Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Religião’ Category

Vire e mexe o Deputado Federal Jair Messias Bolsonaro (PP-RJ) se enfia numa polêmica contra algum movimento racial, feminista, religioso, LGBTT, estudantil ou outro qualquer. Sim, é o mesmo deputado que esteve envolvido na polêmica da “cura gay”.

Parece até estratégia de marketing se manter constantemente sob os holofotes da mídia para a difusão de suas ideias e opiniões racistas, intolerantes, machistas e conservadoras contra a ideologia de gênero e outros avanços dos Direitos Humanos. Ele leva a sério a questão de quem não é visto não é lembrado!
Impressionante como ele tem opinião para tudo quanto é assunto! #indignada

orgulhohetero

Divulgação postada na loja “Orgulho Hétero”

E com toda essa disposição de briga, não é de luta não… é de briga mesmo, as declarações desse militar tem ganho os corações e mentes de muitos intolerantes pelo Brasil afora, tanto que muitos sites e redes sociais criaram páginas que, praticamente, o idolatram. #preocupante

A mais recente declaração polêmica que acompanhei do Bolsonaro, necessariamente, não é a última em que ele se envolveu, é um tema que gerou muita repercussão no universo escolar: o ensino da ideologia de gênero nas escolas e a suposta distribuição de cartilhas e livros escolares que estimulam a sexualidade infantil.

Vamos aos fatos, que contra eles não há argumentos!

Ao que tudo indica Jair Bolsonaro gravou um vídeo criticando a iniciativa sem checar a veracidade das informações. O caso gerou desconforto nos editores da revista “Nova Escola”, envolvidos na questão, tanto que a revista publicou na sua página no Facebook uma resposta refutando as informações do deputado Bolsonaro. Confira o conteúdo publicado pela revista, em 15 de janeiro deste ano:

Checagem de Informações: O deputado federal Jair Messias Bolsonaro (PP-RJ) publicou há alguns dias um vídeo sobre Educação. Nova Escola apurou as informações do vídeo. Veja agora os equívocos cometidos pelo deputado e os dados corretos.”

A revista “Nova Escola” é dirigida aos professores e profissionais da educação e é muito conceituada no campo da formação docente. Confesso que gosto muito dessa publicação e sempre que posso compro um exemplar.

Dessa vez, o deputado Bolsonaro mexeu com quem não devia e recebeu a resposta a altura. Sabe aquele ditado “quem fala o que quer, ouve o que não quer”. Então, está aí um bom exemplo disso.

Apesar do parlamentar retrucar o vídeo da “Nova Escola”, não acrescentou nada significativo ao pensamento dele, ou seja, mais do mesmo.

Parabéns pela iniciativa da revista “Nova Escola” em não deixar sem explicação esses equívocos do parlamentar!

Mas afinal o que é ideologia de gênero?

A Ideologia de Gênero defende que a auto-definição da sexualidade de uma pessoa não é explicada apenas pela sua concepção biológica, ou seja, nasceu homem será homem o resto da vida porque entende que a pessoa não nasce homem ou mulher.

Os teóricos dessa linha acreditam que o gênero é fruto de uma construção da identidade de cada indivíduo enquanto ser humano influenciado pela cultura, comportamento e descoberta interior ao longo da vida. Homem e mulher seriam, então, papéis sociais adaptáveis, que cada pessoa representaria como e quando quisesse, independentemente do que a biologia determine como indicação masculina e feminina.

Conflito ideológico

orgulhohetero2

Adesivo vendido na loja “Orgulho Hétero”

Uma das principais preocupações daqueles que combatem a ideologia de gênero é com a destruição do modelo tradicional de família, constituída pela sociedade como a formação de um casal (pai e mãe) e seus filhos. Mas gente, essa concepção arcaica de família já não faz sentido há anos. Família é um coletivo/grupo de pessoas que se amam, se protegem, se ajudam e evoluem com a convivência, independente da sexualidade.

Não venha me dizer que família só pode ser constituída por homem e mulher, por favor! Divergências religiosas à parte, eu até respeito a opinião alheia, mas acredito que essa ideia (marido e mulher) é uma definição muito pobre diante da diversidade sexual presente em nossa sociedade.

A coisa toda é tão complexa que, ano passado, em Campinas teve alguns vereadores que falaram impropérios na tribuna parlamentar e até aprovaram uma Moção “contra a inserção de questão de temática de ideologia de gênero, por meio de pensamento de Simone de Beauvoir, na prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015”.

Destaco, mais uma vez, que respeito as opiniões contrárias quando galgadas na razão e em fundamentos teóricos que fazem sentido. Não em explicações baseadas em ideologias e moralidades religiosas que beneficiam uma determinada parte da sociedade.

Onde fica o papel do Estado Laico?

É na escola que parte do caráter e construção social da identidade é formada, então, nada mais justo que a intolerância seja combatida nessa instância institucional. É dever do Estado promover por meio da educação: o respeito à diversidade, a igualdade de oportunidades e o combate às diferenças de sexo, à discriminação e à violência física e psicológica. Para isso, é fundamental introduzir essa discussão em todos os setores da sociedade.

Garantir o ensino da ideologia de gênero nas escolas será um avanço na luta pelos Direitos Humanos, principalmente, em defesa da Diversidade.

Só pra registrar, o deputado Jair Bolsonaro é natural de Campinas/SP, última cidade no país a abolir a escravidão e que mantém até hoje requícios conservadores e patriarcais fortíssimos. Coincidência, né? #sqn #ninguemmerece

Obs.: se você acha que estou sendo cruel com o deputado Bolsonaro, leia a matéria “As 10 frases mais polêmicas de Jair Bolsonaro”, publicada no site Pragmatismo Político. É de encher os olhos de lágrimas! #sqn

Qual a sua opinião sobre esse assunto?

Read Full Post »

livro_paulo_e_estevao_capaEscrito em 1941, o romance “Paulo e Estêvão: Episódios Históricos do Cristianismo Primitivo” conta a história da saga do fariseu Paulo de Tarso em perseguir os primeiros apóstolos cristãos do mestre Jesus.

Ditado pelo Espírito Emmanuel e psicografado pelo médium Chico Xavier o livro “Paulo e Estêvão” remonta aos idos do nascimento do Cristianismo, quando imperava a Lei de Moisés.

Nos tempos em que a Lei Mosaica pregava a rigidez dos costumes com muitas ordens e proibições o Evangelho do amor, difundido por Jesus Cristo, não era visto com bons olhos. Principalmente porque o Evangelho confrontava a rigidez da ideia propagada pela “Lei de Talião” – que punia o indivíduo com a mesma intensidade do seu crime: “olho por olho, dente por dentro”  – não permitindo abertura para o perdão.

“Paulo e Estêvão” reconstrói a história do Cristianismo, de 34 d.C. pra cá, apresentando a história dos irmãos convertidos, Abigail e Jeziel, que cruzam o caminho do fariseu Saulo de Tarso, então perseguidor de cristãos.

O destaque do livro fica por conta da trajetória de martírio, até a morte vivido, pelo hebreu Jeziel e infringido por Saulo de Tarso. Jeziel se converteu ao cristianismo, com o nome de Estêvão, e tornou-se o expoente da doutrina defendendo-a e pregando-a seus últimos dias.

“Presença constante entre os mais vendidos, o livro mostra a relação entre Paulo e o apedrejamento de Estêvão – o primeiro mártir do Cristianismo –, o profundo amor do Apóstolo pela noiva Abigail e as diversas perseguições, enfermidades, zombarias, desilusões, açoites e prisões que afligiam os adeptos da nascente Doutrina Cristã. 

Uma história que fará você compreender como o amor apaga a multidão de faltas cometidas em cada existência vivida”. (Sinopse)

A obra é rica em detalhes sobre a vida dos primeiros cristãos que passaram pela Terra, bem como, o funcionamento da casa do Caminho, a primeira “igreja” cristã instituída pelos apóstolos Pedro e Tiago.

livro_paulo_e_estevao5No livro tomamos contato com as histórias dos apóstolos do mestre Jesus e sua saga para a expansão do Cristianismo e a disseminação da igreja cristã em todos os territórios.

Paulo de Tarso, que ao longo da sua jornada perseguidora passa por uma revelação divina, converte-se ao Cristianismo dedicando o restante da sua vida à construção do Evangelho de Jesus.

Em resumo, o livro “Paulo e Estêvão” reconta a trajetória da transformação do rabino Saulo de Tarso em Paulo de Tarso, apóstolo de Cristo que percorreu dezenas de cidades – desembarcando até em Roma – com o único objetivo de difundir a “Boa Nova”, a mensagem de que o Messias anunciado por Moisés, o Cristo Vivo filho de Deus, já havia chego à Terra.

“Em nossos dias, há estudos que apontam: […] a conversão de Saulo se deu antes da primavera, ou seja, no primeiro trimestre no ano 36 d.C. Após o alerta do inigualável encontro: “- Saulo!… Saulo!.. Por que me persegues?, surgiram momentos difíceis e delicados, de intensas lutas interiores e de humilhações, inclusive quando o ex-doutor da Lei procura a igreja do “Caminho” nos arredores de Jerusalém, as definições para os primeiros labores apostólicos, as polêmicas sobre a abrangência do trabalho e da difusão do Cristianismo. Paulo superou as tendências judaizantes de alguns apóstolos e partiu para a disseminação da mensagem e da vivência cristãs junto à gentilidade. Além de ser fundador e estimulador de centenas de núcleos cristãos, inovou ao redigir as epístolas”. (Matéria publicada na revista Reformador, jan/12).

Composição do livro
livro_paulo_e_estevao3As 510 páginas de “Paulo e Estêvão” é dividida em duas partes, sendo a primeira concentrada na história dos irmãos Jeziel e Abigail, que mais tarde tornou-se a amada de Saulo. E a segunda apresenta a difícil transição de Paulo, que de perseguidor passou a ser perseguido por seus antigos irmãos da Sinagoga.

No decorrer do livro tomamos contato com a fé inabalável e o amor ao próximo praticado por esse dedicado apóstolo que também passa a sofrer as crueldades impostas aos cristãos.

O livro é tocante e traz um ensinamento muito importante que é a capacidade de passar pelas adversidades, modificar sua conduta e se mostrar disposto a vencer suas batalhas internas com fé e paciência.

Paulo de Tarso passou por inúmeras provações, lutas e humilhações e não esmoreceu. Manteve-se firme e confiante nos desígnios divinos ao longo da sua peregrinação para pregar o Evangelho. E a cada página tomamos contato com o sentimento de resignação do apóstolo que levou a risca o ensinamento do Mestre Jesus. Percebemos isso no trecho:

“Ele, porém, sempre disposto e resoluto, referiu-se ao Evangelho, comentou a passagem em que o Mestre profetizava os martírios que o aguardavam na cruz e concluía arrebatadamente. – Por que chorarmos magoando o coração? Os seguidores do Cristo devem estar prontos para tudo. Por mim, estou disposto a dar testemunho, ainda que tenha de morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus!…”.

O livro “Paulo e Estêvão” apresenta uma escrita dinâmica e fluída, com uma linguagem não muito coloquial (apropriada para a época em que foi escrita, 1941), mas de fácil entendimento. Trata-se de obra totalmente revisada e publicada pela editora Federação Espírita Brasileira (FEB), sendo composta pelos capítulos:

  • Breve Notícia

PRIMEIRA PARTE

  1. Corações flagelados
  2. Lágrimas e sacrifícios
  3. Em Jerusalém
  4. Nas estradas de Jope
  5. A pregação de Estêvão
  6. Ante o Sinédrio
  7. As primeiras perseguições
  8. A morte de Estêvão
  9. Abigail cristã
  10. No caminho de Damasco

SEGUNDA PARTE

  1. Rumo ao deserto
  2. O tecelão
  3. Lutas e humilhações
  4. Primeiros labores apostólicos
  5. Lutas pelo Evangelho
  6. Peregrinações e sacrifícios
  7. As Epístolas
  8. O martírio em Jerusalém
  9. O prisioneiro do Cristo
  10. Ao encontro do Mestre
  • Índice Geral

Em julho passado a obra completou 73 anos, mas continua extremamente atual e importante para os dias atuais por trazer a mensagem de amor, esperança e fé nos desígnios divinos. E, principalmente, que nossa conversão e/ou mudança pode ser dar a qualquer momento, mas muitas vezes ocorre sempre pelos caminhos da dor, raramente do amor.

A obra integra a coleção de romances ditados por Emmanuel, que é composta pelos títulos “Cinquenta anos depois”, “Ave Cristo”, “Renúncia” e “Há dois mil anos”. Ambas trazem enredo rico e poderoso!


livro_paulo_e_estevao_capa2Informações Técnicas

Título: Paulo e Estêvão: Episódios Históricos do Cristianismo Primitivo – 1941
Autor: Francisco Cândido Xavier (pelo Espírito Emmanuel)
Número de Páginas: 510 páginas
Editora: FEB
Avaliação: Ótimo

Read Full Post »

50tonsdecinzaFui assistir ao famosinho “50 Tons de Cinza”, baseado no fenômeno editorial dos últimos anos. E já posso adiantar que foi pura decepção, do começo ao fim. “50 Tons de Cinza” é udo preto no branco: um manda e o outro obedece: sem questionar… e, principalmente, não pode raciocinar sobre o assunto e nem se envolver emocionalmente. Tudo frio e calculista… baseado na dor do prazer!

Depois de ler muitas críticas a respeito do livro homônimo e tantas outras sobre o filme, minha expectativa já estava bem baixa, mas lá no fundo guardava uma esperança de ser surpreendida por um filme onde a sexualidade fosse tratada com seriedade. Sei lá… Esperava um filme que apresentasse a temática da liberação sexual e amores possíveis e sem limites com mais propriedade. Ledo engano!

Também, que ideia mais besta essa minha de achar que essas questões tão complexas seriam tratadas numa película baseada numa literatura ficcional.

Do que trata “50 Tons de Cinza”?

De acordo com a sinopse do best-seller erótico:

“Anastasia Steele é uma estudante de literatura de 21 anos, recatada e virgem. Um dia ela deve entrevistar para o jornal da faculdade o poderoso magnata Christian Grey. Nasce uma complexa relação entre ambos: com a descoberta amorosa e sexual, Anastasia conhece os prazeres do sadomasoquismo, tornando-se o objeto de submissão do sádico Grey”.

Mas na verdade a história é bem batida: uma relação entre um “total control freak” bilherdário sádico e uma pobre garota virginal.

Putz, quer coisa mais clichê?

O enredo uma garota inocente, virgem, consumida pelo amor e pelo desejo e confusa diante de um cara riquíssimo, controlador, misterioso e incapaz de demonstrar afeto. Nussaaaa que história inédita! Rsrsrs

Por alguns momentos me senti teletransportada para o universo dos livros romanceados de Sabrina, Julia, Bianca etc., bem aquele tipo literário que detesto.

A partir disso, a garota encantada com a luxuria e super perdida nas emoções não sabe se deixa-se levar pelas possibilidades do mundo sadomasoquista (prazer sexual + dor) ou se mantém sua convicção de buscar uma relação amorosa saudável a qualquer custo.

Os sadomasô’s que me desculpem, mas duvido que esse filme os represente, porque já vi cenas mais elaboradas, sugestivas e picantes no filme “9 ½ Semanas de Amor”, que data de 1986, do que no “50 Tons de Cinza”.

A única coisa de útil no filme “50 Tons de Cinza”, como disse dia desses, Léo Jaime no programa Saia Justa da GNT, foi introduzir o assunto do fetiche e da fantasia sexual abrindo o horizonte para a visão de que um tapinha não dói, claro, sem violência! Tornando “mais amenas” as práticas sexuais atípicas.

50tonsdecinza_bilhete_cinemaNão li o livro e provavelmente não lerei (mais porque não curto literatura ficcional, do que pelo tema propriamente dito), mas fiquei decepcionada com o conteúdo do filme.

A princípio achei que se tratava de um filme um pouco mais moderninho… revolucionário, tendo em vista o estardalhaço midiático que causou o livro, e que apresentava ideias sexuais libertárias, pra além do sadomasoquismo. Mas me deparei com um filme água-com-açúcar onde o amor e o sexo são tratados sob a riste de um contrato jurídico que estabelece o que pode ou não conter na relação do casal.

E a ideia de que no amor e na guerra valem tudo?

No caso do filme, só vale tudo aquilo que está previsto no contrato: sexo: pode; carinho: não pode; dor: pode; andar de mãos dadas: não pode; prazer: pode: amor: não pode!

Mesmo apresentando uma história de senso comum, o filme já ganhou notoriedade e o Portal 50 Tons anuncia:

“… foi a maior estreia brasileira da Universal Pictures até hoje, e a quarta maior estreia da história do cinema no país”.

Acredito que muitas que leram o livro e tantas outras como eu, curiosas de plantão, correram ao cinema para ver o tal acontecimento literário em película. E boom… sucesso de bilheteria!

“50 Tons de Cinza” é um filme preto no branco que sugere que numa relação de submissão o amor fica de fora. Ele não tem nada de romântico, nada de pervertido nem de sadomasoquismo. Tem tudo a ver com uma antiga ideia cristã (sim, cristã e machista) de que a mulher deve se submeter ao homem e suas vontades sem questionar ou exigir algo em troca. Ideia arcaica já superada por todas nós há muito tempo.

Pelamor, né! Espero que as próximas adaptações sejam melhores!

Ainda bem que a companhia no cinema era ótima e valeu muito o encontro!

Amor e Sexo – Rita Lee
Amor é um livro
Sexo é esporte
Sexo é escolha
Amor é sorte

Amor é pensamento, teorema
Amor é novela
Sexo é cinema

Sexo é imaginação, fantasia
Amor é prosa
Sexo é poesia

O amor nos torna patéticos
Sexo é uma selva de epiléticos

Amor é cristão
Sexo é pagão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval

Amor é para sempre
Sexo também
Sexo é do bom…
Amor é do bem…

Amor sem sexo,
É amizade
Sexo sem amor,
É vontade

Amor é um
Sexo é dois
Sexo antes,
Amor depois

Sexo vem dos outros,
E vai embora
Amor vem de nós,
E demora

Amor é cristão
Sexo é pagão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval

Amor é isso,
Sexo é aquilo
E coisa e tal.
E tal e coisa.

Ah, o amor…
Hum, o sexo…

Só pra registrar: “De acordo com a Classificação Internacional de Doenças F65.5 o sadomasoquismo é considerado doença se apenas a atividade é a fonte de estimulação mais importante do casal ou é necessária para a satisfação sexual. O sadomasoquismo pode causar agressões, traumas e morte”. (Wikipédia)

Read Full Post »

Quando resolvi ler The Secret (O Segredo) achei que estaria apelando para autoajuda inútil e barata. Daquelas que você se agarra com todas as forças pra mudar sua vida e não cair no abismo do sofrimento e desespero.

Também fiquei reticente quanto à escolha da obra pelo fato de não ter o hábito de ler best seller que “estão na moda”. E esse livro é daqueles queridinhos modistas que sempre evito comprar por conta das inúmeras críticas tendenciosas e alto custo.

Então, por puro preconceito, sim… (pré)conceito comprei o livro e não li. Deixei-o por um longo tempo, leiam-se anos, estacionado na prateleira com vergonha de ler.

Ledo engano!

Perdi muito tempo por conta desse clichê “bobo”, já que o livro “O Segredo” é Programação Neurolinguística (PNL) pura! Amooo!

“O Segredo” foi escrito por Rhonda Byrne, tem 199 páginas e foi publicado pela Editora Ediouro. A edição que comprei é simplesmente maravilhosa com uma pré-capa em papel couchê brilhante com o desenho em alto relevo. A diagramação é bonita, cheia de ilustração, colorida e com um papel de boa qualidade. Linda!

Do que se trata “O Segredo”? A sinopse diz:

Você tem nas mãos um Grande Segredo…

Altamente cobiçado, ele foi transmitido ao longo dos tempos, ocultado, perdido, roubado e comprado por grandes somas de dinheiro. Este Segredo secular foi compreendido por alguns dos maiores gênios da História: Platão, Galileu, Beethoven, Edison, Einstein – assim como outros inventores, teólogos, cientistas e grandes pensadores. Agora O Segredo está sendo revelado ao mundo.

“À medida que percorrer estas páginas e aprender O Segredo, você passará a saber como pode ter, ser ou fazer o que quiser. Passará a saber quem realmente é. Passará a saber a verdadeira grandeza que está à sua espera na vida.” – do Prefácio.

Parece até coisa de seita secreta, mas na verdade são “segredos milenares” utilizados por personalidades lendárias para atrair para a sua vida o que há de melhor e bom no universo.

São técnicas de mentalização, de mantras, de ressignificação e de modelagem de atitudes para trazer amor, felicidade e prosperidade à sua vida.

Não tem nada de bruxaria ou de encantos, apenas práticas poderosas e precisas para conectar sua vida com o que há de melhor no mundo. Serve para conquistas coisas em qualquer área da sua vida: amorosa, financeira, saúde, relacionamento, espiritual etc.

O livro apresenta muitos conceitos e técnicas utilizados pela PNL e na Lei da Atração. Por isso, acredito na sua viabilidade.

A linguagem é fácil, simples, agradável e bem pontuada por temas com explicações e exercícios para pôr em prática.

Entretanto, confesso que a obra é um pouco repetitiva e têm parcos argumentos científicos por ser escrito em forma de dicas rápidas de leituras. Então, para se aprofundar no tema é preciso ler outros livros nessa área.

O segredo está dentro de você

Em resumo “O Segredo” fala sobre o poder da atração: de coisas e de pessoas. Ou seja, como atrair prosperidade através do poderoso poder do pensamento e de atitudes positivas.

Se você está cansado de obter os mesmo resultados, então está na hora de mudar suas atitudes e ideias.

Ao longo do livro são ensinados três passos essenciais para o sucesso: peça, acredite e receba! E, evidentemente, agradeça!

Essa afirmação parece meio infantil e semelhante à ideia que a Xuxa propagava no seu programa de auditório na década de 1990: querer, poder e conseguir! #desenterrei rsrsrs

Vale ressaltar que o primeiro passo ensinado pela autora Rhonda é eliminar a linguagem, as atitudes e os pensamentos negativos que temos e nem nos damos conta.

A obra prega que 1% das coisas está relacionado com o que se passa na sua vida, os outros 99% dizem respeito à forma como você reage à situação. Ou seja, você pode controlar as pequenas coisas e o resto cabe ao outro (interação com o meio).

É interessante a grande quantidade de depoimentos e dicas de personalidades que utilizam a técnica do “O Segredo”. Entre eles estão, Bob Proctor e Lisa Nichols, coaches que trabalham com motivação pessoal.

Se você gosta e/ou conhece as técnicas de coaching, leader traning, treinamento motivacional, poder pessoal, PNL, entre outros, você vai gostar dessa publicação.

A ideia de que tudo que você quer só pode ser feito com muito esforço vai cair por terra! Não estou dizendo que não precisa suar a camisa para conquistar seus sonhos, apenas que seu trabalho pode estar aliado ao pensamento positivo. Você pode entrar em sintonia com o universo de forma a contribuir para que as coisas aconteçam na sua vida.

“Quer você ache que pode, quer ache que não pode, de um jeito ou de outro você está certo.” Henry Ford (1863-1947) – pg. 169

 

As possibilidades da programação neurolínguistica

osegredo_miolo2A PNL parte do pressuposto de que temos todos os recursos de que necessitamos ou então podemos criá-los.

De forma sucinta, a PNL consiste em técnicas para reeducar e ressignificar sua linguagem, pensamentos, experiências e atitudes (comportamentos) de forma a ajudá-lo a levar uma vida mais positiva e feliz. A programação neurolinguística propõe a mudança de percepção que o indivíduo tem do mundo e de si próprio aplicando técnicas de modelagem que transformam o comportamento e as crenças dessa pessoa. É uma ferramenta poderosa de mudança comportamental reconhecida no mundo todo como a fórmula da excelência humana.

Atraindo seus desejos

A Lei da Atração pode é entendida como a prática de atrair para a vida qualquer coisa que o indivíduo dedique atenção, energia e concentração, seja em termos positivos ou negativos. Em termos gerais o universo irá manifestar os desejos da pessoa. Tem tudo a ver com energia e física quântica.

Acredito fielmente que Deus é bom e infinitamente justo, por isso, a única ressalva que faço sobre a Lei da Atração é que tudo que chega até nós é por merecimento. Não creio que nossas conquistas são por pura sorte ou coincidência. Então, temos que fazer por merecer!

Não há dúvida que “você é o que você pensa e acredita”! E o que você pensa (mentaliza) pode determinar o que será atraído para a sua vida. Então tenha muita consciência do que pensar e pedir ao universo.

É fato que, se você se sentir e agir como um vitorioso será bem sucedido em sua vida!

“O Segredo” é um livro “meio” místico, indicado para todas as idades porque também tem tudo a ver com fé (espiritualidade).

“Dê o primeiro passo na fé. Você não precisa ver a escada inteira. Apenas dê o primeiro passo.” Dr. Martin Luther King Jr (1929-1968) – pg. 57

“O Segredo” está dividido em:

  • Prefácio
  • Agradecimentos
  • O Segredo Revelado
  • Como usar O Segredo
  • Exercícios Poderosos
  • O Segredo para o Dinheiro
  • O Segredo para os Relacionamentos
  • O Segredo para Saúde
  • O Segredo para o Mundo
  • O Segredo para Você
  • O Segredo para a Vida
  • Biografias

Espero que você utilize esse livro para atrair coisas boas para sua vida e daqueles que você ama, assim como eu também tenho usado. Posso adiantar que já percebi agradáveis transformações.

Em 2007 foi lançado o documentário homônimo também com o objetivo de ajudar as pessoas a verem as coisas de uma maneira diferente e mudar completamente o seu modo de pensar e se relacionar com seus desejos.

osegredo_capa2 Informações Técnicas

Título original: The Secret – 2006

Autor: Rhonda Byrne

Tradução: O Segredo (Alexandre Martins, Alice Xavier e Marcos José da Cunha)

Número de Páginas: 199 páginas

Editora: Ediouro

Avaliação: Muito Bom

Read Full Post »

Antes de apresentar o livro “Conversando com os Espíritos na Reunião Mediúnica” devemos partir do pressuposto de que entendemos e aceitamos que as pessoas que já partiram da Terra (espíritos/mortos) podem se comunicar conosco.

“Os espíritos que se comunicam nas reuniões mediúnicas são aqueles que animaram corpos humanos aqui na Terra e, agora, se acham na erraticidade, isto é, no intervalo entre duas encarnações. Podem estar esclarecidos ou não quanto à sua situação e, às vezes, ainda se sentirem apegados a lugares ou a pessoas”.

livro_conversando_com_espiritos_na_reuniao_mediunica“Conversando com os Espíritos na Reunião Mediúnica” é extremamente indicado para quem quer aprender ou aprimorar sua tarefa de assistência durante a reunião mediúnica. Entende-se por reunião mediúnica o intercâmbio entre os médiuns (pessoas encarnadas) e espíritos desencarnados (mortos) com assistência dos Benfeitores (Espíritos do Bem: guias, protetores, mentores etc.).

A publicação é fascinante porque ensina como se dá o diálogo entre espíritos encarnados e desencarnados apresentando sugestões que facilitam essa tarefa.

A médium Therezinha Oliveira reuniu nesta obra os conhecimentos de quase 50 anos em atividades como dirigente de grupos mediúnicos em centros espíritas, em especial o Centro Allan Kardec (CEAK) em Campinas, onde ministrava cursos na área.

Compreender a vida após a morte não é tarefa fácil, mas o livro apresenta elementos importantes sobre a passagem para o Plano Espiritual, as principais angústias dos que partiram e como ajudá-los nesta passagem além-túmulo.

Livro_conversando_com_espiritos_na-reuniao_mediunica_conteudo“Conversando com os Espíritos na Reunião Mediúnica” revela, passo a passo, nos moldes da orientação kardecista, as particularidades da mediunidade, os objetivos, as recomendações e até alguns casos reais de comunicação com os espíritos.

O livro é muito instrutivo e bem didático, quase que como um curso escrito sobre como dialogar com a espiritualidade.

A publicação é dividida em três partes: na primeira parte o leitor encontra informações sobre o que é o diálogo; na segunda parte são apresentadas questões a respeito dos espíritos e por último, tomamos contato com os diálogos dos espíritos atendidos em reuniões mediúnicas realizadas no CEAK.

“Conversando com os Espíritos na Reunião Mediúnica” é uma espécie de guia prático e altamente eficaz para aqueles que almejam realizar o diálogo com os espíritos, principalmente para os que estão participando do curso de “Dialogador” ou “Intercambista” oferecidos nos centros espíritas.

Nossa busca por conhecer o além-mundo remonta aos primórdios da humanidade e o diálogo com os espíritos, sem dúvida, é peça chave para o nosso progresso moral e espiritual.

“Na casa espírita, porém, – que é templo, hospital de almas e oficina de serviço espiritual – o propósito primordial do diálogo é o que Deus providencialmente estabeleceu: esclarecer, consolar e confraternizar os seres humanos, encarnados ou não, promovendo o seu progresso moral”.

 

Vale ressaltar que Therezinha Oliveira é autora de inúmeras obras voltadas aos estudos do Espiritismo à luz da codificação de Allan Kardec. Seu livro “Conversando com os Espíritos na Reunião Mediúnica” possui 215 páginas, foi publicado pela Editora Allan Kardec e é composto por:

Apresentação

PRIMEIRA PARTE: CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES

  1. O diálogo com os espíritos
  2. Como Kardec dialogava
  3. O que aprendemos dialogando com os espíritos
  4. Os espíritos comunicantes
  5. Os médiuns
  6. O dialogador e o grupo mediúnico

SEGUNDA PARTE: O ANDAMENTO DO DIÁLOGO

  1. Começando o diálogo
  2. Durante o diálogo
  3. Recursos auxiliares
  4. Os espíritos bons
  5. Os espíritos maus
  6. Os sofredores e os perturbados
  7. Os obsessores
  8. O diálogo na desobsessão
  9. Pretos-velhos, índios e caboclos
  10. Concluindo a manifestação

TERCEIRA PARTE: EXEMPLOS E CASOS

  1. Que exemplos vamos oferecer
  2. Não sofriam. Mas algo lhes faltava
  3. O espírito precisa disso?
  4. “Esse corpo não é meu”
  5. Mãe de fi lhos pequeninos
  6. Quando o espírito se sente criança
  7. Como será um anjo?
  8. Na sala de anatomia
  9. Despertando para a verdade
  10. Atendendo um psiquiatra
  11. Como um brilhante no lodo
  12. Ela estava na UTI
  13. Suicida “por amor”
  14. Não era o céu
  15. Matava para alimentar a família
  16. Uma identidade comprovada
  17. Agindo a mando de outros
  18. Surpresa no hospital
  19. Todos querem a felicidade
  20. Meu nome é “mágoa”!
  21. O ódio prende tanto quanto o amor
  22. Dialogando com adversários
  23. Atitudes das “trevas”
  24. Xifopagia no além
  25. Um espírito agradecido

Bibliografia

Essa obra pode ser encontrada na Livraria Cultura Espírita União (CEU) por R$ 39,00.

Se você gostou deste post, leia também:

Read Full Post »

livro_terapia_pelos_passesO livro “Terapia pelos Passes” é dessas obras espíritas obrigatórias para quem acredita e quer praticar a terapia de cura através das mãos.

Eu li no ano passado durante o curso de Passe que fiz na Casa de Jesus (Os Seareiros), então a resenha está super-mega atrasada.

“Terapia pelos Passes” integra o projeto Manoel Philomeno de Miranda criado em Salvador/BA que tem como finalidade dar apoio e treinamento aos trabalhadores da Área Mediúnica dos Centros Espíritas da região, principalmente, o Centro  Espírita  Caminho da Redenção.

O passe é uma técnica simples de cura através da imposição das mãos. É considerada uma terapia alternativa de manipulação energética de fluidos que gera excelentes resultados.

Em fevereiro deste ano passei a aplicar o passe na Casa de Jesus e digo que não há realização maior do que doar amor e energia magnetizada (bioenergia) para aqueles que frequentam o local. Sinto-me abençoada pela oportunidade de estar em contato com o próximo e também receber iluminação.

20140920_141826É bom lembrar que o ensinamento do Mestre Jesus, sobre o fenômeno da cura, prega que ela não depende de ninguém e sim do seu merecimento e credulidade: “a tua fé te curou”.

Ao final da obra o leitor é premiado com uma maravilhosa entrevista com o médium Divaldo Franco (confira o vídeo) que fala sobre a técnica de passe, os bons Espíritos assistentes, dicas para a realização do passe em reuniões mediúnicas, entre outros assuntos pertinentes.

O livro é ótimo, com linguagem simples e muito instrutiva: alimento para a alma e a mente! Ele tem 120 páginas, foi publicado pela Livraria Espírita Alvorada Editora (Leal) e está na sua 9ª edição (2012). Ele é composto pelos seguintes capítulos:

    • Apresentação
    • Terapia pelos Passes
    • Breve Histórico do Magnetismo
    • Interação Espírito, Perispírito e Corpo
    • Fluídos
    • Mediunidade Curadora e Cirurgias Espirituais
    • Objetivos, Mecanismos de ação e Resultados
    • O Dar e o Receber
    • A respeito das Técnicas
    • Entrevista com Divaldo Franco
    • Passes em Reuniões Mediúnicas (Entrevistas)
    • A ajuda de Deus
    • Biografia de Manoel Philomeno de Miranda

 

livro_terapia_pelos_passes_conteudo

Boa leitura! #eurecomendo

“Terapia pelos Passes” pode ser encontrado a R$ 10,40 na Livraria Cultura Espírita União (CEU) em www.ceu.com.br.

 

Se você gostou deste post, leia também:

Read Full Post »

Eu não acredito nisso, mas é a mais pura verdade: fiquei pouco mais de três meses sem fazer uma única postagem. Somado a isso tenho que postar as resenhas dos livros que li em 2013… Isso mesmo, no ano passado. É muito atraso! #muitacorreria #vergonha

Mas vamos lá, porque esse espaço não é sobre publicação em quantidade, mas sim de qualidade.

Neste período anotei dezenas de novas ideias para futuras postagens, cataloguei todas no Evernote e estou me programando para redigi-las e publicá-las. Ainda este ano!!! Espero! rsrsrs

Vamos resenhar porque tenho muitos livros para falar. Todos da “orgia” literária que tive no 8º Festival do Livro Espírita do Centro Allan Kardec (CEAK) em Campinas, realizada em outubro do ano passado.

Livro_passes_e_curas_espirituaisMinha dica é o livro espírita “Passes e Curas Espirituais” de Wenefledo de Toledo.

Essa é uma obra técnica completa para aqueles que pretendem aplicar, receber ou conhecer a terapia alternativa do passe espírita.

Tomei contato com o livro “Passes e Curas Espirituais” por ser leitura indispensável para o curso de Passe que frequentei na Casa de Jesus (Os Seareiros).

O título é bem técnico, com ilustrações explicativas e sistematizadas por áreas de importância na aplicação do passe. A publicação contém 17 lições que abordam os mais variados assuntos relacionados à terapêutica, sendo dividida em três partes: a primeira fala sobre os princípios fundamentais do Espiritismo; a segunda traz informações sobre patologia, estudos dos chacras e centros de forças, manipulação fluidica, preparo do médium e do paciente, técnica de aplicação do passe etc.; e a última parte discorre sobre influenciações espirituais, tratamento e sensibilidade mediúnica.

É uma obra extremamente completa e que retrata com grande objetividade a diversidade do tema. Pode confiar porque a leitura é fácil e bem ilustrativa!

“O doente curado e não doutrinado, tão logo sinta-se restabelecido, esquece o sofrimento por que passou, retorna aos erros anteriores e atrai novamente a mesma enfermidade e, às vezes ainda, mais agravada. O doente não doutrinado nos ensinos de nosso Senhor Jesus Cristo, recebe a cura como se ela viesse puramente das mãos de um médico qualquer que, tendo-lhe pago o trabalho, nenhuma obrigação mais lhe resta. O salário que Jesus cobra está no pagamento das nossas dívidas morais, na reconquista do nosso próprio espírito faltoso perante Deus, nosso Pai Celestial, onde provém a nossa elevação para os planos divinos”. 

Sobre o passe:

livro_passes_e_curas_espirituais_conteudo

O passe consiste na magnetização de fluidos (bioenergéticos) através da imposição das mãos. Lembrando que tudo é mente e tudo é vibração o passe pode ser considerado a transfusão de energias fisiopsíquicas. Por isso, o autor Wenefledo de Toledo faz sérias considerações para o médium passista, tendo em vista sua grande responsabilidade moral e espiritual nesse processo. Desta forma ele sugere que o praticante necessita:

  1. Ter grande domínio sobre si mesmo;
  2. Espontâneo equilíbrio de sentimentos;
  3. Acentuado amor aos semelhantes;
  4. Alta compreensão da vida;
  5. Fé vigorosa;
  6. Profunda confiança no Poder Divino.

“Passes e Curas Espirituais” ensina as variadas técnicas de aplicação do passe com foco na energização dos centros de forças (chacras). É uma obra completa de autoajuda e orientação para o passista comprometido com a Luz Divina.

A publicação é da Editora Pensamento-Cultrix, tem 176, está na sua 33ª reimpressão (2013) e custa R$ 18,40 na Livraria Cultura Espírita União (CEU) em www.ceu.com.br.

 

 

Se você gostou deste post, leia também:

Read Full Post »

101-dias-bagda

O livro “101 dias em Bagdá” é uma daquelas obras que tira o nosso fôlego e nos projeta para o tempo e espaço relatados.

Então, para apresentar este fascinante livro farei um post diferente: utilizarei a técnica jornalística de construção do Lead, que consiste em seis perguntas básicas que devem ser respondidas na elaboração de uma matéria, são elas: “O quê?”, “Quem?”, “Quando?”, “Onde?”, “Como?” e “Por que?”. Com elas é possível, de início, fornecer as principais informações ao leitor de forma concisa.

De posse desta teoria tentarei transmitir o máximo de informações sobre o instigante livro “101 dias em Bagdá”.

O quê? – o fato ocorrido:

Åsne Seierstad relatou em “101 dias em Bagdá” suas experiências jornalísticas antes, durante e depois dos ataques americanos ao Iraque.

No Prólogo Asne explica que “A guerra raras vezes pode ser captada na sua totalidade ou entendida plenamente pela reportagem de momento. Assim como uma rigorosa análise política não pode expressar a tragédia de ver um filho morto por um míssil”.

No livro ela faz um relato comovente da ditadura imposta por Saddam Hussein; o massacre promovido pelas tropas norte-americanas durante a guerra, que não poupou nem os civis e a tragédia vivida pela população pós-guerra, que esperava a desocupação do território e a tão sonhada liberdade prometida pelo governo dos EUA.

Quem? – o personagem envolvido:

Escrito pela jornalista norueguesa Åsne Seierstad, nascida em 1970. Autora da obra “O Livreiro de Cabul” e correspondente de guerra desde 1994, cobrindo diversos confrontos internacionais para os meios de comunicação escandivanos, holandeses e alemães, que lhe renderam importantes prêmios.

A jornalista não poupou adjetivos para descrever o governo iraquiano e sua política extremamente repressiva, colhendo informações da população que mesmo sem dizer muitas palavras, com gestos, posturas e olhares denunciavam a dolorosa situação vivida.

Nesta pergunta também cabe dizer também que o quem refere-se ao povo iraquiano, personagem protagonista do livro.

Onde e quando? – o local e o momento do fato:

Åsne Seierstad esteve em Bagdá, capital do Iraque, para cobrir o confronto armado entre as duas nações, EUA x Iraque, entre janeiro e abril de 2003, ou seja, por 101 dias. Daí o nome “101 dias em Bagdá”.

Por que? – a causa do fato:

Nesse  tópico eu poderia tentar explicar a causa da guerra entre os dois países. Mas o relato seria longo e não é o objetivo deste post. Então, lhe darei três motivos tirados dos relatos do próprio livro e, com isso, espero convencê-lo do porquê você deve ler “101 dias em Bagdá”.

O primeiro relato está na voz da própria autora ao explicar que:

“Não existe verdade absoluta sobre a guerra do Iraque. Ou melhor, há milhões de relato verdadeiros e, possivelmente, um igual número de mentiras. A minha tarefa, como jornalista em pleno caos bélico, não foi julgar, prever ou analisar; mas sim olhar, perguntar e contar. A minha maior vantagem foi estar ali, com meus olhos e ouvidos”. (Prólogo).

O segundo relato é uma descrição do conflito armado:

“Do quarto ao lado chegam fortes gritos e leves reclamações. Os gritos vêm de Warda, uma menina de 12 anos. As suas pernas ficaram cheias de estilhaços e levaram horas para tirá-los; agora é preciso limpar as feridas. Arde, e a menina geme e esperneia desesperadamente, enquanto os médicos seguram as suas pernas. A menina chora de dor.

Na cama ao lado está a tia de Warda,  Hanan, que dará à luz dentro de um mês. Tem uma perna esmagada, mas os médicos não querem lhe dar analgésicos, porque podem prejudicar o bebê. Hanan se contorce com dores, revira os olhos e as lágrimas inundam o seu rosto. A camisola está ensopada.

101-dias-bagda_trecho

– Ai, dói muito, dói muito! – grita.

Os gritos da mulher grávida são abafados por um grupo barulhento que entra no quarto. São enfermeiras e auxiliares entoando slogans de punhos erguidos. “Saddam Hussein, o seu nome é honra. Saddam Hussein, um dedo da sua mão vale mais que os EUA”, gritam as mulheres que começam a dançar, sapateando e batendo palmas. Os pacientes em melhor estado de saúde unem-se ao coro e fazem gestos ameaçadores com os punhos. A rádio estatal está de visita. Um homem segura um grande microfone para gravar os slogans e entrevista pacientes e equipe médica sobre a guerra, Saddam Hussein e os Estados Unidos. Alguns pacientes viram a cara quando o homem da rádio não os vê. Entreolham-se com expressões vazias, são as primeiras vítimas da guerra”. (pgs. 218-219)

E por último, um relato surpreendente sobre o real motivo da guerra:

“Não tenho certeza de que esta guerra seja justa – confessou. – Estive pensando, no deserto, no que estamos fazendo. Sou contra o terrorismo, obviamente, mas o que esses iraquianos têm a ver com o terrorismo? – disse e olhou as câmeras que estavam em cima do concreto. – Acho que tudo isto é por causa do petróleo. Já viu o caos? O único ministério que protegemos é o do Petróleo. Os outros são saqueados e queimados. Quando saímos para patrulhar, vejo que a população está mais hostil a nós. Já não somos bem-vindos. E você o que acha?

– Bom, o que ouço os iraquianos dizerem é que esperam que vocês não fiquem aqui por muito tempo.

– Isso é o que também espero – suspirou o jovem soldado. – I want to go home. Quero sair do exército. Alistar-me foi a maior estupidez que já fiz na minha vida”. (pgs. 375-376)

Com esses três motivos, espero convencê-lo a conhecer a intrigante história do povo iraquiano em “101 dias em Bagdá”, que sob o olhar de Åsne Seierstad apresenta uma nação marcada pela contradição socioeconômica: concentração de riqueza, poder e repressão pelo governo e miséria, abandono e medo da parte da população. E, independente da situação conflitante, o povo continuava mantendo um alto grau de convicção e fé no Islamismo; desavenças com os católicos e judeus e adoração ao Saddam Hussein – considerado o senhor de todas as coisas e dono de todos, um legítimo faraó.

Como? – o modo como o fato ocorreu:

Aqui darei dois exemplos: “como o livro ocorreu” e “como a guerra aconteceu”.

Segundo sinopse da Editora Record o livro ocorreu: “Da mesma forma que em “O livreiro de Cabul”, desde o momento em que chegou a Bagdá; com um visto de dez dias, a autora  estava determinada a descobrir os novos segredos daquela terra antiga e a conhecer as condições reais de vida dos iraquianos. “101 dias em Bagdá” apresenta ao leitor a vida cotidiana sob a constante ameaça de ataques — primeiro do governo iraquiano e depois dos bombardeios americanos. Passando do silêncio ensurdecedor da era de Saddam Hussein às explosões que interromperam o fornecimento de eletricidade, água e outros serviços essenciais no país, Seierstad revela o que acontece às pessoas diante de situações-limite: do que sentem mais falta quando seu mundo se transforma num campo de guerra? O que denunciam quando não há; censura?. A autora traz à vida um elenco de personagens inesquecíveis – o burocrata responsável pelo atendimento aos jornalistas estrangeiros, Uday al-Tay; Zahra, mãe de três filhos; Aliya, guia e intérprete que se tornou amigo. Ao confiar em uma mulher européia sem roteiro preestabelecido, esses e outros iraquianos desabafam e narram acontecimentos jamais reportados nos jornais e redes de televisão”.

E por fim, como a guerra ocorreu: acredito que, assim como todas as outras guerras de que temos notícias, o conflito armado entre EUA x Iraque é fruto da disputa de poder e dominação entre duas nações, ou seja, para ser mais realista, de petróleo.

Neste caso, utilizarei mais um trecho interessante do livro e que explica bem essa minha opinião porque diz respeito à situação financeira do país frente à ameaça de eclosão da guerra:

“– A não ser que a guerra se prolongue – prognostica um corretor que viveu 14 anos em Londres, onde se doutorou em economia. – Londres é a minha outra casa – afirma sem deixar por isso de se gabar da resistência dos iraquianos. – Temos 250 mil soldados a ameaçarem as nossas fronteiras e, em vez de fugir, as pessoas investem na bolsa. É impressionante, não acha? Que venham os norte-americanos, se o que querem não é outra coisa senão as nossas riquezas – diz com o seu educado sotaque londrino”. (pg. 54).

Para finalizar, digo que “101 dias em Bagdá” é um livro que desperta reflexões sobre o universo do Islamismo e, principalmente, o regime de cerca de 25 anos de Saddam Hussein, além de nos ajudar a buscar maneiras de entender e também questionar as ações político-econômicas das nações dominantes, no caso os EUA. Bem como, analisar o valor das liberdades de imprensa e de expressão, da democracia e a importância da reportagem jornalística numa situação crítica onde o mundo espera notícias de tragédias anunciadas.

101 dias em Bagdá

Editora: Record

Ano: 2006

Páginas: 383

Acesse a comunidade de leitores do livro “101 dias em Bagdá” no Skoob

Read Full Post »

Livro_ACONTECEU_NA_CASA_ESPIRITA

O livro “Aconteceu na Casa Espírita” é destas literaturas mediúnicas que você lê numa “sentada só”. Psicografado pelo médium Emanuel Cristiano e ditado pelo Espírito Nora a obra traz 167 páginas para serem devoradas rapidamente justificadas pela proximidade do diálogo, simplicidade das palavras e pureza dos ensinamentos.

A história se passa numa Casa Espírita que se vê atacada por uma ordem de espíritos desencarnados recrudescidos no mal. Isso se dá através de obsessores que atacam os tarefeiros desta casa instigando suas vaidades, orgulhos e descrenças.

A fascinação instaurada no espaço por uma falange de desordeiros faz com que os tarefeiros caiam em armadilhas espirituais cedendo às tentações emocionais e carnais.

Essa história nos estimula a refletir sobre nossas posturas ética, moral e espiritual diante das adversidades e crises da vida e, principalmente, que apesar de ser um lugar de iluminação e socorro espiritual, a Casa Espírita também está sujeita às inconvenientes desarmonias espirituais por conta dos deslizes dos seus trabalhadores. Desta forma, ela não é só um lugar para revigorar nossas energias, conectar-se com o divino e de divulgação e prática do Espiritismo, mas também um recinto que deve estar em nossas preces por ser um espaço de iluminação construído através da fé de seres humanos imperfeitos.

“Aconteceu na Casa Espírita” conta uma história com personagens reais que muito se assemelha às experiências que passamos em nossas vidas, ou seja, são testemunhos de situações de provas, expiações, reparações e abençoadas missões.

A obra reforça a necessidade de praticarmos diariamente a Reforma Íntima através do difícil, mas necessário ensinamento “Orai e Vigiai”.

“… as Casas Espíritas devem privar pela simplicidade, aplicando em suas construções e interiores o básico para o estudo, divulgação e prática do Consolador, pois que não adianta usar tecnologia de ponta na construção das paredes, móveis finos representando a aristocracia da época, objetos de arte para ostentação, se não houver um compromisso com aquele, que no mundo, ocupara o título de filho de carpinteiro. Se agirmos com preocupação exagerada em oferecermos conforto que leva ao ócio, estaremos fugindo dos objetivos propostos por Jesus, esquecendo-nos de que a verdadeira fortaleza de uma Casa Espírita, do ponto de vista da sua função na Terra, não está nos alicerces de concreto, e sim no estudo e vivência do aspecto doutrinário, esse sim deverá ser colocado em evidência, fortalecendo moralmente os adeptos da Terceira Revolução, contribuindo para o esclarecimento e entendimento do que seja realmente o Espiritismo, o que é o Centro Espírita, quais as suas responsabilidades e sagrada importância como representante do Cristo no planeta”. Trecho do Prefácio (pg. XI)

A obra “Aconteceu na Casa Espírita” é composta pelos capítulos:

  • À Guisa do Prefácio
  • Templos
  • Aconselhando o Médium
  • Das Reuniões e das Sociedades Espíritas
  • Infiltração Programada
  • Avaliando a Ameaça
  • Orientando os Encarnados
  • Iniciando o Ataque
  • Estimulando a Vaidade
  • Intervenção Superiors
  • Verificando os Resultados
  • Cedendo à Tentação
  • Entre Mensagens e Críticas
  • Fascinação
  • No Auge da Crise
  • Reação das Trevas
  • Fraternidade e Vigilância
  • Última Tentativa
  • O Bem Vitorioso
  • Socorrendo o Vencido

A publicação é da Editora Allan Kardec pertencente ao Centro Espírita Allan Kardec de Campinas/SP.

Ela me foi emprestada por uma colega do curso de Doutrina Espírita e muito recomendada por nossa instrutora e amigos. Aproveito para agradecer o empréstimo e a indicação porque o livro é realmente instrutivo e interessante.

Boa Leitura!

Read Full Post »

O livro “A Cabana”, de William P. Young publicado pela editora Sextante, é dessas obras em que a leitura não se encerra na última página. Ele continua através de uma intenção maior propagada pelo “Projeto Missy”, para aqueles que se sentiram tocados e querem compartilhar as ideias da publicação e suas experiências pessoais.

“A cabana” naturalmente ocupou o topo da lista de livros mais vendidos no Brasil em 2009 e, desde então, figura entre as publicações mais lidas no país porque traz um enredo ficcional intrinsicamente ligado à espiritualidade.

Ele conta a história de Mack Allen Phillips com foco em sua filha mais nova que “durante uma viagem de fim de semana é raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas numa cabana abandonada. Após quatro anos, Mack recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia. Mesmo desconfiado, ele vai ao local do crime numa tarde de inverno e enfrenta o cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre. As respostas encontradas vão surpreender e podem transformar sua vida de forma tão profunda quanto transformou a de Mack. Você vai querer partilhar este livro com todas as pessoas que ama” (sinopse).

Livro "A Cabana"

Ao longo do livro Mack é acolhido pela Santíssima Trindade (Deus, Jesus Cristo e o Espírito Santo) – diferente daquela apregoada pela Igreja Católica, porque são seres de carne e osso e não só espíritos – que ajudam-no a reencontrar sua paz de espírito e a fé na vida. E, principalmente, a aceitar melhor os desígnios de divinos. A transformação de Mack se dá através da confiança, paciência, palavras e gestos carinhosos de Papai (Deus).

Apesar da “A cabana” ser um romance que se propõe a lançar luz sobre questões como vida, morte, dor, maldade, santidade, perdão, fé, responsabilidade, reconciliação, graça, independência x livre arbítrio, amor e redenção é preciso ter em mente que se trata de uma obra ficcional, escrita por um teólogo.  

Em minha opinião o livro traz um enredo simples, contagiante e próximo das dores humanas, mas peca em alguns diálogos engenhosos, porém enfadonhos que não chegam a lugar nenhum. Sem contar que, responder sobre Deus e a Terra não é tarefa fácil porque nem tudo tem resposta certa ou aparente, já que muitas delas estão em nossos corações revestidas de fé. Entretanto, o livro estimula as discussões que podem ajudar em nossas reflexões sobre o poder de Deus em nossas vidas.

Recomendo a leitura porque “A cabana” é uma boa literatura e reforço que não se trata de um livro verídico, mas baseado em sentimentos e intenções boas reforçadas por uma ideia de autoajuda “humanitária”. A obra é apoiada por infalíveis técnicas de marketing, por leitores fiéis entusiasmados com a ideia – comparados ao conceito marqueteiro de advogados da marca – e pela divulgação estratégica da mídia.

O livro “A cabana” tem 240 páginas e é composto dos seguintes capítulos:

  1. Prefácio
  2. Uma influência de caminhos
  3. A escuridão se aproxima
  4. O mergulho
  5. A grande tristeza
  6. Adivinhe quem vem para jantar
  7. Aula de voo
  8. Deus no cais
  9. Um café da manhã de campeões
  10. Há muito tempo, num jardim, muito distante
  11. Andando sobre a água
  12. Olha o juiz aí, gente
  13. Na barriga das feras
  14. Um encontro de corações
  15. Verbos e outras liberdades
  16. Um festival de amigos
  17. Manhã de tristezas
  18. Escolhas do coração
  19. Ondulações se espalhando
  20. Posfácio
  21. Agradecimentos

Mais de “A cabana” – www.theshackbook.com

Então para complementar minha experiência com este best-seller vou responder as quatro perguntas/recomendações que o livro faz ao fim de sua leitura:

1 – Conte como você se sente com relação ao livro “A cabana”:

Site A cabana

Gostei do livro, me emocionei diante de alguns trechos, compartilhei a Grande Tristeza de Mack – porque também perdi alguém que muito amo – e reforcei minhas convicções de que Deus não é aquele velhinho de barba sentado em sua cadeira entalhada olhando para suas “criaturas” imperfeitas e, sim, uma força maior que nos guia e nos protege a todo tempo.

Dentro do contexto em que ele se apresenta – ajudar as pessoas a entendem suas dores – ele deixa a desejar porque traz um conceito muito fraco dos desígnios de Deus e sua relação com o livre arbítrio dos seres humanos. Apesar de tentar ele não consegue responder boa parte das questões que perturbam a humanidade: bem, mal, céu, inferno, Deus, Jesus, Espírito Santo, ideias presentes da religião cristã.

Embora se proponha a responder “Se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar nosso sofrimento?” ele não consegue com a exatidão que os leitores precisam ou buscam. Acredito que esta resposta está dentro de cada um, independente da sua religião.

2 – Leia o Blog do Willie:

Blog Willie

Visitei o Blog do Willie, autor do livro, e conheci algumas histórias de pessoas que compartilharam sua dor, sua força interior e fé na vida e outras tantas que reencontraram uma razão de viver através da consagração com Deus. São histórias que expõem as mais variadas crenças.

Além disso, o blog traz informações interessantes sobre o autor, seus projetos e obras literárias e formas de compartilhar as ideias do livro e as histórias dos leitores. O Blog do Willie está em inglês, mas realmente vale uma sua visita.

3 – Conte suas ideias e discuta o livro com outros leitores no Fórum “A cabana”:

Bom sobre isso, caro Willie, ainda não tive tempo porque o Fórum têm centenas de postagens opiniões, ideias e informações que demanda mais aprofundamento. No momento, vou ficar devendo!

4 – Descubra as últimas novidades do Projeto Missy

No site do livro www.theshackbook.com você encontra formas de ajudar a compartilhar as ideias desta obra e ampliar a rede de leitores do livro. É através desta rede de compartilhamento de informações que o livro ganha repercussão e alavanca também suas vendas, sob pretexto de “curar as dores” da humanidade.

Vale dizer que, apesar de se travestir de um projeto que busca ajudar a humanidade a encontrar o caminho da compaixão, do perdão e da fé o livro, sem dúvida, acaba sendo uma grande estratégia de marketing também.

Reafirmo que “A cabana” é um livro interessante que deve ser lido com o coração e mentes abertas, mas com um olhar reflexivo.

Sobre o autor

William Paul Young nasceu no Canadá e foi criado pelos pais missionários numa tribo nas montanhas do que era a Nova Guiné. Anos depois, as mortes do irmão mais novo e de uma jovem sobrinha o deixaram completamente destroçado.

Há um ano e meio atrás, Young, que assina como Willie no livro tinha três empregos. Desde essa altura até agora, a vida do autor deu uma enorme reviravolta.

Atualmente, ele vive com a família, no estado de Oregon, nos EUA.

Young também publicou “A Cabana: reflexões para cada dia do ano” e “Travessia“. E inspirou vários livros de reflexões, pesquisas e complementações sobre “A cabana”, entre eles “Deus e a Cabana”.

Obs.: Esse livro me foi emprestado por um amigo que disse que ao ler pensou em mim e na minha história de perda recente, então deveria lê-lo. De fato, o livro tem requintes apreciados por mim: polêmica, religiosidade, espiritualidade e quebra de conceitos e paradgmas.

Read Full Post »

Older Posts »

%d blogueiros gostam disto: