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Archive for the ‘Religião’ Category

101-dias-bagda

O livro “101 dias em Bagdá” é uma daquelas obras que tira o nosso fôlego e nos projeta para o tempo e espaço relatados.

Então, para apresentar este fascinante livro farei um post diferente: utilizarei a técnica jornalística de construção do Lead, que consiste em seis perguntas básicas que devem ser respondidas na elaboração de uma matéria, são elas: “O quê?”, “Quem?”, “Quando?”, “Onde?”, “Como?” e “Por que?”. Com elas é possível, de início, fornecer as principais informações ao leitor de forma concisa.

De posse desta teoria tentarei transmitir o máximo de informações sobre o instigante livro “101 dias em Bagdá”.

O quê? – o fato ocorrido:

Åsne Seierstad relatou em “101 dias em Bagdá” suas experiências jornalísticas antes, durante e depois dos ataques americanos ao Iraque.

No Prólogo Asne explica que “A guerra raras vezes pode ser captada na sua totalidade ou entendida plenamente pela reportagem de momento. Assim como uma rigorosa análise política não pode expressar a tragédia de ver um filho morto por um míssil”.

No livro ela faz um relato comovente da ditadura imposta por Saddam Hussein; o massacre promovido pelas tropas norte-americanas durante a guerra, que não poupou nem os civis e a tragédia vivida pela população pós-guerra, que esperava a desocupação do território e a tão sonhada liberdade prometida pelo governo dos EUA.

Quem? – o personagem envolvido:

Escrito pela jornalista norueguesa Åsne Seierstad, nascida em 1970. Autora da obra “O Livreiro de Cabul” e correspondente de guerra desde 1994, cobrindo diversos confrontos internacionais para os meios de comunicação escandivanos, holandeses e alemães, que lhe renderam importantes prêmios.

A jornalista não poupou adjetivos para descrever o governo iraquiano e sua política extremamente repressiva, colhendo informações da população que mesmo sem dizer muitas palavras, com gestos, posturas e olhares denunciavam a dolorosa situação vivida.

Nesta pergunta também cabe dizer também que o quem refere-se ao povo iraquiano, personagem protagonista do livro.

Onde e quando? – o local e o momento do fato:

Åsne Seierstad esteve em Bagdá, capital do Iraque, para cobrir o confronto armado entre as duas nações, EUA x Iraque, entre janeiro e abril de 2003, ou seja, por 101 dias. Daí o nome “101 dias em Bagdá”.

Por que? – a causa do fato:

Nesse  tópico eu poderia tentar explicar a causa da guerra entre os dois países. Mas o relato seria longo e não é o objetivo deste post. Então, lhe darei três motivos tirados dos relatos do próprio livro e, com isso, espero convencê-lo do porquê você deve ler “101 dias em Bagdá”.

O primeiro relato está na voz da própria autora ao explicar que:

“Não existe verdade absoluta sobre a guerra do Iraque. Ou melhor, há milhões de relato verdadeiros e, possivelmente, um igual número de mentiras. A minha tarefa, como jornalista em pleno caos bélico, não foi julgar, prever ou analisar; mas sim olhar, perguntar e contar. A minha maior vantagem foi estar ali, com meus olhos e ouvidos”. (Prólogo).

O segundo relato é uma descrição do conflito armado:

“Do quarto ao lado chegam fortes gritos e leves reclamações. Os gritos vêm de Warda, uma menina de 12 anos. As suas pernas ficaram cheias de estilhaços e levaram horas para tirá-los; agora é preciso limpar as feridas. Arde, e a menina geme e esperneia desesperadamente, enquanto os médicos seguram as suas pernas. A menina chora de dor.

Na cama ao lado está a tia de Warda,  Hanan, que dará à luz dentro de um mês. Tem uma perna esmagada, mas os médicos não querem lhe dar analgésicos, porque podem prejudicar o bebê. Hanan se contorce com dores, revira os olhos e as lágrimas inundam o seu rosto. A camisola está ensopada.

101-dias-bagda_trecho

– Ai, dói muito, dói muito! – grita.

Os gritos da mulher grávida são abafados por um grupo barulhento que entra no quarto. São enfermeiras e auxiliares entoando slogans de punhos erguidos. “Saddam Hussein, o seu nome é honra. Saddam Hussein, um dedo da sua mão vale mais que os EUA”, gritam as mulheres que começam a dançar, sapateando e batendo palmas. Os pacientes em melhor estado de saúde unem-se ao coro e fazem gestos ameaçadores com os punhos. A rádio estatal está de visita. Um homem segura um grande microfone para gravar os slogans e entrevista pacientes e equipe médica sobre a guerra, Saddam Hussein e os Estados Unidos. Alguns pacientes viram a cara quando o homem da rádio não os vê. Entreolham-se com expressões vazias, são as primeiras vítimas da guerra”. (pgs. 218-219)

E por último, um relato surpreendente sobre o real motivo da guerra:

“Não tenho certeza de que esta guerra seja justa – confessou. – Estive pensando, no deserto, no que estamos fazendo. Sou contra o terrorismo, obviamente, mas o que esses iraquianos têm a ver com o terrorismo? – disse e olhou as câmeras que estavam em cima do concreto. – Acho que tudo isto é por causa do petróleo. Já viu o caos? O único ministério que protegemos é o do Petróleo. Os outros são saqueados e queimados. Quando saímos para patrulhar, vejo que a população está mais hostil a nós. Já não somos bem-vindos. E você o que acha?

– Bom, o que ouço os iraquianos dizerem é que esperam que vocês não fiquem aqui por muito tempo.

– Isso é o que também espero – suspirou o jovem soldado. – I want to go home. Quero sair do exército. Alistar-me foi a maior estupidez que já fiz na minha vida”. (pgs. 375-376)

Com esses três motivos, espero convencê-lo a conhecer a intrigante história do povo iraquiano em “101 dias em Bagdá”, que sob o olhar de Åsne Seierstad apresenta uma nação marcada pela contradição socioeconômica: concentração de riqueza, poder e repressão pelo governo e miséria, abandono e medo da parte da população. E, independente da situação conflitante, o povo continuava mantendo um alto grau de convicção e fé no Islamismo; desavenças com os católicos e judeus e adoração ao Saddam Hussein – considerado o senhor de todas as coisas e dono de todos, um legítimo faraó.

Como? – o modo como o fato ocorreu:

Aqui darei dois exemplos: “como o livro ocorreu” e “como a guerra aconteceu”.

Segundo sinopse da Editora Record o livro ocorreu: “Da mesma forma que em “O livreiro de Cabul”, desde o momento em que chegou a Bagdá; com um visto de dez dias, a autora  estava determinada a descobrir os novos segredos daquela terra antiga e a conhecer as condições reais de vida dos iraquianos. “101 dias em Bagdá” apresenta ao leitor a vida cotidiana sob a constante ameaça de ataques — primeiro do governo iraquiano e depois dos bombardeios americanos. Passando do silêncio ensurdecedor da era de Saddam Hussein às explosões que interromperam o fornecimento de eletricidade, água e outros serviços essenciais no país, Seierstad revela o que acontece às pessoas diante de situações-limite: do que sentem mais falta quando seu mundo se transforma num campo de guerra? O que denunciam quando não há; censura?. A autora traz à vida um elenco de personagens inesquecíveis – o burocrata responsável pelo atendimento aos jornalistas estrangeiros, Uday al-Tay; Zahra, mãe de três filhos; Aliya, guia e intérprete que se tornou amigo. Ao confiar em uma mulher européia sem roteiro preestabelecido, esses e outros iraquianos desabafam e narram acontecimentos jamais reportados nos jornais e redes de televisão”.

E por fim, como a guerra ocorreu: acredito que, assim como todas as outras guerras de que temos notícias, o conflito armado entre EUA x Iraque é fruto da disputa de poder e dominação entre duas nações, ou seja, para ser mais realista, de petróleo.

Neste caso, utilizarei mais um trecho interessante do livro e que explica bem essa minha opinião porque diz respeito à situação financeira do país frente à ameaça de eclosão da guerra:

“– A não ser que a guerra se prolongue – prognostica um corretor que viveu 14 anos em Londres, onde se doutorou em economia. – Londres é a minha outra casa – afirma sem deixar por isso de se gabar da resistência dos iraquianos. – Temos 250 mil soldados a ameaçarem as nossas fronteiras e, em vez de fugir, as pessoas investem na bolsa. É impressionante, não acha? Que venham os norte-americanos, se o que querem não é outra coisa senão as nossas riquezas – diz com o seu educado sotaque londrino”. (pg. 54).

Para finalizar, digo que “101 dias em Bagdá” é um livro que desperta reflexões sobre o universo do Islamismo e, principalmente, o regime de cerca de 25 anos de Saddam Hussein, além de nos ajudar a buscar maneiras de entender e também questionar as ações político-econômicas das nações dominantes, no caso os EUA. Bem como, analisar o valor das liberdades de imprensa e de expressão, da democracia e a importância da reportagem jornalística numa situação crítica onde o mundo espera notícias de tragédias anunciadas.

101 dias em Bagdá

Editora: Record

Ano: 2006

Páginas: 383

Acesse a comunidade de leitores do livro “101 dias em Bagdá” no Skoob

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Livro_ACONTECEU_NA_CASA_ESPIRITA

O livro “Aconteceu na Casa Espírita” é destas literaturas mediúnicas que você lê numa “sentada só”. Psicografado pelo médium Emanuel Cristiano e ditado pelo Espírito Nora a obra traz 167 páginas para serem devoradas rapidamente justificadas pela proximidade do diálogo, simplicidade das palavras e pureza dos ensinamentos.

A história se passa numa Casa Espírita que se vê atacada por uma ordem de espíritos desencarnados recrudescidos no mal. Isso se dá através de obsessores que atacam os tarefeiros desta casa instigando suas vaidades, orgulhos e descrenças.

A fascinação instaurada no espaço por uma falange de desordeiros faz com que os tarefeiros caiam em armadilhas espirituais cedendo às tentações emocionais e carnais.

Essa história nos estimula a refletir sobre nossas posturas ética, moral e espiritual diante das adversidades e crises da vida e, principalmente, que apesar de ser um lugar de iluminação e socorro espiritual, a Casa Espírita também está sujeita às inconvenientes desarmonias espirituais por conta dos deslizes dos seus trabalhadores. Desta forma, ela não é só um lugar para revigorar nossas energias, conectar-se com o divino e de divulgação e prática do Espiritismo, mas também um recinto que deve estar em nossas preces por ser um espaço de iluminação construído através da fé de seres humanos imperfeitos.

“Aconteceu na Casa Espírita” conta uma história com personagens reais que muito se assemelha às experiências que passamos em nossas vidas, ou seja, são testemunhos de situações de provas, expiações, reparações e abençoadas missões.

A obra reforça a necessidade de praticarmos diariamente a Reforma Íntima através do difícil, mas necessário ensinamento “Orai e Vigiai”.

“… as Casas Espíritas devem privar pela simplicidade, aplicando em suas construções e interiores o básico para o estudo, divulgação e prática do Consolador, pois que não adianta usar tecnologia de ponta na construção das paredes, móveis finos representando a aristocracia da época, objetos de arte para ostentação, se não houver um compromisso com aquele, que no mundo, ocupara o título de filho de carpinteiro. Se agirmos com preocupação exagerada em oferecermos conforto que leva ao ócio, estaremos fugindo dos objetivos propostos por Jesus, esquecendo-nos de que a verdadeira fortaleza de uma Casa Espírita, do ponto de vista da sua função na Terra, não está nos alicerces de concreto, e sim no estudo e vivência do aspecto doutrinário, esse sim deverá ser colocado em evidência, fortalecendo moralmente os adeptos da Terceira Revolução, contribuindo para o esclarecimento e entendimento do que seja realmente o Espiritismo, o que é o Centro Espírita, quais as suas responsabilidades e sagrada importância como representante do Cristo no planeta”. Trecho do Prefácio (pg. XI)

A obra “Aconteceu na Casa Espírita” é composta pelos capítulos:

  • À Guisa do Prefácio
  • Templos
  • Aconselhando o Médium
  • Das Reuniões e das Sociedades Espíritas
  • Infiltração Programada
  • Avaliando a Ameaça
  • Orientando os Encarnados
  • Iniciando o Ataque
  • Estimulando a Vaidade
  • Intervenção Superiors
  • Verificando os Resultados
  • Cedendo à Tentação
  • Entre Mensagens e Críticas
  • Fascinação
  • No Auge da Crise
  • Reação das Trevas
  • Fraternidade e Vigilância
  • Última Tentativa
  • O Bem Vitorioso
  • Socorrendo o Vencido

A publicação é da Editora Allan Kardec pertencente ao Centro Espírita Allan Kardec de Campinas/SP.

Ela me foi emprestada por uma colega do curso de Doutrina Espírita e muito recomendada por nossa instrutora e amigos. Aproveito para agradecer o empréstimo e a indicação porque o livro é realmente instrutivo e interessante.

Boa Leitura!

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O livro “A Cabana”, de William P. Young publicado pela editora Sextante, é dessas obras em que a leitura não se encerra na última página. Ele continua através de uma intenção maior propagada pelo “Projeto Missy”, para aqueles que se sentiram tocados e querem compartilhar as ideias da publicação e suas experiências pessoais.

“A cabana” naturalmente ocupou o topo da lista de livros mais vendidos no Brasil em 2009 e, desde então, figura entre as publicações mais lidas no país porque traz um enredo ficcional intrinsicamente ligado à espiritualidade.

Ele conta a história de Mack Allen Phillips com foco em sua filha mais nova que “durante uma viagem de fim de semana é raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas numa cabana abandonada. Após quatro anos, Mack recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia. Mesmo desconfiado, ele vai ao local do crime numa tarde de inverno e enfrenta o cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre. As respostas encontradas vão surpreender e podem transformar sua vida de forma tão profunda quanto transformou a de Mack. Você vai querer partilhar este livro com todas as pessoas que ama” (sinopse).

Livro "A Cabana"

Ao longo do livro Mack é acolhido pela Santíssima Trindade (Deus, Jesus Cristo e o Espírito Santo) – diferente daquela apregoada pela Igreja Católica, porque são seres de carne e osso e não só espíritos – que ajudam-no a reencontrar sua paz de espírito e a fé na vida. E, principalmente, a aceitar melhor os desígnios de divinos. A transformação de Mack se dá através da confiança, paciência, palavras e gestos carinhosos de Papai (Deus).

Apesar da “A cabana” ser um romance que se propõe a lançar luz sobre questões como vida, morte, dor, maldade, santidade, perdão, fé, responsabilidade, reconciliação, graça, independência x livre arbítrio, amor e redenção é preciso ter em mente que se trata de uma obra ficcional, escrita por um teólogo.  

Em minha opinião o livro traz um enredo simples, contagiante e próximo das dores humanas, mas peca em alguns diálogos engenhosos, porém enfadonhos que não chegam a lugar nenhum. Sem contar que, responder sobre Deus e a Terra não é tarefa fácil porque nem tudo tem resposta certa ou aparente, já que muitas delas estão em nossos corações revestidas de fé. Entretanto, o livro estimula as discussões que podem ajudar em nossas reflexões sobre o poder de Deus em nossas vidas.

Recomendo a leitura porque “A cabana” é uma boa literatura e reforço que não se trata de um livro verídico, mas baseado em sentimentos e intenções boas reforçadas por uma ideia de autoajuda “humanitária”. A obra é apoiada por infalíveis técnicas de marketing, por leitores fiéis entusiasmados com a ideia – comparados ao conceito marqueteiro de advogados da marca – e pela divulgação estratégica da mídia.

O livro “A cabana” tem 240 páginas e é composto dos seguintes capítulos:

  1. Prefácio
  2. Uma influência de caminhos
  3. A escuridão se aproxima
  4. O mergulho
  5. A grande tristeza
  6. Adivinhe quem vem para jantar
  7. Aula de voo
  8. Deus no cais
  9. Um café da manhã de campeões
  10. Há muito tempo, num jardim, muito distante
  11. Andando sobre a água
  12. Olha o juiz aí, gente
  13. Na barriga das feras
  14. Um encontro de corações
  15. Verbos e outras liberdades
  16. Um festival de amigos
  17. Manhã de tristezas
  18. Escolhas do coração
  19. Ondulações se espalhando
  20. Posfácio
  21. Agradecimentos

Mais de “A cabana” – www.theshackbook.com

Então para complementar minha experiência com este best-seller vou responder as quatro perguntas/recomendações que o livro faz ao fim de sua leitura:

1 – Conte como você se sente com relação ao livro “A cabana”:

Site A cabana

Gostei do livro, me emocionei diante de alguns trechos, compartilhei a Grande Tristeza de Mack – porque também perdi alguém que muito amo – e reforcei minhas convicções de que Deus não é aquele velhinho de barba sentado em sua cadeira entalhada olhando para suas “criaturas” imperfeitas e, sim, uma força maior que nos guia e nos protege a todo tempo.

Dentro do contexto em que ele se apresenta – ajudar as pessoas a entendem suas dores – ele deixa a desejar porque traz um conceito muito fraco dos desígnios de Deus e sua relação com o livre arbítrio dos seres humanos. Apesar de tentar ele não consegue responder boa parte das questões que perturbam a humanidade: bem, mal, céu, inferno, Deus, Jesus, Espírito Santo, ideias presentes da religião cristã.

Embora se proponha a responder “Se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar nosso sofrimento?” ele não consegue com a exatidão que os leitores precisam ou buscam. Acredito que esta resposta está dentro de cada um, independente da sua religião.

2 – Leia o Blog do Willie:

Blog Willie

Visitei o Blog do Willie, autor do livro, e conheci algumas histórias de pessoas que compartilharam sua dor, sua força interior e fé na vida e outras tantas que reencontraram uma razão de viver através da consagração com Deus. São histórias que expõem as mais variadas crenças.

Além disso, o blog traz informações interessantes sobre o autor, seus projetos e obras literárias e formas de compartilhar as ideias do livro e as histórias dos leitores. O Blog do Willie está em inglês, mas realmente vale uma sua visita.

3 – Conte suas ideias e discuta o livro com outros leitores no Fórum “A cabana”:

Bom sobre isso, caro Willie, ainda não tive tempo porque o Fórum têm centenas de postagens opiniões, ideias e informações que demanda mais aprofundamento. No momento, vou ficar devendo!

4 – Descubra as últimas novidades do Projeto Missy

No site do livro www.theshackbook.com você encontra formas de ajudar a compartilhar as ideias desta obra e ampliar a rede de leitores do livro. É através desta rede de compartilhamento de informações que o livro ganha repercussão e alavanca também suas vendas, sob pretexto de “curar as dores” da humanidade.

Vale dizer que, apesar de se travestir de um projeto que busca ajudar a humanidade a encontrar o caminho da compaixão, do perdão e da fé o livro, sem dúvida, acaba sendo uma grande estratégia de marketing também.

Reafirmo que “A cabana” é um livro interessante que deve ser lido com o coração e mentes abertas, mas com um olhar reflexivo.

Sobre o autor

William Paul Young nasceu no Canadá e foi criado pelos pais missionários numa tribo nas montanhas do que era a Nova Guiné. Anos depois, as mortes do irmão mais novo e de uma jovem sobrinha o deixaram completamente destroçado.

Há um ano e meio atrás, Young, que assina como Willie no livro tinha três empregos. Desde essa altura até agora, a vida do autor deu uma enorme reviravolta.

Atualmente, ele vive com a família, no estado de Oregon, nos EUA.

Young também publicou “A Cabana: reflexões para cada dia do ano” e “Travessia“. E inspirou vários livros de reflexões, pesquisas e complementações sobre “A cabana”, entre eles “Deus e a Cabana”.

Obs.: Esse livro me foi emprestado por um amigo que disse que ao ler pensou em mim e na minha história de perda recente, então deveria lê-lo. De fato, o livro tem requintes apreciados por mim: polêmica, religiosidade, espiritualidade e quebra de conceitos e paradgmas.

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“Apometria: uma nova abordagem da desobsessão” é o tema do livro escrito pelo terapeuta Darcio Cavalli, que revela a técnica terapêutica da Apometria aplicada à busca do equilíbrio emocional, físico e espiritual. É um processo que busca ajudar o indivíduo a se libertar das influências espirituais negativas (obsessões), dos conflitos familiares e das doenças.

livro_apometriaNa visão do livro a Apometria, “apesar ter sido criada dentro de uma casa espírita, a técnica não tem nenhuma ligação com qualquer seita ou religião. É um procedimento simples, baseado na lei de desdobramento espiritual, que é uma das características do ser humano, embora essa afirmação contrarie algumas crenças espiritualistas que defendem a teoria da mediunidade, também própria do ser humano. Todo ser humano, ao dormir, é naturalmente desdobrado (viagem astral) e passa a interagir com outras dimensões astrais sentidas por meio do sonho. O doutor Lacerda, em suas pesquisas, provou que é possível obter o mesmo resultado de desdobramento dos corpos sutis em estado de vigília (pessoa acordada) por meio das técnicas apométricas e sob o comando de uma pessoa experiente”.

O desdobramento astral, alcançado na Apometria, permite acessar os corpos sutis (manifestações sensoriais que vão da alma até o corpo físico) e proceder com a cura para problemas físicos, emocionas e espirituais advindos de outras vivências espirituais.

A obra relata a jornada do autor através do conhecimento e apropriação da técnica apométrica e também diversas experiências de tratamento que resultaram na cura dos assistidos através da intervenção em vidas passadas, muitas vezes responsáveis pela origem dos distúrbios ou problemas existentes na encarnação presente. São procedimentos baseados no amor e caridade, que buscam acabar com a obsessão espiritual, auto-obsessão, pseudo-obsessão e relações de simbiose, parasitismo, processos cármicos e vampirismo estão entre os fenômenos mencionados pelo autor.

“Apometria: uma nova abordagem da desobsessão” é um livro voltado ao ensinamento das práticas espiritualistas e destinado às pessoas de mente e corações abertos, que têm fé e querem saber mais sobre o assunto e/ou aperfeiçoar sua técnica de atendimento. Isso porque ele traz informações aos dirigentes e trabalhadores na organização e nos atendimentos das Casas de Apometria.

Darcio Cavallini é empresário e pesquisador das áreas de espiritualidade, apometria, bioprogramação mental, radiestesia, metafísica da saúde, reiki, cromoterapia entre outras.

O livro é divido em nove capítulos, sendo:

  1. Como tudo começou;
  2. O que é Apometria;
  3. O mundo invisível;
  4. As leis da Apometria;
  5. Distúrbios Espirituais;
  6. O atendimento em Apometria;
  7. Técnicas de Apometria;
  8. Orientação para dirigentes de Apometria;
  9. Dos trabalhadores de Apometria.

A “Apometria: uma nova abordagem da desobsessão” é uma obra que consegui emprestada de uma colega de curso de Doutrina Espirita e muito recomendada por outras pessoas da área. É um livro interessante e instrutivo, por isso, #eurecomendo.

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Que 2013 seja um ano cheio de Inovação e Novidade!

Que você possa planejar, colocar em prática e conquistar todos os seus desejos e projetos.

Espero que 2013 seja mais um ano de grandes realizações e notícias boas…

Enfim… que seus dias sejam felizes! Feliz 2013!

Oração para o renascimento

Imagem: Stock.xchng (www.sxc.hu)

Imagem: Stock.xchnh (www.sxc.hu)

Agora estou vivendo um novo dia! Tudo que pertence ao passado, que é mau, que é indesejável, que é feio, que é sombrio, que é pessimista, já se foi. Todo o passado já desapareceu, e estou renascendo agora, recebendo de Deus os pensamentos bons, desejáveis, belos, alegres e positivos. Todos esses bons pensamentos, semeados em meu subconsciente, estão pouco a pouco germinando, crescendo e, finalmente, no momento adequado, manifestar-se-ão em forma concreta, com certeza. No Mundo da Imagem Verdadeira criada por Deus não existe nada que não seja bom. E está determinado que somente o que há de bom no Mundo da Imagem Verdadeira se manifestará neste mundo fenomênico, a não ser que nós, homens impeçamos a sua manifestação com pensamentos negativos e errôneos.

Eu renasci neste momento! Eliminei todos os pensamentos e sentimentos negativos e pessimistas que estavam obstruindo o canal por onde se manifestam todas as coisas boas do Mundo Imagem Verdadeira. Rompi todas as amarras que me prendiam. Na minha mente já não existe nada que impeça a germinação e o crescimento das boas sementes que Deus colocou no meu interior.

Eu renasci agora! Sou filho de Deus! Deus semeou no meu interior a possibilidade infinita, que vai se manifestando cada dia mais abundantemente. Por mais que surjam aparentes dificuldades, enfrento-as com destemor e avanço decididamente. Assim procedendo, força muito maior surgirá do meu interior; então, as dificuldades deixarão de existir e a estrada íngreme tornar-se-á plana.

Eu renasci agora! Compreendi realisticamente que sou filho de Deus! Desfizeram-se todas as amarras com que eu prendia a mim mesmo, e torno-me agora totalmente livre. Compreendo que sou totalmente livre que tenho recebido de Deus força capaz de superar quaisquer dificuldades, perdi o hábito de vacilar diante das dificuldades. Eu, como filho de Deus e sabedoria infinita razão pela qual saberei captar o momento mais oportuno para agir. No momento mais adequado, executarei sem vacilar, decididamente, da maneira mais apropriada, aquilo que for mais importante para o momento. Por isso, aquilo que executo concretiza-se infalivelmente e dá ótimos resultados.

Eu renasci agora! Sou filho de Deus! Deus está sempre comigo e me protege a todo instante. Neste momento, está jorrando do meu interior a nova força vital, está renascendo nova coragem, e consigo enfrentar todas as circunstâncias com interesse e alegria.

Oh! Ano da melhora de todas as coisas, ano da realização de todas as aspirações! Oh! Como sou feliz! Agradeço a Deus, por me dar esta convicção!

“Oração para o renascimento” da “Sutra Sagrada: a verdade em orações” de Masaharu Taniguchi.

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Amigo@s,

Que o espírito da caridade e humildade invada nossos corações e sejamos LUZ em todos os lugares e à todas as pessoas.

FELIZ NATAL a tod@s que me acompanharam nesta linda e árdua jornada de 2012.

Obrigada, Graça e Luz!

MENSAGEM DE NATAL: 

Oração para tornarmo-nos um com Deus  

Imagem: Stock.xchng (www.sxc.hu)

Imagem: Stock.xchng (www.sxc.hu)

Eu sou um com Deus. Ele é a força que preenche todo o Universo. Essa grande força e eu somos um só; ela está dentro de minha Vida, e sinto-a vibrar intensamente tal qual poderosas ondas.

Essa grande força é também a sabedoria infinita: orienta os meus passos e faz com que todos os meus planos alcancem infalivelmente êxito total.

Porque sinto no âmago da minha Vida o vibrar incessante da Grande Vida de Deus, o meu coração está livre de todo e qualquer medo, inquietação ou preocupação. Jamais errarei o caminho nesta jornada da vida, pois tenho como guia a infinita Sabedoria de Deus.

Estou sempre junto com Deus, e ajo em consonância com as vibrações da Sua Grande Vida. Por isso, todos os meus atos atingem infalivelmente o objetivo, tudo o que me proponho realizar caminha sem dificuldade e produz bons resultados.

Sou um com o Criador do Universo. Com Sua inesgotável criatividade, Ele cria novos seres e novas coisas a cada hora, cada minuto, cada segundo… E como eu vivo dentro desse incessante “ritmo da criação”, a minha vida também se renova constantemente e alcanço sempre novos progressos em todos os sentidos.

Dentro de mim habita o “Ser Eternamente Perfeito”, e a Sua perfeição manifesta-Se incessantemente através de mim. Jamais me esqueço disto, e por isso estou sempre repleto de alegria e coragem. Aconteça o que acontecer, não me desanimo nem me desespero, e mantenho a minha alma sempre repleta de luz.

Deus me dá força e bênçãos ilimitadas. E sinto imensa alegria em trabalhar para o bem da humanidade, dedicando aos outros as ilimitadas capacidade e energia que vêm de Deus. “Dai, e ser-vos-á dado” – esta é a “lei mental da provisão ilimitada”. Em sinal de gratidão a Deus, dedico a Ele tudo que recebo.

Trecho da “Oração para tornarmo-nos um com Deus” da “Sutra Sagrada: a verdade em orações” de Masaharu Taniguchi.

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Este post traz duas dicas excelentes de filmes sobre a temática LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Trangêneros) e Direitos Humanos.

O assunto tem tudo a ver com o calendário de dezembro e não estou falando do fim do mundo, Natal ou coisas do tipo, mas sim do estabelecimento da Declaração Universal dos Direitos Humanos, comemorada no dia 10.

As duas obras são baseadas em histórias reais e retratam a luta do movimento GLBT americano em busca de respeito e de direitos iguais.

Sem dúvida são histórias para fortalecer os ideais, renovar os conceitos, inspirar novas ações e atitudes e praticar o respeito ao próximo.

Política e Diversidade Sexual

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A primeira dica é o filme Milk – A Voz da Igualdade”, estrelado pelo ator Sean Penn, que conta a história do nova-iorquino Harvey Milk que resolve concorrer às eleições para a Câmara de Supervisores da cidade de San Francisco tendo como principal bandeira de luta a defesa dos direitos LGBT. Apesar da resistência popular ele se torna o primeiro gay assumido a alcançar um cargo público de importância nos Estados Unidos e a combater as legislações discriminatórias da época.

O filme mostra o crescimento do movimento gay contra a homofobia e em defesa da livre expressão sexual.

Religião e sexualidade

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Em “Orações para Bobby” (Prayers for Bobby) a história agora é outra. O filme, baseado no livro homônimo de Leroy F. Aarons, conta a história de Bobby Griffith um adolescente que tenta reprimir seus sentimentos por ser oprimido pela família cristã conservadora que tenta curá-lo do pecado carnal, principalmente sua mãe fanática religiosa.

Durante seu despertar sexual e acometido pelas preocupações religiosas e morais ele busca aceitação social e também acabar com seu sofrimento. E encontra resposta no suicídio.

Diante da tragédia e da dor, sua mãe abre os olhos e busca conforto em um grupo de autoajuda para pais com visão religiosa mais ampla e que defendem incondicionalmente os direitos dos gays.

Respeitando as diferenças

Não vou me aprofundar contando essas duas histórias tocantes. Apenas digo que os dois filmes caminham no sentido de amenizar o preconceito, entender e respeitar a luta dos ativistas LGTB e combater a homofobia. Mas isso só será possível se você assisti-los com a mente e o coração abertos.

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