar em pauta que a sociedade precisa ter acesso a todos os meios, formatos e conteúdos informativos para tirar suas próprias conclusões sozinhas, sem ajuda dos editoriais. E também não abrimos mão de sermos contra o monopólio das empresas de Comunicação, que querem ter o direito de liberdade de informar somente aquilo que elas querem ou acham que os brasileiros precisam saber.

Escamotear, deturpar, ou omitir informação não tem nada a ver com liberdade de expressão ou de imprensa. Ou tem?

Pérae…. pérae… pérae…. Já que estamos falando de liberdade. Vamos ao menos garantir o direito à fala do Schröder (vice presidente da Fenaj), que inúmeras vezes foi interrompido secamente pela colega jornalista, sem ao menos concluir sua fala, muito menos seu raciocínio.

Liberdade de quem mesmo?

A Confecom não a intenção de propor ações de censura ou de cerceamento da manifestação da expressão ou informação. Mas a censura acontece por diversos motivos. E os grandes vilões são as falhas na legislação brasileira que está ultrapassada e até mesmo a interpretação dessa mesma legislação. Além dos jogos políticos e/ou de poder existentes em nossa sociedade. Mas não podemos fazer desta discussão um bode expiatório para desqualificarmos a Confecom ou reduzir sua importância apenas à discussão do controle social. Em nenhum lugar está escrito que a Confecom quer baixar a censura patrocinada pelo governo Lula.

Mais uma vez a Globo cumpriu seu papel de dar apenas a sua versão dos fatos achando que, isso sim, é que é debate de fato.

Lamento muito que essa ofensiva tenha partido de uma colega jornalista, tão competente e respeitada como a Mônica Waldvogel.

É de dar pena a “hiperinvestida” da Globo de constantemente se posicionar contrária ao governo Lula, alfinetando a Confecom, colocando na berlinda a jornalista – e os valores éticos e jornalísticos de sempre buscar trazer à tona todas as versões dos fatos, aprendidos nos bancos universitários – e pondo em cheque a credibilidade da noticia produzida por esta empresa.

Participaram desta palhaçada chamada debate Roberto Dias, Prof. Direito Constitucional PUC/SP e Ricardo Gandour, Diretor de Conteúdo do Estadão.

A questão principal que ficou para ser respondida no final do programa era: o que é a censura e como garantir a liberdade de expressão?

Eu deixo a minha: A quem a Globo está enganando com esse discurso melindroso?

Perdoe minha indisposição:

Desculpe não conseguir organizar muito bem minha linha de raciocino ou não escolher bem as palavras. É que ontem não dormir muito bem e acordei pior ainda devido a este debate que ficou atravessado em minha garganta.

E nesses 15 minutinhos que me restam de almoço resolvi produzir um texto rápido para não deixar em branco essa indignação.

Desculpe pela falta de tato!

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DIVULGANDO:

Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital, que acontecerá entre os dias 18 e 21 de novembro, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo.

O evento será o primeiro encontro presencial do Fórum da Cultura Digital – um processo planejado para ser horizontal, coletivo, democrático, que reconhece a blogosfera e as articulações em rede como espaços fundamentais para a promoção e realização da cidadania. Ao final deste encontro, será elaborado um documento para ser entregue ao ministro da Cultura e ao presidente Lula com as bases para uma política pública de cultura digital.

Neste evento, como em todo o processo, há um espaço especial para pessoas, que, como você, se apropriaram da internet para produzir informação de relevância e promover articulações/discussões na rede. No Seminário Internacional, você poderá acompanhar mesas de debate com pesquisadores, ativistas, representantes do governo, convidados internacionais, além de atividades culturais e oficinas – a programação completa do evento no endereço www.culturadigital.br.

Se você não está em São Paulo poderá acompanhar a transmissão pelo http://culturadigital.br. Esteja a vontade para divulgar e convidar outras pessoas ou comunidades para acompanhar o evento.

Abaixo, segue também o release com mais informações sobre o seminário.

Fórum colaborativo inova para criar política pública de cultura digital

Evento internacional em São Paulo, entre os dias 18 e 21 de novembro, vai apresentar e discutir o acúmulo de debates abertos via internet para produzir as diretrizes de uma política pública de cultura digital para o Brasil

As novas tecnologias transformam a cultura e a democracia. Então, é necessário que os realizadores de cultura e os agentes políticos debatam o que fazer com esses novos meios de criar, informar e conversar, que expandem e potencializam as relações entre as pessoas. Foi para ocupar esse espaço que o Fórum da Cultura Digital Brasileira foi criado. Trata-se de um processo que reúne, em uma rede social pública e livre, gente que atua no governo, na sociedade, no mercado, na academia, para pensar o país.

Essa iniciativa pioneira, resultado de uma aliança entre o Ministério da Cultura, a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e a sociedade civil organizada, destaca-se por usar as novas tecnologias para ampliar a participação da sociedade na construção de políticas públicas democráticas, valorizando os processos, complexos, do mundo contemporâneo. O Fórum Digital, como vem sendo chamado por alguns de seus participantes, foi lançado extra-oficialmente no fim de junho, durante o Festival Internacional de Software Livre, em Porto Alegre, pela ministra Dilma Roussef.

No final de julho, em uma coletiva inédita apenas para blogueiros e gestores de Mídias Sociais, realizada durante o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE), a coordenação executiva do projeto, capitaneada pelo Ministro da Cultura, Juca Ferreira, lançou o processo oficialmente. Desde então, cerca de 2.300 internautas aderiram a uma rede social que discute novas regras e formas de incentivar o conteúdo digital brasileiro.

Para consolidar o que foi produzido até agora e colocar as pessoas em contato presencial, será realizado entre os dias 18 e 21 de novembro o Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo.

Os participantes vão acompanhar mesas de debate com pesquisadores, ativistas, representantes do governo, convidados internacionais, além de atividades culturais e oficinas – a programação completa do evento estará em breve no endereço www.culturadigital.br. Além disso, os integrantes da rede social também poderão propor atividades auto-gestionadas, em espaços abertos para isso. Uma lona de circo está sendo levantada para ser ocupada pelo futuro.

O seminário também será transmitido pela internet no endereço www.culturadigital.br.

Os debates do Fórum de Cultura Digital Brasileira estão divididos em cinco eixos temáticos: memória, comunicação, arte, infraestrutura e economia. Cada um deles conta com um curador, responsável por estimular os debates e sistematizar as contribuições e diretrizes apontadas pelos participantes.

Na rede culturadigital.br, o cidadão pode se cadastrar, criar o seu perfil e articular grupos, postar conteúdos, além de interagir com pessoas que pensam a cultura digital. Em três meses de funcionamento, o fórum já conta com mais de 2.300 participantes, 143 grupos de debate, 233 blogs, 711 posts, 649 seguidores no twitter e mais de 45 mil visitantes.

PROGRAMAÇÃO:

1ª Dia – 18/11 – 4ª feira
9h/17h
Credenciamento/ inscrição

13h/14h
Intervenção artística – tendas do hall

14h/17h
Plenária de Memória – Sala Petrobrás
Seminário de Infraestrutura – Sala BNDES
Palestrantes:
José Luiz Ribeiro Filho (Diretor de Serviços e Soluções da RNP)

Sérgio Amadeu da Silveira (Sociólogo e professor da Faculdade Cásper Libero)

 

Franklin Coelho (Universidade Federal Fluminense e Projeto Piraí Digital)
Antônio Carlos dos Santos Silva, o TC (Casa de Cultura Tainã)

 

Convidado do Governo (a confirmar)
Moderador: Diogo Moyses (Curador do eixo infraestrutura do Fórum da Cultura Digital Brasileira)

 


Ações auto-gestionadas – tendas do hall

19h/21h
Ato Inaugural e coquetel com Ministro da Cultura, Juca Ferreira, e outros ministros

2ª Dia – 19/11 – 5ª feira

9h/17h

Credenciamento/ inscrição
9h/12h
Plenária de Comunicação – Sala Petrobrás
Seminário de Memória – Sala BNDES
Palestrantes:
Angela Bettencourt (Fundação Biblioteca Nacional)
Pedro Puntoni ou Edson Gomi (Brasiliana– projeto de acervo digital da USP)
Dalton Martins (Coordenador de tecnologia social do Laboratório de Inclusão Digital e Educação Comunitária Weblab)
Geber Ramalho (Games, interfaces e acervos – UFPE)
Jomar Silva (Padrões e protocolos – ODF Alliance)
Moderador: José Murilo Jr. (Gerente de Cultura Digital do Ministério da Cultura)

Ações auto gestionadas – tendas do hall14h/17h
Plenária de Economia da Cultura Digital – Sala Petrobrás
Seminário de Arte – Sala BNDES
Palestrantes:

Patrícia Canetti (Artista digital, criadora do Canal Contemporâneo)
Bia Medeiros (Professora de arte digital da UnB, coordenadora do Grupo de Pesquisa Corpos Informáticos)

Pau Alsina

(pesquisador da Universidade Aberta da Catalunha e do IN3, na Espanha)

 

Laymert Garcia dos Santos (Sociólogo da UNICAMP)
André Vallias (Poeta e produtor de mídia interativa)
Moderador: Cicero Inácio da Silva (curador de arte digital do Fórum da Cultura Digital Brasileira)

 

Ações auto gestionadas – tendas do hall

a partir das 18h
Ação musical/ cinema – lona de circo externa

3º Dia – 20/11 – 6ª feira
9h/17h
Credenciamento/ inscrição
9h/12h
Plenária de Infraestrutura – Sala Petrobrás
Seminário de Comunicação – Sala BNDES
Palestrantes:

Jean Burgess (pesquisadora da Universidade de Queensland, na Austrália, e co-autora do livro “Youtube a Revolução Digital)
Ivana Bentes (professora da UFRJ)
Alex Primo (professor da UFRGS)
Anápuaká Muniz (Web Brasil Indígena)

Jamie King (Steal This Film)
Moderador: André Deak (curador do eixo comunicação do Fórum da Cultura Digital Brasileira)

Ações auto gestionadas – tendas do hall

13h/14h

Intervenção artística – tendas do hall
14h/17h
Plenária de Arte – Sala Petrobrás

 

Seminário de Economia da Cultura Digital – Sala BNDES
Palestrantes:

Daniel Granados (Producciones Doradas)

 

Pablo Capilé (Circuito Fora do Eixo)
Ladislaw Dowbor (Economista e professor da PUC-SP)
Ronaldo Lemos
(Professor de direito da FGV-Rio)
Juliana Nolasco (Coordenação de Economia da Cultura – MinC)
Moderador: Oona Castro

 (curadora do eixo economia do Fórum da Cultura Digital Brasileira)

 

Ações auto gestionadas – tendas do hall

a partir das 21h
Ação musical – lona de circo externa
4º Dia – 21/11 – Sábado

9h/17h
Credenciamento/ inscrição

 
9h/12h
Transmissão da sala BNDES na Sala Petrobrás
Contexto Internacional da Cultura Digital – Sala BNDES
Palestrantes:

Raquel Rennó (pesquisadora de arte digital e integrante da Associaçao Cultural de Projetos em Cultura Digital ZZZinc, de Barcelona e do International Center for Info Ethics, da Alemanha)
David Sasaki (diretor do Rising Voices)
Ivo Corrêa (Responsável pelas políticas públicas e governamentais da Google Brasil)
Alfredo Manevy (Secretário executivo do Ministério da Cultura)
Amelia Andersdotter (membro do Partido Pirata Sueco)
Moderador: Álvaro Malaguti (gerente de projetos da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa- RNP)
Transmissão da sala BNDES nas tendas do hall

13h/14h

Intervenção artística – tendas do hall
Fonte: Assessoria de Imprensa do MinC

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Ordenação de Bispa Lésbica

Vitória da diversidade sexual

A Igreja Luterana Sueca informou ter ordenado seu primeiro bispo gay. Dias antes ela passou a admitir em seu quadro (clero) o direito de formar casais homossexuais.

No domingo, Eva Brunne foi ordenada episcopisa da diocese de Estocolmo. E segundo informações da imprensa brasileira ela vive em “parceria registrada” com outra mulher. A “parceria” é um tipo de união civil entre gays suecos usada antes da legalização do casamento homossexual, o que poderá ocorrer neste ano. O casal tem um filho.

Essa iniciativa, sem dúvida, dá mostras de que a humanidade pode, quando quer, derrubar as barreiras do preconceito.

Essa ordenação é digna de aplausos porque combate todos os discursos de que negros e homossexuais são inferiores na possível, se é que existe, escala da raça humana. E valoriza a pessoa pela sua qualificação e não pela sua característica.

Para uma instituição ainda tão preconceituosa como a Igreja é um grande avanço no entendimento de que somos todos iguais perante Deus.

Hoje essa notícia rodou o mundo e, pela defesa da diversidade sexual, não poderia me ausentar de discutir e celebra-la.

Foto: Agência Estado

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Em outubro aconteceu a 2ª Conferência Municipal de Cultura de Campinas sob o tema “Cultura, Cidadania e Desenvolvimento”.

Ela serviu para tirarmos propostas de estratégias nos âmbitos Municipal, Eestadual e Nacional referente a Cultura.

Foi um trabalho árduo e democrático dos participantes (governo, sociedade civil organizada, produtores culturais independentes e empresariado) que elegeram também delegados e suplentes para a etapa Estadual.

Reunidos nos GT intitulados “Produção Simbólica e Diversidade Cultural”, “Cultura, Cidade e Cidadania”, “Cultura e Desenvolvimento Sustentável”, “Cultura e Economia Criativa’ e “Gestão e Institucionalidade da Cultura”.

Estão anexas a consolidação das propostas de estratégias aprovadas feitas na 2ª Conferência Municipal de Cultura. Esta consolidação foi feita pela Comissão Organizadora, Relatores, Delegados e Suplentes eleitos.

Parabéns para todos que apesar das diferentes opiniões (partidárias e ideológicas) deram um exemplo de que é possível democraticamente pensarmos juntos melhorias para nosso país.

Anexos arquivos:

– Propostas Municipal;

– Proposta Estadual;

– Proposta Estadual.

Conf_Mun_Cult_Cps_2009_municipal

Conf_Mun_Cult_Cps_2009_estadual

Conf_Mun_Cult_Cps_2009_nacional

 

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