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Posts Tagged ‘Cultura Digital’

O encontro que propõe #AinternetVaiPraRua levará a Cultura Digital à população que circula pela praça

cartazsemanadeculturadigital2014menor Começa hoje (26), às 14h, no Largo da Catedral, a 3ª Semana de Cultura Digital de Campinas e Região sob o tema #AinternetVaiPraRua. O encontro contará com exposições; oficinas de instalação de software livre; jogos de tabuleiro; rodas de conversas sobre Rádios Comunitárias e Internet e sobre o portal do projeto Humaniza SUS; invasão do Ônibus Hacker, entre outras intervenções urbanas.

O encontro que termina no próximo sábado (29) está cheio de novidades e interação social e digital. De quarta a sexta-feira, as atividades acontecem das 14 às 21h, e no sábado das 9 às 21h.

Diversas entidades apresentarão seus projetos, entre elas, o Comitê para Democratização da Informática (CDI), Museu da Imagem e do Som (MIS), Centro Cultural de Inclusão Integração Social (CIS-Guanabara), Jongo Dito Ribeiro e ONG Caminhando. Também haverá cobertura colaborativa online através do projeto Jovem.Com e pela Rádio Muda e outras Rádios Comunitárias da cidade.

De acordo com Andre Bordignon, membro do Fórum de Cultura Digital de Campinas, a semana será na praça pública como forma simbólica de levar a Internet para a rua. “Queremos com isso reforçar todo o potencial mobilizador que a Internet tem como ferramenta. E inspirados pelas mobilizações que estão acontecendo pelo mundo com a ajuda da Internet, estamos levando a Internet para a rua”, explica Bordignon.

O destaque fica por conta do projeto “Invasão do Ônibus Hacker” – todos os dias entre 14 e 21h – que apresentará oficinas sobre novas perspectivas de capacitação e autonomia, no que diz respeito ao financiamento de projetos (crowdfunding); que dialogam com intervenções cultural e/ou artística; que promovem a produção crítica a respeito do domínio das tecnologias digitais e novas ideias de criação de vídeos educacionais livres para a divulgação de artes manuais, como crochê.

A semana vem pra provar que é possível juntar arte, design, novas tecnologias, interação off e online, compartilhamento de ideias e projetos, trabalhos manuais, diversidade cultural, software livre e muita reflexão em plena praça pública. Além disso, o encontra acena com a perspectiva de ampliar, junto à população que circula pelo local, as discussões sobre a inclusão social e digital e a democratização dos meios de comunicação.

“A Cultura Digital em Campinas vem ficando mais visível nos últimos anos com a organização de instituições que compõe o Fórum de Cultura Digital. No entanto, a Cultura Digital já vem sendo feita há um bom tempo, principalmente na periferia de Campinas que usa a tecnologia para expor sua cultura de forma democrática através da Internet. Normalmente essa cultura que sofre preconceito pelos grandes veículos de comunicação de massa. É por isso, que a 3ª Semana de Cultura Digital quer levar essa cultura para a praça também”, expõe Bordignon.

A semana é organizada pelo Fórum de Cultura Digital de Campinas (FCDC) e a participação é gratuita e aberta a todos que desejam participar ou promover alguma interação social ou virtual no espaço.

Confira abaixo nossa programação:

PROGRAMAÇÃO

26 de março/14 (quarta-feira)

Horário

Atividade

Roda de conversa

14 às 16h Portal Humaniza SUS – exposição do portal e roda de conversa

Exposições

14 às 18h Exposição do Acervo do MIS – Museu da Imagem e do Som de Campinas
14 às 18h Exposição de atividades e objetivos do CIS Guanabara
14 às 17h Install Fest – oficina de instalação de software livre
14 às 18h Exposição das atividades do CDI Campinas de uso da internet para mobilização social

Exposições

17 às 19h Oficina de Inkscape – software editor de imagens
18 às 21h Exposição das atividades do CDI Campinas de uso da internet para mobilização social
Roda de Conversa 18h Mídia Livre, comunicação independente: por onde?

Cobertura Colaborativa Online do Teatro Arena Unicamp

Coletivo Rádio Muda, Prof. Helio Solha (Midialogia Unicamp), Jerry Oliveira (Rádios Comunitárias)

Oficina

14 às 21h Invasão do Ônibus Hacker de SP

27 de março/14 (quinta-feira)

Roda de conversa 14 às 18h Narrativas de Guerrilhas em Software Livre

Coletivo Moinho e Ninjão Zinclar

Exposições

14 às 18h Casa de Cultura Digital de Campinas – Mapa da Cultura e demais projetos
14 às 18h Jogatina Quequeré – Jogos de Tabuleiro
14 às 18h Exposição das atividades do CDI Campinas de uso da internet para mobilização social
14 às 18h Exposição do Acervo do MIS – Museu da Imagem e do Som de Campinas
14 às 18h Exposição de atividades e objetivos do CIS Guanabara

Roda de conversa

17 às 19h MOZILLA: open web e visão para o futuro da web

Roda de conversa

19 às 20h Rádios Comunitárias e Marcos Civil da Internet

Junior, Jerry Oliveira (Rádios Comunitárias), André Bordignon (CDI), TC (Tainã) e convidados online

Oficina

14 às 21h Invasão do Ônibus Hacker de SP

28 de março/14 (sexta-feira)

Roda de conversa

14 às 15h Narrativas de Guerrilhas em Software Livre

Coletivo Moinho e Ninjão Zinclar

15 às 17h CDI Campinas – Vídeo Digital, formatação das Ideias

Exposições

14 às 18h Casa de Cultura Digital de Campinas – Mapa da Cultura e demais projetos
14 às 18h Jogatina Quequeré – Jogos de Tabuleiro
14 às 18h Exposição das atividades do CDI Campinas de uso da internet para mobilização social
14 às 18h Exposição do Acervo do MIS – Museu da Imagem e do Som de Campinas
14 às 18h Exposição de atividades e objetivos do CIS Guanabara

Roda de conversa

18 às 20h Narrativas de Guerrilhas em Software Livre

Coletivo Moinho e Ninjão Zinclar

Oficina

14 às 21h Invasão do Ônibus Hacker de SP

29 de março/14 (sábado)

Roda de conversa

9 às 10h Narrativas de Guerrilhas em Software Livre

Coletivo Moinho e Ninjão Zinclar

10 às 12h Povos, Tradição e Tecnologia

Ponto a Ponto com Jardim Columbia – Região Campo Belo

Jongo Dito Ribeiro, Junior, Representantes dos Povos de Terreiro, Representantes da Associação de Mulheres/Projeto “Menino

Chorão” Jd. Columbia

Exposições

14h às 18h Narrativas de Guerrilhas em Software Livre

Coletivo Moinho e Ninjão Zinclar

9 às 13h Casa de Cultura Digital de Campinas – Mapa da Cultura e demais projetos
9 às 13h Jogatina Quequeré – Jogos de Tabuleiro
9 às 12h Inclusão Digital para Deficientes Intelectuais – ONG Caminhando
9 às 12h Divulgação do Plebiscito Popular pela Reforma Política (a confirmar)

Oficina

14 às 21h Invasão do Ônibus Hacker de SP

Oficinas

Ônibus

Hacker de

SP

  #Arte ativismo trabalhando com a temática de gênero #Oficina de streaming #Produção cultural de guerrilha #Oficina de financiamento coletivo (crowdfunding) #Oficina de Cara a Cara no Browser #Jogatina beta-Quequeré #Scraping #Crochê Livre: criação de vídeos educacionais livres e remixáveis para a divulgação de artes manuais

Programação sujeita à alteração: http://culturadigitalcampinas.org.br/3asemana/

logos-rodape

 
Serviço:

3ª Semana de Cultura Digital de Campinas e Região

Data: 26, 27 e 28 de março (das 14 às 21h) e 29 de março (das 9 às 21h)

Local: Largo da Catedral de Campinas

Site: http://culturadigitalcampinas.org.br/3asemana/

E-mail: casa@culturadigitalcampinas.org.br

Tel.: (19) 98223-1413 (Robson) / 98834-1114 – 99106-1114 (Fernanda)

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Esse post é para referenciar o Comitê para  Democratização da Informática (CDI Campinas) que conheci há alguns anos.
Faz alguns dias que estou querendo escrever sobre essa instituição, mas não encontrava tempo.
O CDI Campinas é uma organização não-governamental sem fins lucrativos que, desde 2000, promove a inclusão digital visando à inclusão social. Esse projeto integra uma rede internacional que tem como missão transformar vidas e fortalecer comunidades de baixa renda através do uso das tecnologias da informação e comunicação (TICs).
O CDI acredita que o domínio de novas tecnologias abre oportunidades de trabalho e geração de renda, permite o acesso a fontes de informação e a espaços de sociabilidade que propiciam a busca coletiva de soluções para os problemas enfrentados pelas comunidades. E sem dúvida eles estão certos!

Estamos em plena era do conhecimento onde o crescimento exponencial da Internet (acessos e compartilhamentos), em especial das mídias sociais, contribui para o avanço do campo da tecnologia da informação modificando constantemente nossa realidade social.
A Internet, além de ser uma rede de computadores é, principalmente, uma rede de pessoas que se conectam, interagem, trocam informações, ampliam suas descobertas e apresentam um potencial de mobilização muito grande.

Atuação da organização transforma a vida de muitos jovens
O CDI atua através das Escolas de Informática e Cidadania que funcionam, na maioria dos casos, em associações localizadas em comunidades de baixa renda ou no seu entorno. Mas podemos encontrar EICs nas dependências de instituições públicas ou de empresas. Suas bases são fundamentadas no projeto de disseminação e acesso à Cultura Digital.
A ONG CDI Campinas trabalha com tecnologia a serviço da cidadania, por isso, é fundamental auxiliarmos essa entidade que contribui para ampliar os horizontes dos jovens oferecendo-lhes uma oportunidade de profissionalização na área da tecnologia.
São muitas as formas de contribuir com o CDI Campinas:

  • Doação de Computadores;
  • Voluntariado;
  • Destinação do Imposto de Renda de Pessoa Física ou Jurídica (através do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente);
  • Doações em dinheiro.

O domínio da Informação e da Tecnologia (recursos tecnológicos) é essencial para alavancar o desenvolvimento social e econômico da sociedade.

Combate à Exclusão Digital
De 19 a 23 de março/12 acontece a Semana da Inclusão Digital sob o lema “Todo Mundo Pode Mais”.
Essa é uma iniciativa da Rede CDI que visa mobilizar e envolver os diferentes agentes da sociedade civil em ações voltadas direta e indiretamente para o combate à exclusão digital.

Lembro também que nossa luta por inclusão digital passa pelo direito ao acesso à informação (democratização dos meios de comunicação) e à tecnologia (Banda Larga Popular).

Endereço do CDI Campinas:
Av Nestor Castanheira, 80. Vila Industrial. Campinas/SP
Tel.: (19) 3304-5833 / (19) 3273-0626
www.cdicampinas.org.br
contato@cdicampinas.org.br

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O evento acontecerá dia 17 de setembro/11, no Centro de Convivência Cultural, para discutir internet para todos e Cultura Digital. Banda larga livre e atividades culturais

Inscreva-se já!

Arena Digital Campinas é um evento sobre Cultura Digital e um espaço para discutir a democratização da banda larga em Campinas e Região e no País com o Plano Nacional de Banda, projeto do governo federal  de universalização dos serviços de internet. É organizado pela Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, presidida pelo vereador Sérgio Benassi (PCdoB), em parceria com a IMA (Informática de Municípios Associados), Unicamp, CPqD, Ciatec, ONGs e projetos como CDI – Comitê para Democratização da Informática -, Casa de Cultura Tainã, Prouca – Programa Um Computador por Aluno, Associação Campineira de Imprensa, Jovem.Com, Sindicato dos Jornalistas, Centro de Estudos Barão de Itararé e as secretarias municipais de Educação, Cultura, Assistência e Coordenadoria da Juventude. Tem  apoio cultural da Sanasa, Agência Click Ideia e Elemídia.

O  evento reunirá especialistas, políticos, empresários e estudiosos em mesas redondas que debaterão os temas relacionados à banda larga e cultura digital, tais como Infraestrutura digital, Economia digital, Educação, Memória e Comunicação.  O intuito é trazer a sociedade civil organizada e prefeituras da RMC para as discussões das cidades digitais e também é conscientizar professores e estudantes do ensino médio e das universidades de Campinas e região, além de usuários da rede mundial de computadores,  sobre a diversidade de possibilidades abertas pelas novas tecnologias no campo da educação e do trabalho.

O Arena Digital Campinas acontecerá  no dia 17 de setembro, no Centro de Convivência Cultural. As inscrições são gratuitas. Inscreva-se já! Todos os participantes receberão certificados. Participe do Arena Digital Campinas no Facebook, no Twitter e no Youtube.

 

Programação

A programação do Arena Digital Campinas abrigará oficinas de redes sociais, tvweb, rádioweb, fotografia e música eletrônica, feira de instalação de software livre, apresentação de projetos tecnológicos e educacionais, telecentros e algumas atividades serão transmitidas ao vivo pela internet. A IMA disponibilizará um sinal de wirelless livre de 15 Mbps (Megabites por segundo). Haverá telecentros disponíveis para oficinas e navegação, mas o usuário pode levar seu laptop, tablet ou celular com conexão à rede.

As mesas redondas vão discutir Infraestrutura, Economia, Educação/Memória, Cultura e Comunicação digitais. Entre os participantes está o sociólogo e professor Sérgio Amadeu da Silveira, conselheiro do Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGI.br), um dos nomes mais atuantes na luta pela democratização da banda larga. Participam também uma das coordenadoras da Campanha Nacional – Banda Larga é um Direito Seu!, Veridiana Alimonti; o coordenador da Rede Brasil Atual, Paulo Salvador; o presidente da IMA, Pedro Ziller, e o da Ciatec, Luiz Carlos Rocha Gaspar; o presidente da RMC, Hamilton Bernardes Jr.; o coordenador do Ubuntu SP, Kemel Zaidan; os secretários de Educação e o do Esporte e Lazer de Campinas, Márcio de Andrade e Gustavo Petta; o professor da Unicamp, José Valente e a pesquisadora Cristiane Dias, do Labeurb, entre outros. (Veja programação completa)

 

Programação Dia 17

8h30 – Cadastramento – Salão de Entrada
9h30 – Abertura Oficial – Teatro Luís Otávio Burnier

10h – Mesa redonda: O que é PNBL e sua importância para o desenvolvimento nacional – Teatro LOB
Sérgio Amadeu – Conselheiro do CGI.br
Veridiana Alimonti – Inst. Bras. de Defesa do Consumidor – IDEC / Campanha Nacional da Banda Larga

11h30 – Mesa: Banda Larga e RMC: Projeto Cidade Digital – Teatro Luís Otávio Burnier
Pedro Ziller – Presidente da IMA (Informática de Municípios Associados)
Hamilton Bernardes Jr – Prefeito de Pedreira e Presidente da RMC
Marcos de Carvalho Marques – CPqD – Mapa Cidades Digitais

11h30 – Mesa: Transmissão de grandes eventos esportivos e o torcedor 2.0 – Sala Carlos Gomes
Gustavo Petta – Secretário Munic. de Esporte e Lazer
Joel Benin – Ministério dos Esportes – Copa do Mundo 2014

13h – Intervalo para Almoço

13h30 – Mesa: Banda Larga e Cultura Digital na Educação/Memória – Teatro Luís Otávio Burnier
Prof. José Valente Unicamp-Nied
Márcio Rogério Silveira de Andrade – Secretário Mun. Educação de Campinas/Prouca
Manoel Dantas – Click Ideia

13h30 – Mesa: Banda Larga e mercado digital – Sala Carlos Gomes
Luis Carlos Rocha Gaspar – presidente do Ciatec
Rodrigo Saraiva – Diretor da Elemídia
Kemel Zaidan – Coordenador do Ubuntu SP

15h30 – Mesa: Comunicação e informação na cultura digital – Sala Carlos Gomes
Guto Camargo – presidente do Sindicato dos Jornalistas de SP
Barão de Itararé
Paulo Salvador – Rede Brasil Atual

15h30 – Mesa: Cultura Digital e Sociedade – Teatro Luís Otávio Burnier
TC – Ponto de Cultura Tainã
Cristiane Dias – Pesquisadora do Labeurb-Unicamp

Oficinas nos telecentros e Galeria B:
10h – Jogos Sesc
11h e 15h – Redes Sociais
12h – Rádioweb
12h – Tvweb
10h e 13h – Foto digital
11h e 15h – Música Eletrônica
11h30 e 14h – Robótica

Exposições no Teatro de Arena:
Jovem.com
CDI -Comitê pela Democratização da Informática
Prouca – Programa Um Computador por Aluno
Agência Click Ideia
CPqD – Tecnologias
Ciatec
Ubuntu

Atividades paralelas no recinto:
Ônibus E-Gov: atendimento e serviços on line
Sanasa Móvel: Atendimento ao público
Monitoramento das câmeras do Cimcamp ao vivo

 

Campanha Nacional de Banda Larga

O Arena Digital Campinas foi incluído no roteiro da Campanha Nacional pela Banda Larga, aderida por dezenas de entidades no País. O evento será o pontapé inicial para um fórum permanente de debates sobre uma Campinas digital.

Veridiana Alimonti, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumido (Idec) e coordenadora da Campanha Nacional  “Banda Larga é Direito seu!”, que fará parte da mesa redonda sobre PNBL e Desenvolvimento, afirma que a luta dos movimentos sociais é não só democratizar o acesso à banda larga, mas oferecer um serviço de qualidade e barato. “Esta é uma bandeira estratégica para o desenvolvimento do País”.

Atualmente o serviço de internet oferecido pelo mercado deixa à desejar, primeiro por não universalizar; segundo por ser caro; terceiro por ser ineficiente. As empresas não são obrigadas a entregar toda a banda que oferecem. Por isso, o governo federal desenvolveu o Plano Nacional de Banda Larga, com intuito de universalizar o acesso, mas a pressão das multinacionais têm sido forte em favor de seus interesses lucrativos. Os movimentos sociais fizeram um manifesto: ”…É necessário que se faça uma vigília permanente para que as políticas de banda larga estejam pautadas no interesse público, o que já sofre reveses. Os rumos recentes tomados pelo governo reforçam o abandono da ideia de serviço público como concretizador de direitos e privilegia soluções sob uma lógica de mercado.”

Segundo o vereador Sérgio Benassi, presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara Municipal de Campinas, com a sociedade, as empresas e o poder público interagindo pela internet e a exigência cada vez maior deste dinamismo nos relacionamentos digitais, é preciso pensar de maneira coletiva e democrática de fazer a cidade se desenvolver neste sentido. “Campinas e região sempre foram vanguarda em tecnologia e políticas públicas. Vamos com este evento reunir as principais instituições de nossa cidade e região nesta área para ampliarmos o debate sobre  Campinas Digital e um País mais conectado”.

 

CCC é transformado em estação digital

A realização do Arena Digital Campinas no Centro de Convivência Cultural já trouxe um avanço permanente ao acesso à banda larga para os usuários do local e para a cidade.  A IMA (Informática de Municípios Associados) transformou todo o complexo formado pelos de teatros de Arena e Luís Otávio Burnier, Sala Carlos Gomes salas e galerias A, B e C, Administração, Orquestra Sinfônica, além de toda Praça Imprensa FLuminense numa estação digital. Todos os ambientes receberão cabos de fibra óptica ou wireless com acesso livre.

O acesso à banda larga abre novas possibilidades de uso dos espaços do CCC,  que poderão ser utilizados para eventos, palestras, oficinas ou cursos que exijam utilização da rede mundial de computadores.

 

Acontecerá no Arena Digital Campinas

– O presidente da IMA (Informática de Municípios Associados), Pedro Jaime Ziller, na mesa sobre Banda Larga e RMC – Projeto Cidade Digital, apresentará os avanços do plano em Campinas. A IMA será responsável pela implementação do Plano Nacional de Banda Larga na Região Metropolitana de Campinas.

– O diretor do CPqD, Marcos de Carvalho Marques, apresentará o estudo do ranking de cidades digitais no Estado e seus avanços desde 2005. O CPqD também fará uma demonstração do T-Cod, software direcionado para Educação, que está quase pronto para revolucionar o conceito de ensino nas salas de aula, levando mais interatividade entre alunos e professores. O software receberá um novo nome para chegar ao mercado.

–  O secretário de Esportes e Lazer, Gustavo Petta, debaterá com o coordenador de Comunicação da Copa 2014, Joel Benin, as transmissões de grandes eventos esportivos e a novas tecnologias utilizadas pelo torcedor  que mais interativo.

– A UCA Unicamp (Um Computador por Aluno), que tem parceria com a Secretaria Municipal de Educação, fará apresentação do projeto “Robótica na Escola”, coordenado pelo professor José Valente do Nied (Núcleo de Informática para Educação) da Universidade Estadual de Campinas. As crianças e professores poderão programar os robozinhos com os netbooks quer serão utilizados em todas as escolas infantis do município.

– A mesa sobre Banda Larga e Mercado Digital terá representantes da Elemídia, empresa de comunicação em elevadores; do Ubuntu, sistema operacional desenvolvido em plataforma Linux e do Ciatec, incubadora municipal de empresas de tecnologia. A discussão girará em torno dos novos profissionais e o desenvolvimento de tecnologias próprias e independentes no País. O pessoal Ubuntu também fará um feira de instalação de softwares livres.

 

Mais:

Ø Wirelles de 15 megabites livre em todo o Centro de Convivência.

Ø O Sesc Campinas fará oficinas de jogos educativos.

Ø A Associação Campineira de Imprensa (ACI) será responsável pela oficinal de Redes Sociais

Ø O CDI – Comitê de Democratização da Informática dará oficinas de RádioWeb e Foto Digital.

Ø A ONG E-Jovem fará oficina de TVWeb.

Ø A Aimec (Academia Internacional de Música Eletrônica) ministrará uma oficina de composição e edição de música digital

Ø O ônibus E-Gov da Prefeitura e o Sanasa Móvel estarão atendendo  ao público no dia.

Ø O Cimcamp fará transmissão ao vivo das câmaras de vigilância.

Ø Transmissão ao vivo pela internet pela Casa de Cultura Tainã e Net Comunidade.

 


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UM MARCO EM BRASÍLIA

Considerada um dos pilares da construção da democracia em qualquer sociedade, a Liberdade de Imprensa será homenageada com a construção de um Monumento em Brasília.

Idealizado pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), entidade que congrega mais de 30 mil profissionais, o Monumento à liberdade de Imprensa será uma obra com 1000 m², que deverá se transformar em mais um marco arquitetônico e cultural da Capital Federal.

Em suas dependências está projetado um espaço equipado para servir aos correspondentes estrangeiros e jornalistas brasileiros em trânsito por Brasília.

ESPAÇO PARA JORNALISTAS E COMUNIDADE


Com projeto do arquiteto mineiro Gustavo Penna, o Monumento, que abrigará a Fundação Henfil, terá Espaço Multimídia, Auditório, Estúdio de Rádio e TV, Sala para entrevistas Coletivas, Ambiente para Exposições, Museu das Comunicações e espaço onde os jornalistas terão à sua disposição equipamentos para produzir e transmitir matérias.

O complexo do Monumento à Liberdade de Imprensa pretende tornar-se um ponto de referência, não apenas para Jornalistas, que poderão ali promover cursos e palestras e expor trabalhos, mas também para a comunidade que terá livre acesso para conhecer a história das Comunicações Sociais no Brasil, seus personagens e sua obra.

PATROCÍNIO


A execução do projeto está sendo viabilizada através da Lei Federal de Incentivo à Cultura contando, até o momento, com o apoio do Governo do Distrito Federal, da Petrobrás, da Brasil Telecom, do Ministério da Cultura, da Govesa e dos Correios. Outras empresas que desejam associar seu nome ao empreendimento poderão fazê-lo, bastando para tanto contatar a FENAJ através dos telefones (61) 3244-0650 e (61) 3244-0658 ou pelo e-mail: fenaj@fenaj.org.br.

Além da cessão das dependências do centro de imprensa para realização de eventos, organização de entrevistas coletivas e exposições, a FENAJ possibilitará que cada patrocinador dê seu nome a um dos espaços físicos do monumento, expondo permanentemente sua logomarca.

Fonte: Portal Fenaj

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Bom… ainda estou em falta com as questões da Confecom Municipal de Campinas, realizada em out/2009.

Fiquei de publicar aqui, além do relato da palestra com o Caco Barcellos, as propostas enviadas à Confecom Paulista.

O Relatório com as propostas aprovadas pela 1ª Conferência Municipal de Comunicação de Campinas contou com  155 indicativos feitos pela sociedade civil, empresariado e Poder Público.

As propostas contemplam os: EIXO 1 – Produção de Conteúdo; EIXO 2 – Meios de Distribuição e EIXO 3 – Cidadania: direitos e deveres.

A Confecom Campinas apontou vários caminhos possíveis para uma outra Comunicação, baseada na democratização dos meios com respeito ao expectador/leitor/ouvinte (público) e abertura para participação pública.

Estamos confiante de que estas e outras propostas  permearão os debates na Confecom Nacional, que incia-se semana que vem em Brasília.

Confira:

Relatório Final da Confecom Campinas – Out/2009

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Estive na Confecom Paulista, mas infelizmente ainda não consegui “sentar” para postar minhas impressões sobre esse evento que está gerando uma importante discussão sobre a necessidade de democratizar as comunicações no Brasil.

È um debate irreversível, que está sendo boicotado pelo empresariado que não quer discutir conteúdo nem Comunicação como direito fundamental e informação como interesse público. Mas nós,  profissionais da comunicação, movimentos sociais organizados, não podemos nos furtar desta discussão e desta luta em prol da informação de qualidade.

Em breve postarei minhas ideias sobre o processo da Confecom SP.  Confira abaixo matéria postada no Portal Vermelho, que se configura num retrato fiél do que foi a etapa paulista;

Unidade dos movimentos marca Confecom SP

Ocorreu entre 20 e 22 de novembro a etapa estadual de São Paulo da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), fechando o ciclo de etapas preparatórias à nacional, que ocorre em Brasília, entre 14 e 17 de dezembro. Por ser a maior etapa do país, a Confecom São Paulo estava rodiada de expectativas. O governo estadual se omitiu, os empresários utilizaram poder econômico e os movimentos sociais deram aula de unidade.

210 delegados e delegadas à etapa nacional, mais de mil de propostas e dezenas de moções. Este foi o extrato objetivo da 1ª Confecom São Paulo. Entretanto, a movimentação política em torno da realização desta conferência movimentou muito mais que resoluções e delegações. A Conferência de Comunicação do estado de São Paulo foi marcada por um debate intenso sobre comunicação e democracia.

A Comissão Estadual Pró-Conferência de Comunicação de São Paulo vinha se reunindo desde fevereiro. De lá para cá, empresas se retiraram do processo, outras permaneceram até o fim, houve tentativa de alteração das regras para impedir a participação de empresas menores (como a Fórum, a Retratos do Brasil e outras), foi realizada uma riquíssima atividade preparatória, a Pré-conferência Estadual de Comunicação, entre 1 e 2 de agosto, em São Paulo (SP), além de conferências livres de diversos setores da sociedade e muitas conferências municipais.

Para Bia Barbosa, do Coletivo Intervozes de Comunicação, as demandas apresentadas pelos movimentos sociais são legítimas e necessárias: “Só pedimos uma regulação do setor das comunicações, como qualquer outro setor é regulado neste país.”

Delegação ampla e diversificada

O resultado foram 340 participantes da sociedade civil não-empresarial inscritos para a Confecom estadual, além dos empresários e do Poder Público. Mulheres, jovens, movimento negro, sindical, estudantil, cultural, pela moradia, agrário, diversas entidades que têm por tema a democratização da comunicação, conselhos e mais um sem-número de segmentos da sociedade civil organizada debateram intensamente a necessidade de se democratizar o espectro e a comunicação como um todo no Brasil, como condição para o avanço da democracia no país.

Para Marcelo Bechara, presidente da Comissão Organizadora Nacional (CON) da 1ª Confecom, o trabalho foi longo, mas produtivo. “Foram dias muito intensos, com um pico de nove Conferências Estaduais acontecendo simultaneamente, e tudo saiu como era o esperado. É uma grande vitória para uma conferência que tem tantas especificidades, características muito próprias. Passamos pelas 27 unidades da Federação com muito sucesso. Mas as etapas estaduais foram apenas o começo.”

Erundina

A principal referência do poder público na conferência, entretanto, foi a deputada Luisa Erundina (PSB/SP), reconhecida pelos movimentos sociais pela sua atuação na Comissão de Comunicação, Ciência e Tecnologia na Câmara Federal (CCTCI), e figura fundamental nas pressões pela realização da 1ª Confecom.

Além das diversas propostas apresentadas desde as etapas municipais e conferências livres, os delgados e as delegadas avaliaram também as proposições do setor empresarial, que não esteve presente nas etapas preparatórias e veio com peso significativo à conferência estadual. O tema favorito destes era redução de impostos e tributos, e chegaram a surgir até mesmo propostas de abertura total das comunicações e telecomunicações ao capital estrangeiro.

O setor do empresariado presente à Confecom virou chacota entre os movimentos sociais pela forma como garantiram a delegação. Funcionários de TVs e outros veículos participaram da conferência em troca de folgas, e ainda receberam o dia “trabalhado”. Havia participantes com o crachá verde (que identificava o setor empresarial) reclamando que não estavam entendendo absolutamente nada do que estava sendo dito, mas que ficariam até o fim para garantir o pagamento e as folgas, e ainda, de quebra, “fazer uma moral com o patrão”. Entretanto, os movimentos sociais comemoraram o fato de ao menos 20 das 84 indicações do setor empresarial terem sido de veículos “aliados” dos movimentos, como representantes da Agência Carta Maior e da Revista Fórum, por exemplo.

Diferente das outras conferências realizadas no país, na Confecom as etapas regionais não têm poder deliberativo, assim, todas as propostas apresentadas serão encaminhadas à etapa nacional, que ocorre em Brasília, entre 14 e 17 de dezembro. Entretanto, o plenário fez questão de conhecer e debater as proposições, a fim de se preparar melhor para o debate nacional e tentar dialogar os consensos possíveis.

Moções

A única votação ocorrida foi em relação às moções. Em clima de comoção, foi efusivamente aplaudida e aprovada pelo plenário a moção que deu nome à etapa estadual da Confecom: “Zumbi dos Palmares”, em referência ao Dia Nacional da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, data da abertura da atividade. Também receberam apoio vibrante algumas moções encaminhadas por entidades da sociedade civil não empresarial. A primeira, foi em repúdio ao governador José Serra, por não ter organizado por iniciativa do Poder Executivo a 1ª Confecom São Paulo (a iniciativa foi da Assembléia Legislativa do estado). Outra moção aclamada foi a de repúdio à criminalização dos movimentos sociais pelos grandes veículos de comunicação e em apoio á luta pela reforma agrária. Uma terceira, repudiava a própria metodologia da Confecom, que não garantiu o caráter deliberativo das etapas regionais. Nesta linha, diversas outras moções foram ainda aprovadas, repudiando a forma como a mídia no Brasil trata temas como: o papel da mulher e do negro na sociedade, debate acerca do aborto, imagem criminalizada dos movimentos sociais, entre outros.

A escolha das delegações foi feita por segmento. O Poder Público estadual indicou 10% dos delegados e delegadas, ocupando 21 vagas e reservou os outros 10% para o Poder Público federal. A sociedade civil empresarial indicou seus 84 delegados, que correspondem a 40% da delegação e a sociedade civil não-empresarial realizou um amplo e democrático debate para indicar de forma unitária, sem votações, os 84 representantes dos movimentos sociais que estarão na 1ª Conferência Nacional de Comunicação pelo estado de São Paulo. O debate das entidades dos movimentos sociais foi uma verdadeira aula de democracia e unidade, garantindo a escolha de critérios de representação que deram origem à lista de entidades que indicaram os delegados e delegadas.

O desafio agora é realizar a etapa nacional e encaminhar propostas que de fato possam avançar no processo de democratização da mídia no Brasil. Entretanto, a primeira vitória já foi conquistada. Para jornalista Altamiro Borges, “a convocação da 1ª Conferência Nacional de Comunicação já pode ser considerada uma grande vitória. Num curto espaço de tempo, milhares de brasileiros estão se envolvendo no debate estratégico sobre o papel da mídia na atualidade”.

De fato, a convocação da Conferência, em si, já é uma grande vitória dos setores que há muitos anos lutam pelo estabelecimento de um debate sobre a democratização da comunicação no país. O tema passa, a partir desta Conferência, a deixar de ser restrito a “especialistas”, estabelecendo um processo pedagógico, em que os movimentos sociais, por exemplo, apropriam-se do debate e tornam a comunicação alvo de bandeiras, reivindicações e debates dentro das organizações. A democratização da comunicação passa a ser uma pauta importante aos que lutam pela democracia no Brasil.

Fonte: Portal Vermelho (Luana Bonone)

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Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital, que acontecerá entre os dias 18 e 21 de novembro, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo.

O evento será o primeiro encontro presencial do Fórum da Cultura Digital – um processo planejado para ser horizontal, coletivo, democrático, que reconhece a blogosfera e as articulações em rede como espaços fundamentais para a promoção e realização da cidadania. Ao final deste encontro, será elaborado um documento para ser entregue ao ministro da Cultura e ao presidente Lula com as bases para uma política pública de cultura digital.

Neste evento, como em todo o processo, há um espaço especial para pessoas, que, como você, se apropriaram da internet para produzir informação de relevância e promover articulações/discussões na rede. No Seminário Internacional, você poderá acompanhar mesas de debate com pesquisadores, ativistas, representantes do governo, convidados internacionais, além de atividades culturais e oficinas – a programação completa do evento no endereço www.culturadigital.br.

Se você não está em São Paulo poderá acompanhar a transmissão pelo http://culturadigital.br. Esteja a vontade para divulgar e convidar outras pessoas ou comunidades para acompanhar o evento.

Abaixo, segue também o release com mais informações sobre o seminário.

Fórum colaborativo inova para criar política pública de cultura digital

Evento internacional em São Paulo, entre os dias 18 e 21 de novembro, vai apresentar e discutir o acúmulo de debates abertos via internet para produzir as diretrizes de uma política pública de cultura digital para o Brasil

As novas tecnologias transformam a cultura e a democracia. Então, é necessário que os realizadores de cultura e os agentes políticos debatam o que fazer com esses novos meios de criar, informar e conversar, que expandem e potencializam as relações entre as pessoas. Foi para ocupar esse espaço que o Fórum da Cultura Digital Brasileira foi criado. Trata-se de um processo que reúne, em uma rede social pública e livre, gente que atua no governo, na sociedade, no mercado, na academia, para pensar o país.

Essa iniciativa pioneira, resultado de uma aliança entre o Ministério da Cultura, a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e a sociedade civil organizada, destaca-se por usar as novas tecnologias para ampliar a participação da sociedade na construção de políticas públicas democráticas, valorizando os processos, complexos, do mundo contemporâneo. O Fórum Digital, como vem sendo chamado por alguns de seus participantes, foi lançado extra-oficialmente no fim de junho, durante o Festival Internacional de Software Livre, em Porto Alegre, pela ministra Dilma Roussef.

No final de julho, em uma coletiva inédita apenas para blogueiros e gestores de Mídias Sociais, realizada durante o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE), a coordenação executiva do projeto, capitaneada pelo Ministro da Cultura, Juca Ferreira, lançou o processo oficialmente. Desde então, cerca de 2.300 internautas aderiram a uma rede social que discute novas regras e formas de incentivar o conteúdo digital brasileiro.

Para consolidar o que foi produzido até agora e colocar as pessoas em contato presencial, será realizado entre os dias 18 e 21 de novembro o Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo.

Os participantes vão acompanhar mesas de debate com pesquisadores, ativistas, representantes do governo, convidados internacionais, além de atividades culturais e oficinas – a programação completa do evento estará em breve no endereço www.culturadigital.br. Além disso, os integrantes da rede social também poderão propor atividades auto-gestionadas, em espaços abertos para isso. Uma lona de circo está sendo levantada para ser ocupada pelo futuro.

O seminário também será transmitido pela internet no endereço www.culturadigital.br.

Os debates do Fórum de Cultura Digital Brasileira estão divididos em cinco eixos temáticos: memória, comunicação, arte, infraestrutura e economia. Cada um deles conta com um curador, responsável por estimular os debates e sistematizar as contribuições e diretrizes apontadas pelos participantes.

Na rede culturadigital.br, o cidadão pode se cadastrar, criar o seu perfil e articular grupos, postar conteúdos, além de interagir com pessoas que pensam a cultura digital. Em três meses de funcionamento, o fórum já conta com mais de 2.300 participantes, 143 grupos de debate, 233 blogs, 711 posts, 649 seguidores no twitter e mais de 45 mil visitantes.

PROGRAMAÇÃO:

1ª Dia – 18/11 – 4ª feira
9h/17h
Credenciamento/ inscrição

13h/14h
Intervenção artística – tendas do hall

14h/17h
Plenária de Memória – Sala Petrobrás
Seminário de Infraestrutura – Sala BNDES
Palestrantes:
José Luiz Ribeiro Filho (Diretor de Serviços e Soluções da RNP)

Sérgio Amadeu da Silveira (Sociólogo e professor da Faculdade Cásper Libero)

 

Franklin Coelho (Universidade Federal Fluminense e Projeto Piraí Digital)
Antônio Carlos dos Santos Silva, o TC (Casa de Cultura Tainã)

 

Convidado do Governo (a confirmar)
Moderador: Diogo Moyses (Curador do eixo infraestrutura do Fórum da Cultura Digital Brasileira)

 


Ações auto-gestionadas – tendas do hall

19h/21h
Ato Inaugural e coquetel com Ministro da Cultura, Juca Ferreira, e outros ministros

2ª Dia – 19/11 – 5ª feira

9h/17h

Credenciamento/ inscrição
9h/12h
Plenária de Comunicação – Sala Petrobrás
Seminário de Memória – Sala BNDES
Palestrantes:
Angela Bettencourt (Fundação Biblioteca Nacional)
Pedro Puntoni ou Edson Gomi (Brasiliana– projeto de acervo digital da USP)
Dalton Martins (Coordenador de tecnologia social do Laboratório de Inclusão Digital e Educação Comunitária Weblab)
Geber Ramalho (Games, interfaces e acervos – UFPE)
Jomar Silva (Padrões e protocolos – ODF Alliance)
Moderador: José Murilo Jr. (Gerente de Cultura Digital do Ministério da Cultura)

Ações auto gestionadas – tendas do hall14h/17h
Plenária de Economia da Cultura Digital – Sala Petrobrás
Seminário de Arte – Sala BNDES
Palestrantes:

Patrícia Canetti (Artista digital, criadora do Canal Contemporâneo)
Bia Medeiros (Professora de arte digital da UnB, coordenadora do Grupo de Pesquisa Corpos Informáticos)

Pau Alsina

(pesquisador da Universidade Aberta da Catalunha e do IN3, na Espanha)

 

Laymert Garcia dos Santos (Sociólogo da UNICAMP)
André Vallias (Poeta e produtor de mídia interativa)
Moderador: Cicero Inácio da Silva (curador de arte digital do Fórum da Cultura Digital Brasileira)

 

Ações auto gestionadas – tendas do hall

a partir das 18h
Ação musical/ cinema – lona de circo externa

3º Dia – 20/11 – 6ª feira
9h/17h
Credenciamento/ inscrição
9h/12h
Plenária de Infraestrutura – Sala Petrobrás
Seminário de Comunicação – Sala BNDES
Palestrantes:

Jean Burgess (pesquisadora da Universidade de Queensland, na Austrália, e co-autora do livro “Youtube a Revolução Digital)
Ivana Bentes (professora da UFRJ)
Alex Primo (professor da UFRGS)
Anápuaká Muniz (Web Brasil Indígena)

Jamie King (Steal This Film)
Moderador: André Deak (curador do eixo comunicação do Fórum da Cultura Digital Brasileira)

Ações auto gestionadas – tendas do hall

13h/14h

Intervenção artística – tendas do hall
14h/17h
Plenária de Arte – Sala Petrobrás

 

Seminário de Economia da Cultura Digital – Sala BNDES
Palestrantes:

Daniel Granados (Producciones Doradas)

 

Pablo Capilé (Circuito Fora do Eixo)
Ladislaw Dowbor (Economista e professor da PUC-SP)
Ronaldo Lemos
(Professor de direito da FGV-Rio)
Juliana Nolasco (Coordenação de Economia da Cultura – MinC)
Moderador: Oona Castro

 (curadora do eixo economia do Fórum da Cultura Digital Brasileira)

 

Ações auto gestionadas – tendas do hall

a partir das 21h
Ação musical – lona de circo externa
4º Dia – 21/11 – Sábado

9h/17h
Credenciamento/ inscrição

 
9h/12h
Transmissão da sala BNDES na Sala Petrobrás
Contexto Internacional da Cultura Digital – Sala BNDES
Palestrantes:

Raquel Rennó (pesquisadora de arte digital e integrante da Associaçao Cultural de Projetos em Cultura Digital ZZZinc, de Barcelona e do International Center for Info Ethics, da Alemanha)
David Sasaki (diretor do Rising Voices)
Ivo Corrêa (Responsável pelas políticas públicas e governamentais da Google Brasil)
Alfredo Manevy (Secretário executivo do Ministério da Cultura)
Amelia Andersdotter (membro do Partido Pirata Sueco)
Moderador: Álvaro Malaguti (gerente de projetos da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa- RNP)
Transmissão da sala BNDES nas tendas do hall

13h/14h

Intervenção artística – tendas do hall
Fonte: Assessoria de Imprensa do MinC

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