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Archive for the ‘Negro’ Category

O bonde da cultura Hip Hop, mais especificadamente, da Dança Urbana (Dança de Rua ou Street Dance) vai estacionar nas Olimpíadas Rio 2016 para levar muitas atrações artísticas e culturais para os turistas e os cariocas.

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Battle Of The Year Brazil (BOTY) 2010 / Crédito: Fernanda Sunega

Começa no dia 6 e vai até 11 de agosto o festival de Dança Urbana “Battle Brazil – Edição Especial”, na Escola Nacional do Circo, no Rio de Janeiro. A atração integra a programação de mostras culturais organizada pela Funarte.

O objetivo da atividade é promover o intercâmbio artístico-cultural entre grupos de Dança de Rua brasileiros por meio de apresentações de grupos (crews) de Hip Hop de renome internacional vindos de quatro estados brasileiros. A atração integra o calendário de mostras artísticas e culturais organizado pela Funarte.

Organizada pela Cia Eclipse Cultura e Arte, a “Battle Brazil” é considerada a maior competição nacional de Dança de Rua (Street Dance) realizada em Campinas/SP. Mas desta vez, não haverá competição porque a mostra de dança integrará o calendário de atrações artístico-culturais dos Jogos Olímpicos 2016.

Durante o evento os grupos irão oferecer oficinas, palestras, batalhas shows e espetáculos de danças para propagar seus trabalhos e iniciativas culturais. A proposta da “Battle Brazil – Edição Especial” não é ser somente uma mostra, mas incentivar a interação entre os grupos de forma a divulgar o talento desses artistas.

Participam da mostra 12 grupos de danças oriundos das regiões Sudeste, Sul e Centro Oeste. Sendo eles: MOS Crew, de Campinas/SP; Original Rocking, de Poços de Caldas/MG; Still Contact, de Curitiba/PR; Resistência Ativa, de Anápolis/GO; The Killers, de São Paulo/SP; Street Son, de São Paulo/SP; Crewest, de Franco da Rocha/SP; Super Star B.Boys, de Colombo/PR; Browns Boggie, de Campinas/SP;  Pânico Krumpers, de Campinas/SP, Companhia Híbrida/RJ e Cia Eclipse Cultura e Arte, de Campinas/SP. Além do MC Uiu e os DJ’s JP Black e Negresco.

Além de espetáculos, a “Battle Brasil – Edição Especial” oferecerá palestras e oficinas aplicadas pelos grupos convidados. A intenção é oferecer um espaço para a troca de saberes e vivências culturais e artísticas, além de estimular a interação com a comunidade artística carioca e, principalmente, com turistas que participarão das Olimpíadas Rio 2016.

Serão realizadas oficinas de “Danças Urbanas Estilo Popping” e “Danças Urbanas Estilo Krump” e uma palestra sobre “Danças Urbanas no Brasil”

 

Batalha Show Danças Urbanas

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Breaking, Popping, Krump e outros gêneros serão apresentados na edição especial da Battle Brazil / Crédito: Gustavo Brito

Batalhas Show são apresentações demonstrativas sem competições, apesar da denominação “batalha”. Elas apresentarão ao público diferentes estilos de Dança Urbana, formas de expressão e performances dos dançarinos, bem como gêneros musicais variados que compõem estas danças.

Durante a programação serão apresentadas coreografias com temáticas diversas enfatizando vários estilos de dança, que nasceram com a Cultura Hip Hop na década de 70 nos Estados Unidos, mas que assumem características regionais em cada lugar do mundo.

A Escola Nacional do Circo será palco de artistas-atletas que realizarão performances com saltos, giros, movimentos acrobáticos musicados com muita energia, ritmo e sentimento do original Hip Hop.

 

Espetáculos de Dança

Espetaculo Impermanência / Crédito: Samuel Lorenzetti

Espetáculo Impermanência / Crédito: Samuel Lorenzetti

Durante a mostra, será possível assistir ao espetáculo “Impermanência”, interpretado pela Cia Eclipse Cultura e Arte. O espetáculo revela como a impermanência influencia tanto a nossa vida, como também o ambiente, porque tudo está em constante mutação. A impermanência invade nossa existência e faz parte de nossa condição humana. Através dela é possível abdicar de apegos e medos, vivenciando a renúncia, a aceitação e a instabilidade.

Esse espetáculo foi premiado pelo ProAC (Programa de Ação Cultural) Circulação Dança 2015 da Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo.

Já o espetáculo “Olho Nu”, terceira parte da trilogia que discute Hip Hop e fragilidade, traz  como mote o desejo de desnudar o dançarino de rua, ressaltando as fragilidades deste corpo potente e, ao mesmo tempo, revelar todo o potencial criativo existente por trás destas fragilidades. Na cena, a repetição que busca transformação, busca também por formas de composição que extrapolem o lugar comum dessa técnica levando à reflexão sobre este corpo que se atém no papel de entreter e atender expectativas daquele que assiste.

A montagem foi criada pela Companhia Híbrida, fundada em 2007 na cidade do Rio de Janeiro, pelo diretor e coreógrafo Renato Cruz. Desde o inicio, a proposta desta Companhia reside em desenvolver uma pesquisa singular misturando diferentes linguagens artísticas, tais como as Danças Urbanas, a dança Contemporânea, a linguagem teatral e tudo mais que possa servir como base para materialização de novas ideias.

 

Jam – Encontro de Confraternização

Durante a Battle Brazil será realizado um encontro de Jam, com confraternização e intercâmbio cultural dos artistas convidados com os dançarinos do Rio de Janeiro ou outros que estejam na cidade, como turistas, e queiram integrar o palco para apresentação improvisada.

 

Breve histórico da Cia Eclipse Cultura e Arte

Eclipse Cultura e Arte

Eclipse Cultura e Arte / Divulgação

Criada em 2002 na cidade de Campinas/SP, a companhia tem sido premiada nacional e internacionalmente por espetáculos e projetos realizados em Dança Urbana.

A Cia Eclipse Cultura e Arte realiza pesquisas artístico-culturais para criação de peças, espetáculos, performances e intervenções; desenvolvendo os diferentes estilos de Danças Urbanas, sua especialidade, mesclado com técnicas de ginástica acrobática, circo, teatro, entre outras linguagens artísticas que contribuem com a iniciativa proposta.

A companhia é organizadora do Campinas Street Dance Festival, festival oficial de Dança de Rua que entrou para o calendário anual da cidade, e da Battle Of The Year Brazil, etapa nacional da competição conhecida como a Copa do Mundo da Dança de Rua, cuja final é realizada na Alemanha desde 1990.

A Cia Eclipse desenvolve projeto de formação e iniciação em Danças Urbanas com aulas gratuitas oferecidas por dançarinos e coreógrafos voluntários. Os encontros acontecem aos sábados à tarde na Estação Cultura de Campinas e na Casa de Hip Hop de Campinas.

A Cia Eclipse Cultura e Arte foi fundada e é dirigida pelos coreógrafos e bailarinos Ana Cristina e Kico Brown. Em 2011, eles lançaram o livro “Dança de Rua” que apresenta um estudo sobre uma das maiores manifestações culturais que influenciou e influencia a juventude do mundo inteiro, o Hip Hop.

Mais informações sobre a companhia em www.eclipse.art.br.

 

Mostra Funarte de Festivais

A Battle Brazil – Edição Especial foi contemplada pelo edital da Funarte (Fundação Nacional das Artes), que selecionou projetos de âmbito nacional, para compor a programação artística de três espaços da fundação na cidade do Rio de Janeiro: Teatro Dulcina, Teatro Cacilda Becker e Escola Nacional de Circo durante os Jogos Olímpicos 2016. A programação deverá ser realizada entre os dias 30 de julho a 4 de setembro.

Com essa iniciativa, o MinC (Ministério da Cultura) e a Funarte pretendem dar ampla visibilidade a uma importante rede de difusão, formação e promoção do acesso à diversidade da produção artística brasileira, constituída pelos festivais nacionais de Circo, Dança, Teatro e suas transversalidades.

 

PROGRAMAÇÃO

06/08 (sábado)

  • 19h: Showcases de Breaking

07/08 (domingo)

  • 16 às 19h: Jam – Encontro de Dançarinos (confraternização e interação)
  • 19 às 21h: Batalha Show de Danças Urbanas

09/08 (terça-feira)

  • 16 às 17h30: Oficina “Danças Urbanas Estilo Popping”
  • 17h30 às 19h: Palestra “Danças Urbanas no Brasil”
  • 19 às 20h30: Oficina “Danças Urbanas Estilo Krump”

10/08 (quarta-feira)

  • 19 às 20h: Espetáculo IMPERMANÊNCIA – Cia Eclipse Cultura e Arte/SP

11/08 (quinta-feira)

  • 19 às 20h: Espetáculo OLHO NU – Companhia Híbrida/RJ

 

Todas as atrações são gratuitas e a programação completa pode ser conferida em www.battlebrazil.com.br.

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Tereza de Benguela / Google Imagens

Nesta segunda-feira, 25 de julho, celebramos o Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha. A data foi criada em 25 de julho de 1992, no I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, em Santo Domingos, República Dominicana, para marcar, internacionalmente, a luta e a resistência da mulher negra.

Para destacar essa importante data, a Frente de Mulheres Negras de Campinas e Região promove de 25 a 31 de julho atividades para compartilhar suas percepções afro latinas, negras e feministas a respeito dos temas como: Cultura, Direitos e Políticas Públicas, Militância e Sexualidade.

Durante a semana serão lançados a Revista da Frente de Mulheres Negras de Campinas e Região e o documentário “Em Marcha Sempre”. A publicação é fruto do acúmulo de conversas e vivências das mulheres negras que integram a frente e os textos escritos lançam reflexões sobre Cultura, Ancestralidade, Atualidades, Trabalho, Sexualidade e Educação.

No Brasil a Lei nº 12.987/14 instituiu o 25 de julho como o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Ela foi uma líder quilombola que viveu no atual estado do Mato Grosso durante o século 18 e tornou-se rainha do Quilombo Quariterê após a morte de seu marido. Sob sua liderança a comunidade negra e indígena resistiu à escravidão por duas décadas, sobrevivendo até 1770, quando o quilombo foi destruído pelas forças de Luiz Pinto de Souza Coutinho.

Vale destacar que, apesar de muitas mulheres negras serem bem mais qualificadas e investir mais tempo que os homens em estudo, elas ainda ganham menos de 40% que brasileiro branco e, outras tantas, são exploradas em ocupações terceirizadas precárias no setor de limpeza ou alimentação.

Por isso, o 25 de julho é um dia de luta e para lembrar que as mulheres negras brasileiras continuam, bravamente, combatendo cotidianamente o racismo, o machismo e a violência doméstica tão enraizados em nossa sociedade patriarcal e conservadora.

 

Frente de Mulheres Negras de Campinas e Região

frente_negraA Frente de Mulheres Negras de Campinas e Região é composta por 20 coletivos de militância feminista, cultural, periférica e negra, que se mobilizam com a intenção de promover ações permanentes e constantes acerca da temática da Mulher Negra.

A frente é organizadora do Sarau das Aliadas, que acorre todo último domingo do mês na Casa de Cultura Tainã, na Vl. Pe. Manoel da Nóbrega.

 

Programação

25 de julho (segunda-feira)

19h – Lançamento da Revista da “Frente de Mulheres Negras” e do Documentário “Em Marcha Smpre”.

Local: MIS Campinas (Rua Regente Feijó, 859 – Centro)

28 de Julho (quinta-feira)

19h – Roda de Conversa “Mulheres Negras e Direitos: a Justiça quando vira injustiça”.

Local: Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil (Rua Barão de Jaguara, 636 – Centro)

29 de Julho (sexta-feira)

19h – Roda de Conversa “Mulheres Negras e Sexualidade: diálogos entre gerações”.

Local: Estação Cultura (Praça Marechal Floriano Peixoto)

30 de Julho (sábado)

10 às 20h – Mutirão de Graffiti Feminino “Rolê das Aliadas”.

Local: Casa de Cultura Tainã (Rua Inhambu, 645 – Vila Padre Manoel da Nóbrega)

31 de Julho (domingo)

14 às 20h – Sarau das Aliadas, com a entrega do Prêmio “Mulheres Negras 2016”.

Local: Casa de Cultura Tainã (Rua Inhambu, 645 – Vila Padre Manoel da Nóbrega)

 

Fonte: Com informações da Frente de Mulheres Negras de Campinas e da Wikipedia

 

Lei também: Viola Davis: sobre negras e brancas e a igualdade de oportunidades

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(Crédito: www.outrapagina.com)

Sou suspeita para falar desse tema “televisão” porque sou apaixonada pela série How To Get Away With Murder e fã da atriz Viola Davis.

Desta forma, ainda que tardiamente, quero registrar minhas impressões sobre o comovente discurso da atriz Viola Davis na cerimônia de entrega do 67º Emmy Awards.

Ela é a primeira negra a ganhar um prêmio Emmy na categoria de “Melhor Atriz em Drama” como resultado de sua belíssima atuação na série How to Get Away with Murder, ficção produzida por Shonda Rhimes, roteirista, cineasta e produtora norte-americana. Quase esqueci, outra mulher negra talentosa, cujas séries fazem muito sucesso na televisão.

E o que dizer do discurso de Viola Davis? Inspirador, motivador e dedicado a todas as mulheres negras que lutam todos os dias para derrubar os tijolos das diferenças de sexo, classe e raça presentes em nossa cultura, historicamente, conservadora, patriarcal e escravocrata. Ele não foi feito por uma brasileira, mas nos cabe muito bem!

“Em meus sonhos e visões, eu via uma linha, e do outro lado da linha estavam campos verdes e floridos e lindas e belas mulheres brancas, que estendiam os braços para mim ao longo da linha, mas eu não poderia alcançá-las”, disse Viola Davis, citando Harriet Tubman.

E completa com “Deixem-me dizer uma coisa: a única coisa que separa as mulheres de cor de qualquer outra pessoa é a oportunidade. Você não pode ganhar um Emmy por papéis que simplesmente não existem. A minha história não termina aqui”, disse ela. “Há muito trabalho que precisa ser feito em muitas áreas para negócios com atores de cor, tantas narrativas, tantas histórias que precisam ser vistos e sentidas.”

 

Vale destacar que, Harriet Tubman (1822-1913), conhecida como Black Moses, era uma afro-americana, abolicionista que conquistou a liberdade para si e outros negros escravizados nos EUA.

Esse não foi o único prêmio que Viola Davis ganhou como atriz. Ela conquistou também a categoria de “Atriz Favorita em Nova Série de Drama” no People’s Choice Awards 2015 e no Screen Actors Guild (SAG Awards) como “Melhor Atriz em Série de Drama” nos anos de 2015 e 2016, ambos pelo seu papel em How To Get Away With Murder.

É inegável que How to Get Away with Murder alcançou o sucesso, boa parte devido ao talento de Viola Davis que dá um toque especial à protagonista da série, uma espécie de anti-heroína negra pouco convencional. Ela não é uma atriz qualquer que despontou do nada, construiu sua carreira com muitos filmes de sucesso, alguns deles que revelam a disparidade racial na sociedade norte-americana.

 

Oportunidades para brancas e negras

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Elenco de How To Get Away With Murder (Crédito: Hotter In Hollywood)

Sem dúvida há uma linha tênue que separa as mulheres negras das brancas, no que diz respeito às questões de gênero, classe e raça. Por isso, as palavras de Viola Davis incomodaram, e muito, aqueles que acham que o negro não deve questionar qual o seu lugar na sociedade ou almejar mudar seu status quo. Esse discurso, polêmico e delicado, também nos leva a refletir que as coisas estão mudando, gradativamente e bem pouquinho, mas estão. Ainda bem!

Estamos chegando a lugares que não eram reservados para nós e a sociedade está sendo obrigada a aceitar que estamos ocupando mais espaço: nas universidades públicas, cargos públicos, andando de avião, abrindo nossas empresas, frequentando shoppings, teatros, viajando para o exterior…

Ops… somos gente também e sempre ajudamos a construir esse país como qualquer outra pessoa. Como diz uma amiga fanfarrona “vem pra minha doutrina, A-Ceita, aceita que dói menos porque não estamos pedindo a aprovação de ninguém!”.

O que nos falta, em relação às pessoas de pele clara, são as oportunidade. Oportunidades de provamos que também somos bons, que temos talento, que podemos ser bem sucedidos em nossas iniciativas. E, por tudo isso e muito mais, devemos ganhar melhores salários e sermos mais respeitados. É a eterna luta pela igualdade de oportunidades.

E não me venha com o discurso de meritocracia pra cima de uma população, que por séculos está negligenciada às periferias da vida sem estudo, sem trabalho, sem certeza sobre o pão de amanhã…

Não é que eu seja contra a meritocracia, mas se vivêssemos numa sociedade igualitária, o destaque por méritos faria sentido e seria mais justo. Mas não é o nosso caso. Vivemos num país desigual onde mulheres negras estão abaixo de homens negros, mulheres brancas e, por fim, homens brancos. Arcamos com o ônus da discriminação de cor, gênero, classe, região e qualificação. Nossa situação dispensa comentários! Mas está registrada em várias estatísticas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e nessa matéria “Estudos comprovam a falta de oportunidades para mulheres negras na TV”. Somos uma população de consumidores negros invisíveis e não representados na publicidade, na televisão, no cinema, nas telenovelas, nos telejornais e tantos outros produtos de comunicação.

Quando ouço falar em meritocracia penso imediatamente em minha mãe, uma mulher extraordinariamente inteligente (muito sábia e observadora) que só conseguiu completar o Ensino Médio aos quase 50 anos de idade. Se ela tivesse tido uma única chance, com certeza, sua vida teria sido outra. Teríamos uma Nutricionista negra andando de jaleco branco para desconforto dos conservadores de plantão. Mas a vida não lhe reservou privilégios e oportunidades!

Enfim, esse post acabou se tornando um manifesto, mas era só para registrar que o discurso da Viola Davis – que arrancou lágrimas dos meus olhos – foi muito oportuno para o momento que estamos passando, de violência, racismo, discriminação, competição e desumanização. Além de ser também provocador e merecedor da nossa reflexão sobre intolerância racial e igualdade de direitos e oportunidades. Bem como, sobre políticas públicas de reparação racial.

E quase me esqueci: Feliz Dia Internacional de Luta da Mulher, ainda temos muito o que conquistar!

 

Discursos de Viola Davis que entraram para a história

Confira abaixo um pot-pourri dos discursos empoderadores proferidos por essa excelente atriz que já conquistou muitos prêmios:

 

67º Emmy Awards – premiação anual em que a Academia de Artes e Ciências Televisivas dos EUA elege os melhores programas e profissionais da televisão (20/09/15).

People’s Choice Awards 2015 – premiação que homenageia os melhores do ano de acordo com os fãs, no cinema, na televisão e na música dos EUA (09/01/15)

SAG Awards 2015 – premiação oferecida pelo Sindicato dos Atores de Hollywood (25/01/15)

SAG Awards 2016 – premiação oferecida pelo Sindicato dos Atores de Hollywood (30/01/16)

 

Obs.: depois as pessoas perguntam “por que você não escreve mais vezes no blog?” Eu digo: porque quando escrevo um post eu não sei a hora de parar e vira um tratado sobre tal assunto… Mas estou aprendendo a blogar para aprimorar a minha escrita. Eu sou nova… chego lá! Rsrsrs

E quase me esqueci: Feliz Dia Internacional de Luta da Mulher, ainda temos muito para conquistar!

 

  • Comente qual o discurso que inspira/ou sua vida?
  • Você conhece o discurso de Martin Luther King “I have a dream!”? O que você acha?
  • Conte pra mim?

 

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Família Eclipse Cultura e Arte (Crédito: Jurssa Santos)

Eles são jovens, negros, pobres, vindos da periferia de todos os cantos do Brasil e estão unidos num só ideal: Cultura Hip Hop. E no final de semana retrasado, 5 e 6 de setembro, lotaram a Estação Cultura e o Teatro Castro Mendes para participar do Campinas Street Dance Festival e da Battle Of The Year Brazil (BOTY), considerada a Copa do Mundo de Dança de Rua.

Esse tradicional festival já faz parte do calendário oficial da cidade e é esperado ansiosamente pelos dançarinos e amantes da Cultura Hip Hop do Brasil inteiro.

Mas o encontro deste ano teve um sabor diferente pra mim. Meio que de despedida!

Essa sensação começou quando recebi o texto para divulgação da BOTY 2015. O release, salvo alguns detalhes, estava muito bom mesmo. Me lembrei de quando conheci a Cris no curso de Assessoria de Imprensa do Senac. Eu como “instrutora” e ela na sala querendo aprender o máximo de informação pra usar na sua empresa de produção de espetáculos (performances, shows, eventos, cursos, workshops) de Dança Rua. Ali surgiu nossa amizade e o convite para participar do projeto.

Tantos anos depois, a amizade solidificou e o projeto ganhou formas, cores, luzes e pernas… caiu no mundo e se tornou um empreendimento fantástico! Com frutos como: a Associação Família Eclipse (com projetos sociais de arte-educação), o curta metragem “Escolhas”, o livro “Dança de Rua” e tantas outras frentes de trabalho… Viajou o país inteiro e circulou pela Alemanha, França, Estados Unidos e vários países latinos. Nossa como vocês foram longe e com tão pouco patrocínio ou investimento!

Olhando pra trás vejo tudo que a Cris e o Kico construíram e compartilharam com tod@s que passaram pelos projetos beneficentes na Estação Cultura e me sinto muito orgulhosa de ter dado uma pequenina contribuição. Acho que meu apoio foi mais “moral” ou talvez “intelectual” do que outra coisa.

E nos últimos dois anos, acompanhei tudo mais pela tela do computador, mensagens de telefone e ligações cheias de afeto do que presencialmente. Lamento muito por não ter estado mais presente, mas é a roda da vida que gira mais rápido do que podemos acompanhar ou nos dar conta do tempo que se passou.

Eu ponho fé é na fé da moçada

Circulando pela Estação Cultura, perdida e distante acabei me deparando com os rostinhos d@s nov@s integrantes da equipe (staff, como eles se denominam) pensei como o projeto da Associação Família Eclipse está forte e cresce cada dia mais.

Por isso, não tive “coragem” de ir aos bastidores do evento realizado no Teatro Castro Mendes nem para espiar a produção. Vi que vocês nem precisaram da minha ajuda dessa vez! É uma prova que tudo está no rumo certo. Rumo ao sucesso!

Essa rapaziada produz, dirige, organiza, projeta, canta, dança e se promove sozinha… Fazem de tudo, inclusive assessoria de comunicação, que era onde minha humilde contribuição se inseria.

Cheguei à conclusão que minha contribuição, talvez, não seja mais necessária. Sem mimimi ou chororô da minha parte, reconheço que vocês estão voando muito alto.

Não estou triste por isso… Estou muito feliz porque o projeto cresceu e ganhou vida própria. Sou muito grata porque aprendi mais do que ensinei… ganhei mais do que doei… sonhei junto e vi diante dos meus olhos os frutos colhidos do projeto. E nem fiz tanto esforço pra tudo isso acontecer… Torci muito, isso é verdade. Fiz muitas preces a cada foto que via dos embarques e desembarques em aeroportos. Queria tanto estar lá! E me senti orgulhosa com cada prêmio conquistado em batalhas dificílimas.

MOS Crew Campinas (Crédito: Samuel Lorenzetti)

Agora, com lágrimas nos olhos, mas muita felicidade no coração vejo que o ideal da Cultura Hip Hop é maior que nós: que meus desejos, minha contribuição ou os anseios do grupo. É um sonho de muitos jovens brasileiros que passaram a acreditar que podem viver de arte. E quando digo viver, me refiro a pagar suas contas com um trabalho artístico. Tanta gente legal que integrou a equipe, estudou muito e se profissionalizou…

Amig@s de longa data, como MOS Crew, sagraram se campeões na BOTY 2015 e estão fazendo as malas para representar o país na BOTY da Alemanha, a tal BOTY gringa… Quer presente maior que esse neste momento de despedida?

Saio dessa roda mais fortalecida e muito grata por tudo que recebi: carinho, atenção, respeito, reconhecimento, sinceridade, renovação de sonhos, compaixão e amizade. Ser Família Eclipse é isso e muito mais! Quanta gente sonhadora e realizadora que conheci e quanta coisa eu vivi!

Estarei aqui sempre que precisarem e tenho certeza que vocês estarão sempre a postos também. Sou fã de vocês!

Sinto que está na hora de contribuir com novos embriões! Então… não é um ADEUS PARA SEMPRE, mas um até logo… nos encontramos nas quebradas da vida.

Valeu por tudo!

E vamos à luta! – Gonzaguinha

Eu acredito é na rapaziada
Que segue em frente e segura o rojão
Eu ponho fé é na fé da moçada
Que não foge da fera e enfrenta o leão
Eu vou à luta com essa juventude
Que não corre da raia a troco de nada
Eu vou no bloco dessa mocidade
Que não tá na saudade e constrói
A manhã desejada

Aquele que sabe que é negro
o coro da gente
E segura a batida da vida o ano inteiro
Aquele que sabe o sufoco de um jogo tão duro
E apesar dos pesares ainda se orgulha de ser brasileiro
Aquele que sai da batalha
Entra no botequim, pede uma cerva gelada
E agita na mesa logo uma batucada
Aquele que manda o pagode
E sacode a poeira suada da luta e faz a brincadeira
Pois o resto é besteira
E nós estamos pelaí…

#gratidao #uniao #inspiracao #humildade #dançarinos #dançarinas #bboys #bgirls #poppers #lockers #hiphopers #housers #grafiteiros #grafiteiras #djs #mcs #artistas #produtores #produtoras #família #amigos #amigas #arte #cultura #tamujunto

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cartaz_mostra_lutaDomingo (19) é o último dia para conferir a “7ª Mostra Luta!”, que está ocorrendo em vários locais públicos, como praças, comunidades e museus de Campinas. O objetivo da mostra é garantir espaço de exibição e debate de filmes que abordem as lutas sociais, além de estimular a produção audiovisual sobre a realidade e a luta da classe trabalhadora, dos movimentos sociais e populares.

Ao longo dos anos a “Mostra Luta!” tornou-se um importante espaço político cultural de debate e atua na promoção, discussão e difusão das lutas sociais, fazendo um contraponto ao conteúdo divulgado pelos grandes veículos de comunicação.

Segundo os organizadores do evento sua origem está na vontade de criar canais de comunicação popular entre os movimentos sociais, os oprimidos e os explorados; da necessidade de lutar contra a criminalização dos movimentos populares e do desejo de falar e quebrar o enorme silêncio que é imposto pelo monopólio da mídia.

Nesta sétima edição, a mostra cultural conta com a exibição de filmes, mesas de debate, exposição de desenhos e trabalhos fotográficos, teatro, dança e música que, abordam a Cultura Negra em Campinas e os 50 anos do golpe civil-militar de 1964. Em paralelo será realizada a 2ª Mostra Luta Itinerante em várias escolas públicas de Campinas para alunos do programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Cineasta Renato Tapajós lança filme polêmico na abertura da mostra

Entre tantos trabalhos significativos que já foram exibidos, o destaque ficou para o lançamento do filme “Corte Seco”, com direção do cineasta Renato Tapajós, exibido no dia 10 de outubro, no Museu da Imagem e do Som.

O longa metragem “Corte Seco” investiga a tortura praticada pelos órgãos de repressão durante a Ditadura implantada pelo golpe de 1964. Ele conta a história de quatro militantes que lutavam contra o regime militar, presos e violentamente torturados pela Operação Bandeirantes (OBAN), em 1969.

Matéria publicada originalmente no Jornal do Centro

Matéria publicada originalmente no Jornal do Centro

O filme é a primeira obra de ficção desse jornalista, escritor e documentarista que tem uma vasta produção filmográfica com

ênfase na temática da Ditadura Militar. Entre suas obras estão: “Linha de Montagem”, “No Olho do Furacão”, “Em Nome da Segurança Nacional” e “Universidade em Crise”.

A programação completa da “7ª Mostra Luta!” e mais informações podem ser obtidas em www.mostraluta.org. Ressalto que as atividades são gratuitas e que haverá transmissão ao vivo na web pelos sites www.socializandosaberes.net.br e www.us.twitcasting.tv/mlivrevaijao.

A mostra é organizada pelo Coletivo de Comunicadores Populares, Museu da Imagem e do Som, Coletivo Moinho, Ponto de Cultura Griô Nina, Socializando Saberes e Mídia Livre Vai Jão. Com apoio do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção e do Mobiliário de Campinas e Região, Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, Sindicato Químicos Unificados e Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região.

PROGRAMAÇÃO:

15 de Outubro

19h: Exibição de filmes – Sessão 5 – Sala Glauber Rocha

– “Crônica de uma obra aberta”, de Alberto Cohon, Flávio Ferrão, Viviana Echávez Molina

– “Quem Não É Visto, Não é Lembrado”, de Gabriel Barcelos

– “Independência ou….”, de TV VIVA

– “Jornada dos Povos na Serra do Padeiro”, de Angel Luis Gonçalves Rodriguez, Brigada Audiovisual dos Povos, Rede Mocambos

– “Exercícios fílmicos de Mídia Colaborativa e Produção Partilhada do Conhecimento” de Coletivos de Mídias Livres Campinas

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859, Centro

16 de Outubro

19h: Tecnologias e Lutas: Pré-Encontro de Comunicadoras e Comunicadores Livres de Campinas

Com a presença de TC Silva, Casa de Cultura Tainã + convidadas e convidados

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859, Centro

17 de Outubro

19h: Roda de Conversas: Luta e Resistência da Cultura Negra em Campinas – Dez anos de Nação Nagô!

Com a presença de TC Silva Casa de Cultura Tainã + Alceu Estevan (Urucungos) +  Alessandra Ribeiro (Casa de Cultura Fazenda Roseira) + Glória Cunha (Maracatucá) +  Benê Moraes (Savurú) + Convidadas e convidados

Local: Casa de Cultura Tainã – Rua Inhambu, 645 – Vila Padre Manoel de Nóbrega

18 de Outubro

14h: Apresentação do Grupo Urucungos Puítas e Quijengues +  Grupos de Culturas Populares

Local: Praça José Bonifácio no Largo da Catedral Metropolitana de Campinas – Av. Francisco Glicério, s/n, Centro

17h: Apresentação Coral Guarani da Aldeia Tenondé Porã (Parelheiros-SP)

Exibição de filmes com a temática Indigena

– ”Uma Casa, Uma Vida”, de Alexandre Lemos, Edu Yatri Ioschpe, Rodrigo Soares – Coletivo Raiz das Imagens

– ”Guarani, Resiste!”, de Leonardo Chagas, Patrick Torres, Pedro Biava

– ”Ideas del CINE Insurgente”, de Ação Direta de Vídeo Popular

Debate com a presença da liderança Guarani Jera Giselda

Local: Praça Rui Barbosa – Rua 13 de Maio, s/n, Centro

19 de Outubro

15h: Mostra Luta na Ocupação Joana D’Arc

Exibição de filmes – Sessão 6

– “Narradores do Jardim Paraná”, de Do Morro Produções/Avelino Regicida/Esquina da Memória

– “Perifa Sobre Rodas” – Edição I, de Perifa Skate

– “Perifa Sobre Rodas” – Edição II, de Perifa Skate

– “Renascer – Associação de Catadores de Materiais Recicláveis do Centro de Campinas”, de Bruna Zanolli e ITCP-Unicamp

– “Copa Para Quem (?)”, de Corte Seco, Coletivo Ecoar

Local: Ocupação Joana D’Arc – Rua Padre Donizette Tavares de Lima, S/N – Bairro Cidade Jardim

19h: Festa de Encerramento 7ª Mostra Luta! 2014

+Projeções +Música +Intervenções +Poesia

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859, Centro

Obs.: Em caso de chuva, as atividades programadas em espaços abertos serão transferidas ao Museu da Imagem e do Som de Campinas.

Fonte: Com informações do site www.mostraluta.org

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Divulgação

Nas “Caixeirosas” as crianças podem brincar com alegria e tranquilidade como nos antigos carnavais (divulgação)

Vários blocos carnavalescos, como o “Berra Vaca”, “Maracatucá” e “As Caixeirosas” já deram início à programação carnavalesca.

De acordo com a Secretaria Municipal de Campinas a cidade possui cerca de 25 blocos e tem expectativa de que 100 mil pessoas participem das brincadeiras de ruas. “Executamos um planejamento em conjunto com os organizadores dos blocos, para garantir banheiros químicos, fechamento das ruas, policiamento, prontidão do SAMU e alteração de linhas de ônibus, quando necessário. Assim, temos a expectativa de fortalecer nossas festas tradicionais de bairros, com muita alegria e organização”, explica o diretor de Cultura de Campinas, Gabriel Rapassi.

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Bonecos Mamulengos fazem a alegria dos foliões mirins (divulgação)

Os foliões mirins não vão ficar de fora da alegria. No primeiro sábado de março, Barão Geraldo recebe o bloco carnavalesco “As Caixeirosas” em parceria com o Ponto de Cultura Associação Cultural Inventor de Sonhos, que irá colorir as ruas com seus bonecos mamulengos. A presidente e coordenadora do bloco “As Caixeirosas”, Cristina Bueno, explica que o objetivo do cordão carnavalesco “é manter viva as tradições de nosso Carnaval, resgatando seu caráter lúdico que, muitas vezes, é esquecido em detrimento da supervalorização de aspectos não tão apropriados às crianças”.

É fato que carnaval não é só baile nos clubes e desfile no Sambódromo. Ele está marcado pelas expressões culturais manifestadas através de vários gêneros musicais. A festa campineira tem em sua característica uma grande riqueza cultural devido aos vários grupos comprometidos com a preservação da memória cultural do país. Temos do maracatu ao frevo, passando por marchinhas, sambas-enredos e tantas outras expressões.

Para o membro do bloco “Maracatucá”, Danilo Negreti, a folia, por ser livre e aberta a todos que queiram brincar, também deve ser um momento de conscientização, no sentido de respeitar os moradores do distrito e manter a limpeza das ruas. “O carnaval de Barão Geraldo é uma festa para famílias, um carnaval onde desejamos a felicidade e a paz das pessoas nas ruas e que nosso som alegre os corações e faça com que as pessoas respeitem o próximo, inclusive não sujando a porta da casa dos moradores”, diz ele.

Neste ano o desfile das escolas de samba acontece nos dias 2 e 3 de março no Sambódromo localizado na Estrada dos Amarais.

PROGRAMAÇÃO DOS BLOCOS CARNAVALESCOS DE CAMPINAS – 2014

Sábado (01/03)

  • 12h30: Ferradura – Barão Geraldo
  • 14h: Unidos da Tribo – Joaquim Egídio
  • 14h: Matinê da Banda Segura – Jd. Aeroporto/DIC I
  • 14h30 – Tomá na Banda – Centro de Convivência Cultural no Cambuí
  • 16h: As Caixeirosas – Praça do Coco em Barão Geraldo
  • 17h: Nação Bantus de Savuru – CDHU da Vl. Pe. Anchieta
  • 17h: Pífanos Flautins Matuá- Barão Geraldo

Domingo (02/03)

  • 14h: Unidos da Tribo – Joaquim Egídio
  • 14h: Bloco da “Zocca” – Vl. Castelo Branco
  • 14h: Matinê da Banda Segura – Teatro Maria Monteiro na Vl. Pe. Anchieta
  • 17h: Nação Bantus de Savuru – Vl. Pe. Anchieta
  • 17h: União Altaneira – Moradia da Unicamp em Barão Geraldo
  • 19h: Ibaô Afoxé – Sambódromo
  • 20h: Urucungos, Puítas e Quijengues – Vl. Teixeira
  • 22h – Maracatucá – Banca Central em Barão Geraldo

Segunda-feira (03/03)

  • 14h: Unidos da Tribo – Joaquim Egídio
  • 14h: Bloco “Beeiro” – Moradia da Unicamp em Barão Geraldo
  • 14h: Bloco do Boi – Centro (próximo ao Mercado Campineiro)
  • 14h: Bloco da “Vó Tiana” – Praça Getulio Vargas IAPI na Vl. Teixeira
  • 17h: Cupinzeiro – Praça do Coco em Barão Geraldo
  • 19h: Afoxé Omi Alado – Sambódromo

Terça-feira (04/03)

  • 14h: Unidos da Tribo – Joaquim Egídio
  • 14h: Matinê da Banda Segura – Lagoa do Mingone no Jd. Capivari
  • 15h: Bloco “Teia do Aranha” – Casa de Cultura Tainã
  • 22h – Maracatucá – Banca Central em Barão Geraldo
  • 23h – Berra Vaca – Praça do Coco em Barão Geraldo

Obs.: Programação sujeita a alterações.

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Em Campinas o mês da Consciência Negra tem um calendário extenso que incorpora diversas atividades das entidades do Movimento Negro e instituições públicas.

O momento chama à reflexão dos avanços da população negra e os desafios que estão postos em todos os campos: Educação, Mercado de Trabalho, Saúde etc.

As atividades exaltam a cultura negra e priorizam o diálogo sobre a situação e espaço do negro na sociedade. O destaque fica por conta da Marcha Zumbi dos Palmares que acontece no sábado, 17/11, às 9h, com saída da Estação Cultura (Av. 20 de Novembro, s/n, Centro de Campinas).

Confira os eventos e prestigie:

Programação de comemoração do Mês da Consciência Negra

Até 1º de dezembro
Exposição Itinerante “Herança Étnica”
Horário: das 9h às 17h
Local: Museu da Cidade – Avenida Andrade Neves, n° 33, no Centro
Visitas escolares por meio de agendamento pelo telefone 3231-3387

12 de novembro
Sessão de Cinema
Horário: das 14h às 16h
Local: Cepir – Rua Visconde do Rio Branco, n° 468, no Centro (Acesso pela Avenida Campos Sales, 427)

14 de novembro
Atrações Artísticas “Encontro de Pagode e Convidados”
Horário: das 19h às 21h
Local: Estação Cultura, s/n°, Centro

15 de novembro
Pré lançamento do CD Jongo Dito Ribeiro e abertura do “4° Sou da África em Todos os Sentidos”
Horário: 19h
Local: Casa de Cultura Fazenda Roseira – Avenida John Boyd Dunlop, s/n° – Jardim Ipaussurama – em frente ao Campus II da PUC Campinas

Encontro de DJs Afro e Samba Rock
Horário: da 14h às 21h
Local: Estação Cultura, s/n°, Centro

16 de novembro
Encontro de Bambas do Samba
Horário: da 19h às 21h
Local: Estação Cultura, s/n°, Centro

17 de novembro
Concentração da Marcha Zumbi dos Palmares
Horário: às 9h
Local: Estação Cultura, s/n°, Centro

17 e 18 de novembro
Almoço Temático “Sabores da Bahia”
Horário: das 10h às 14h
Local: Casa de Cultura Fazenda Roseira – Avenida John Boyd Dunlop, s/n° – Jardim Ipaussurama – em frente ao Campus II da PUC Campinas

Quizumba: Feira Afro e Atrações Artísticas
Horário: das 15h às 22h
Local: Estação Cultura, s/n°, Centro

19 de novembro
Dança de Rua e Hip Hop
Horário: das 19h às 21h
Local: Estação Cultura, s/n°, Centro

Roda de Jongo
Horário: 16h
Local: Estátua da Mãe Preta – Rua Luzitana, em frente à Igreja São Benedito

Entrega de Diploma de Honra ao Mérito “Zumbi dos Palmares”, com desfile afro Horário: 20h
Local: Plenário da Câmara Municipal de Campinas – Avenida Engenheiro Roberto Mange, n° 66 – Ponte Preta

Missa Inculturada Afro
Horário: 20h
Local: Paróquia São Joaquim e Santana – Avenida Zanaga Aboin Gomes, s/n° – Vila União

21 a 23 de novembro
Sessão de Cinema
Horário: das 14h às 16h
Local: Cepir – Rua Visconde do Rio Branco, n° 468, no Centro – com acesso pela Avenida Campos Sales, 427.

23 de novembro
Abertura da exposição “Retratos e Memórias, Negros e Negras em destaque na cidade de Campinas”
Horário: 10h
Local: Centro Campineiro da Memória Afrobrasileira – Avenida Campos Salles, n° 427

“22ª Noite de Homenagens – Entrega da Medalha de Mérito Força da Raça”
Horário: 20h
Local: a definir

24 de novembro
5° Encontro de Corais Evangélicos Afrodescendentes
Horário: das 8h às 13h
Local: Praça Ruy Barbosa – Rua 13 de Maio, atrás da Catedral Metropolitana de Campinas, Centro

Festa “Noite dos Negros Nobres – 10ª Edição”
Horário: 21h
Local: ABRESC – Avenida Herculano Couto, n°375 – Jardim Chapadão

24 e 25 de novembro
Almoço Temático “Sabores da Bahia”
Horário: das 10h às 14h
Local: Casa de Cultura Fazenda Roseira – Avenida John Boyd Dunlop, s/n° – Jardim Ipaussurama – em frente ao campus II da PUC Campinas

1 e 2 de dezembro
Almoço Temático “Sabores da Bahia”
Horário: das 10h às 14h
Local: Casa de Cultura Fazenda Roseira – Avenida John Boyd Dunlop, s/n° – Jardim Ipaussurama – em frente ao campus II da PUC Campinas

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