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Archive for the ‘Geral’ Category

Acompanhe essa parábola da vaca e pense em como ela se aplica ao seu cotidiano.

Um mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita. Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar.

Os moradores eram um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas.

O mestre, então, aproximou-se do senhor, aparentemente o pai daquela família, e perguntou:

– Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e sua família sobrevivem aqui?

E o senhor respondeu:

– Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias.

Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos, a outra parte nós produzimos queijo e coalhada para nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo…

O sábio agradeceu, contemplou o lugar por uns momentos, despediu-se e foi embora.

No meio do caminho ordenou ao seu discípulo:

– Pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a. Jogue-a lá embaixo!

O jovem arregalou os olhos, espantado, e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência da família.

Mas, como percebeu o silêncio absoluto do mestre, foi cumprir a ordem e viu a vaquinha morrer.

Um dia ele resolveu largar tudo o que tinha aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo àquela família.

Pedir perdão e ajudá-los.

Assim o fez, e quando se aproximava do local, avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado,  e algumas crianças brincando no jardim.

Ficou triste e desesperado, imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver.

Foi recebido por um caseiro, e então, perguntou sobre a família que ali morava há uns 4 anos e o caseiro respondeu:

– Continuam morando aqui.

Espantado, ele entrou na casa e viu que era a mesma família que visitara antes com o mestre.

Elogiou o local e perguntou ao dono da vaquinha:

– Como o senhor melhorou esse sítio e está tão bem de vida?

E o senhor respondeu:

– Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu.

Daí em diante, tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos.

Assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora!”

Meu comentário:

Nós temos uma vaquinha que supre nossas necessidades diárias. E por isso, não nos mobilizamos muito para mudar as coisas, apenas tentamos nos adequar as mudanças quando elas acontencem.

Vivemos constantemente na zona de conforto e matar a nossa vaquinha nos leva à zona de esforço, local ideal para alçarmos novos vôos.

Em 2011 eu descobri qual era a minha vaquinha e conclui que preciso matá-la para desenvolver novas habilidades para lidar com os obstáculos da vida, crescer profissionalmente e espiritualmente e permitir que coisas boas e novas me acontençam.

Não espere a coisa ficar ruim ou insustentável para agir. Desperte seu gigante interior – aquele que te dá força e coragem para enfrentar as mudanças – e tome uma atitude!

  • Você sabe qual é a sua vaquinha?
  • E já adquiriu coragem para empurrá-la morro abaixo?

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boas_festas_2011

 

 

 

 

 

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Departamento de Formação do Sindicato dos Jornalistas e FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas promovem o debat:

“O Brasil de Dilma Rousseff: Conjuntura e Perspectivas Político-Econômicas do novo Governo”

A atividade será no sábado, 09 de abril, das 10h00 às 13h00 e as

inscrições são gratuitas

No programa serão abordados os temas: “Política: O Brasil nos próximos 4 anos” com o Prof. Dr. Humberto Dantas (doutor em Ciências Políticas pela USP) e “Economia Brasileira: Desafios a curto e longo prazo” com o Prof.  Marco Antonio S. de Vasconcellos (professor da FEA/USP). No final, o professor Francisco Carlos mediará um debate com os palestrantes.

As vagas são limitadas e a  inscrição deverá ser feita até 07 de abril, quinta-feira, no Departamento de Formação do Sindicato dos Jornalistas pelo e-mail: cursos@sjsp.org.br no assunto coloque INSCRIÇÃO DEBATE e encaminhe os dados: nome completo, formação (curso, faculdade e ano que se formou), número do MTb, empresa onde trabalha e função, e-mail e telefones para contato.

O evento será no Auditório da FIPE – Unidade Paulista (Avenida Paulista, 1.499 – 4º. Andar, entrada pela Alameda Casa Branca, 35 – próximo ao metrô Trianon-MASP).  Outras informações no telefone (11) 3217 6299 ramal 6233 com Marlene ou Fabio, das 9h00 às 18h00, pelo e-mail: cursos@sjsp.org.br

Programação:

– das 9h30 às 10h00 – Credenciamento

– 10h00 às 10h45 – “Política: O Brasil nos próximos 4 anos”

Palestrante: Prof. Dr. Humberto Dantas, doutor em Ciências Políticas pela USP, professor universitário e organizador do livro  “Educação Política: Reflexões e Práticas Democráticas”, Ed. Konrad Adenaur

– 11h00 às 11h45 – “Economia Brasileira: Desafios a curto e longo prazo”

Palestrante: Prof. Marco Antonio S. de Vasconcellos, professor da FEA/USP e co-autor de diversos livros sobre economia, entre eles “Fundamentos de Economia” Ed. Saraiva e “Economia Brasileira Contemporânea”, Ed. Atlas

– 12h00 às 13h00 – “Bate-papo com os palestrantes”

Mediação: Prof. Francisco Carlos, economista pela FEA/USP e doutor em Energia e Desenvolvimento pela mesma instituição. Atualmente é professor e pesquisador da FIPE nas áreas de Economia, Sustentabilidade e Mercado Financeiro

Sobre o Departamento de Formação

O  Departamento de Formação Profissional do Sindicato dos Jornalistas foi criado em 2000, com o objetivo de atender à necessidade de formação complementar e requalificação do jornalista, além de refletir criticamente sobre a prática profissional, especialmente nos aspectos éticos que envolvem o exercício cotidiano da profissão, para isso, desenvolveu e implementou um programa de cursos, oficinas e convênios que possibilita aos jornalistas a continuidade de sua formação profissional.

http://www.jornalistasp.org.br

Sobre a FIPE

A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – Fipe é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, criada em 1973 para apoiar o Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), com destacada atuação nas áreas de pesquisa e ensino. A Fipe estuda os fenômenos econômicos e sociais com base no instrumental teórico e metodológico da Economia, com o propósito de contribuir para:

– o debate dos problemas econômicos e sociais do país;

– a formulação de políticas econômicas e outras políticas públicas;

– a avaliação da importância dessas políticas para o crescimento sustentável da economia brasileira, o fortalecimento do sistema produtivo, o aumento da competitividade do país, a melhor distribuição da renda e a eliminação da pobreza.

http://www.fipe.org.br

http://www.sjsp.org.br

 

Fonte: Sindicato dos Jornalistas de SP

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Se você tinha uma tarefa a cumprir e não fez, é ?


(   ) Irresponsabilidade

(   ) Falta de Responsabilidade

(   ) Estava muito ocupado fazendo outras tarefas

(   ) Hã! A tarefa era para eu fazer???

(   ) Nenhuma das alternativas anteriores

Na semana passada me envolvi numa polêmica muito difícil de ser explicada e suportada. Tirando o stress da discussão descobri que as pessoas usam palavras diferentes para dizer a mesma coisa. E depois dizem que são conceitos diferentes???

Pra mim é tudo a mesma coisa!!!

Como ser humano, consciente e, por fim, JORNALISTA, não acredito na verdade absoluta.

Acredito que existem fatos e versões que são dadas de acordo com o seu interlocutor. São oferecidos pontos de vista de vários ângulos e cabe às pessoas escolher o que melhor lhe agrade ou se encaixe em sua visão de mundo.

Vamos à polêmica:

Qual a diferença entre irresponsabilidade e falta de responsabilidade?

Difícil, hein… rsrs

Cogitei escrever um e-mail para o digníssimo prof. Pasquale Cipro Neto para sanar essa incógnita que me tomou de súbito a semana passada.

A primeira conclusão a que cheguei é que IRRESPONSABILIDADE é a qualidade do que é irresponsável.

De posse dessa linda definição fui atrás do “pai dos burros”.

O tradicional dicionário Aurélio diz que IRRESPONSÁVEL é:

  • Que não é responsável por seus atos:

Já o conceituado Houaiss diz que IRRESPONSÁVEL é:

1) não responsável

  • Que não pode ser responsabilizado
  • Que não está obrigado a responder pelos seus atos
  • Que revela irresponsabilidade
  • Que ou aquele que age irresponsavelmente

Os dicionários apresentam alguns exemplos:

  • Menino irresponsável.
  • Adulto irresponsável.
  • É um irresponsável incapaz de assumir compromissos.

“Falando mais da mesma coisa” busquei a definição de RESPONSABILIDADE e encontrei no Houaiss:

  • Obrigação de responder pelas ações próprias ou dos outros
  • Caráter ou estado do que é responsável

Indo mais fundo na questão fui buscar o sentido de FALTA DE RESPONSABILIDADE:

A conclusão é que a palavra “falta” representa:

  • Ausência, supressão e ação ou omissão, voluntária ou involuntária

Ao pesquisar o antônimo de RESPONSABILIDADE encontrei IRRESPONSABILIDADE.

Por fim, FALTA DE RESPONSABILIDADE:

  • É a ausência ou omissão da obrigação de responder pelas ações próprias ou dos outros, ou que não está obrigado a responder pelos seus atos, ou seja, o indivíduo que não é responsável ou não tem responsabilidade.

Tudo bem!

Confesso que essa conversa sobre responsabilidade dá dor de cabeça. Mas acredito que , ao pé da letra, quando você é uma pessoa irresponsável, NÃO TEM CARÁTER OU ESTADO do que é responsável, não é passível de arcar com um compromisso ou tarefa e, consequentemente, é uma pessoa que não pode ser responsabilizada por um ato.

Situação hipotética?

  • Se no momento que designamos uma tarefa/compromisso soubermos que determinado indivíduo não pode “arcar” com esse compromisso. Se ele não cumprir essa tarefa não poderemos responsabilizá-lo ou cobrá-lo por tal compromisso, porque sabíamos de antemão que ele não seria capaz.

Se ele não seria capaz de fazê-lo porque então responsabilizá-lo pelo não feito???

 

 

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Conselho de Comunicação: Ameaça à liberdade de imprensa ou exercício de cidadania?

Este é o tema da audiência pública que será realizada em 8 dezembro, às 14 horas, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Auditório Franco Montoro), para debater o Projeto de Resolução nº 9/2010, de autoria do deputado Antonio Mentor, que cria o Conselho Estadual Parlamentar de Comunicação.

Para o deputado, a criação do Conselho Parlamentar de Comunicação (Consecom), é uma proposta para contribuir com o processo de democratização das informações da mídia no Estado de São Paulo. “Ao contrário do que tentam fazer crer alguns setores da imprensa, o projeto não tem qualquer pretensão de servir como mecanismo de censura, nem interferir no conteúdo veiculado pela mídia”, explica Mentor.

O Conselho Parlamentar terá atribuições de fiscalizar, avaliar e propor políticas estaduais de comunicação, e promover os direitos humanos. Também terá caráter deliberativo e será formado por 30 membros e respectivos substitutos, escolhidos entre representantes das universidades paulistas, do Poder Legislativo, do Ministério Público, da Defensoria Pública do Estado e do poder público municipal.

Para o debate na audiência pública, estão convidados representantes do setor público, empresas de comunicação e sociedade civil.

O Programa “Assembléia Convida”  tem como tema:  A IMPORTANCIA DE UM CONSELHO DE COMUNICAÇÃO NO ESTADO DE SÃO PAULO.

Ele vai ao ar pela TV Assembleia (SP):

– na quinta, dia 2/12 – 20H00 – São Paulo

– na sexta, dia 3/12 às 21H00 – Interior SP

– no sábado, dia 4/12 às 23H00- Interior e Capital

*Iniciativa do mandato do deputado Antonio Mentor


Fonte: Assembleia Permanente do PT (http://www.ptalesp.org.br/agenda_ver.php?tipoAgenda=3&idAgenda=230)

 

Minhas impressões:

Acho de fundamental importância retomar a discussão sobre o Conselho Federal de Comunicação com vistas a regularizar o setor midiático, que atualmente está caótico. Um conselho que possa ajudar na regulação do setor e da profissão, além de defender os profissionais que atuam no mercado.

Hoje, infelizmente o receptor é bombardeado com informações sem ética e tendenciosa. O setor midiático sob alegação de “censura” diz que a regulação do setor configura-se em desrespeito à liberdade de expressão.

Na verdade os cinco ou seis conglomerados midiáticos que dominam a Comunicação brasileira não querem mexer nas regras do jogo, não querem perder privilégios. Eles querem continuar ditando as ordens e “usar e abusar” da manipulação da informação em benefícios escusos e próprios.

Nossa luta pela democratização da Comunicação e respeito aos direitos humanos perpassa a liberdade de expressão e tem como princípio assegurar o direito à informação de qualidade. Direito legítimo e digno à população.

A única forma de avançarmos nesta luta é com muito debate,  força política, mobilização e convencimento. É preciso colocar em pauta a necessidade de transformar essa mídia, que hoje é um engodo, em algo mais digno de ser visto, lido e ouvido.

Agarrar-se a desculpa de ferir a liberdade de expressão para não fazer um debate consciente da necessidade de outra mídia, mas humana, justa, solidária, correta e de qualidade; é furtar-se à luta por uma sociedade mais justa e igualitária. É fugir dos deveres aos bens públicos plenos que não firam nossa dignidade humana.

Temos que considerar que a Comunicação é um bem social, assim como a Educação, a Cultura, o Lazer… E como tal deve ser discutida, projetada, transformada, ou seja, MELHORADA URGENTEMENTE!

Hoje já não dá mais para assistir TV Globo e achar que o que eles tratam, e da forma que tratam, nas telenovelas é o Brasil. É o Brasil do Roberto Marinho, não da Dona Maria, do Sr. José, do Seu Antônio, da Dona Conceição. Não é mesmo! Informações e ideias cheias de preconceito e discriminação!

É o Brasil que a família Marinho quer nos mostrar na telinha. É o conceito ou o estereótipo de brasileiro que eles acham que somos ou devemos nos transformar. Basta! Eu quero Comunicação de qualidade, de verdade!

Sabemos que esses conglomerados são fortes, sadios, consistentes e tradicionais no país, mas não vamos esmorecer.

Vamos ao embate, porque outra mídia é possível.

 


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Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final…
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho?
Terminou uma relação?
Deixou a casa dos pais?
Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu….
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora…
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração… e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor.
Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”.
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos.
Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.
Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.

Fenando Pessoa

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A Internet e as páginas dos jornais estão tomadas pelo esgoto eleitoral!

Atualmente as ofensas correm soltas que até os mais grossos ouvidos não suportam tamanha boataria.

Parafraseando o colega jornalista Paulo Henrique Amorim, o PIG, Partido da Imprensa Golpista, através do seu armamento pesado não tem mais o que fazer ou para onde apelar para enxovalhar a campanha eleitoral e tentar manchar a imagem da candidata Dilma Rousseff (PT).

Até os menos espertos sabem o que está em jogo! Mesmo se fazendo de bobos, eles sabem!

Estão em jogo dois projetos políticos de cunho importante para o nosso país. São projetos políticos bem distintos, meus caros!

Um representa o avanço nas conquistas, nos direitos. Outro a estagnação, ou melhor, o retrocesso das bandeiras até agora conquistadas.

O Brasil comandado por Lula deu mostras visíveis de superação, de esforço e avanço. Quando imaginaríamos que um metalúrgico poderia entender tão bem de economia sem falar economês?

As coisas ainda não estão do jeito que queremos, mas se continuarmos no rumo certo elas chegarão lá, com certeza!Temos que lutar para que esse caminho continue sendo trilhado. Temos que lutar por mais emprego, mais renda, mais educação, mais saúde, mais e melhores serviços públicos. Enfim, por mais progresso e independência. Por um Brasil mais justo e digno!

É isso que está posto para todos os brasileiros. Queremos avançar e podemos melhorar e, muito, nossa situação. Mas para isso precisamos ter clareza em que campo político temos que atuar.

Boataria é golpe político de quem não convence com projeto consistente. É para quem não tem a menor ideia de como proceder ou atuar eficazmente. Isso não serve para nós. Queremos fazer e, fazer direito: bem feito!

Já patinamos bastante, desde a era FHC, agora BASTA!

O primeiro turno das eleições deu mostras de como estamos divididos e de como os projetos são bem diferentes. Então não se engane, não seja tolo. Vote pela continuidade das mudanças!

Você pode até dizer, pra mim o governo Lula não mudou nada em relação ao governo FHC. Você que ganha mais de quatro salários mínimos, talvez não tenha mudado absolutamente nada.

Para você pode ser que a mudança seja pouco significativa. Mas para aqueles que vivem no Norte ou Nordeste e sobrevivem com um salário mínimo por mês. Eles sim resgataram sua dignidade com vários programas sociais ou um salário mínimo mais descente. Pra esse sim, fez muita diferença.

Quantos puderam comprar sua casa própria através do programa “Minha Casa Minha Vida”. Quantos, hein? Quantos destes moravam de aluguel, de favor ou não tinham direito onde morar, por muito tempo? E agora tem um teto, um lar, o maior sonho de todo brasileiro: a casa própria.

Para esses sim, o governo Lula fez uma enorme diferença!

Após a anunciada crise que iria quebrar o país, muitos “classe média” foram às concessionárias comprar seu carro zero com IPI reduzido. Ou foram às lojas comprar sua geladeira mega-blaster com super desconto com base na redução do IPI. Quantos? Será que você foi um deles? Ou você já tenha caro do ano? Não precisa de desconto?

Para a elite brasileira nada mudou. Mas para o jardineiro, a faxineira, a vendedora, a babá, a empregada doméstica, o catador de produtos recicláveis etc… Pra eles sim, fez toda a diferença!

 

Mulheres no poder já!

Em setembro, em entrevista ao jornal “Estado de S.Paulo” perguntada se “o feminismo já era ou a mulher ainda precisa lutar contra as discriminações da sociedade?”, a atriz Maitê Proença, cumprindo o papel, que lhe cabe, de representante do pensamento retrógrado da elite brasileira, afirmou que “A mulher ainda é tratada como escrava na África, Ásia, países árabes, na maior parte do planeta. Só no ocidente houve progressos, muitos, mas ainda há discriminação. Quem sabe a própria venha a calhar nesse momento de eleições, atiçando os machos selvagens e nos salvando da Dilma?”.

Repetindo, então, o mesmo pensamento da atriz Regina Duarte que em 2002 apareceu no programa eleitoral de José Serra dizendo que tinha “medo” da possibilidade de eleição de Lula.

O discurso do medo acabou voltando-se contra o próprio candidato tucano, que foi derrotado por Lula no segundo turno, numa campanha vitoriosa do candidato petista que tinha como mote “a esperança vai vencer o medo”.

Essa cortina está se abrindo novamente  e Serra mais uma vez, tinhoso, tem lançando mão de golpes baixos para dizer coisas que Dilma não é. Usando de discriminação e de desqualificação pura e desenecessária.

Porque será que eles têm tanto medo dessa mulher??? Dizem que Dilma é truculenta, é dura, não tem competência não tem um monte de coisas e sobra uma porção de defeitos. Mas quem surge a cada dois anos na telinha com pinta nova, pra se desfazer das amarras e manchas antigas, é o bonitão do José Serra.

Jose Serra, que também já foi Zé Serra, foi Serra e agora quer ser um Zé (do povo) quer ficar mais popular, mais perto do povo. Até favela cenográfica construiu em seu programa eleitoral político pra fazer média e parecer mais popular, parecer mais com a cara do povo! Apelação pura!

Vamos acabar com essa baixaria de discriminação contra as mulheres. Ter uma presidente mulher vai fortalecer, enaltecer e enobrecer nossa democracia e nossa luta. Vamos alcançar outro patamar de dignidade humana para as mulheres brasileiras.

Tempos atrás, assim como os punhos “dos Panteras”, vamos levantar nossos braços esquerdos com as mãos fechadas, olhar semicerrado e dizer: mulheres no poder sim.

Nós queremos e podemos fazer a diferença. Podemos contribuir “mais e melhor”. Construir com a nossa cara, o nosso jeito, a nossa vontade, a nossa garra, a nossa determinação… Construir um país de homens e mulheres com direitos EFETIVAMENTE iguais.

Ser mulher nunca foi atestado de incompetência nem de pouca inteligência! Ser mulher é também ser humano.

 

Internet dissemina boataria e transforma-se em rede de esgoto:

Meus ouvidos estão calejados de tantos absurdos que tenho ouvido. Entre eles:

– Dilma vai fazer uma Reforma na Previdência e vai prejudicar os aposentados;

– Dilma está proibida de entrar nos EUA;

– O PT e Dilma defendem o aborto.

Essas são algumas das pérolas jogadas na rede para desmoralizar a candidata. Mas Vamos aos fatos que contra eles não há argumentos!

A pior de todas as campanhas é associar Dilma à imagem de terrorista da Ditatura Militar: de assassina, de terrorista e de guerrilheira!

Mas naquela época, quem eram os verdadeiros terroristas? Quem mesmo?

O povo que sofria com perseguições e cerceamento de liberdade e de direitos ou os militares, que torturavam, matavam e perseguiam desumanamente? Tá difícil pra responder? Hein?!!!

É um orgulho ter à frente do nosso país, alguém que quando chamada não se furtou à luta contra a opressão. Que foi às ruas bradar por um país democrático e lutar para que ele se consolidasse. Tenho orgulho de saber que alguém lutou e, muito, e não fugiu da batalha, por melhorias que eram para o país inteiro, não só de uma minoria, como sempre deseja a elite.

Com todos esses boatos até agora ninguém provou nada. Todos dizem que aconteceu, mas ninguém mostra onde e como!

José Serra, chega disso! Ou melhor, é preciso mesmo isso?

 

Segundo Turno – Diga não ao 45

Vamos dizer não aos pedágios, às privatizações, ao entreguismo, à  estagnação, aos juros altos, ao desmonte dos serviços públicos estatais e federais.

Vamos dar nosso voto pela mudança do nosso país acertada em oito anos de mandato do presidente Lula.

Digo com toda convicção de que Lula vai deixar saudade. Mas sua sucessora tem mostrado competência e seriedade para fazer o que precisa ser feito para manter o país no rumo do progresso e do desenvolvimento.

Por isso, e por tantos outros argumentos eu voto DILMA ROUSSEFF 13 para presidente do MEU BRASIL!

Faça a escolha certa! Vote na continuação do avanço social.

 

http://www.dilma13.com.br/verdades

 

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A Empresa de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) realizará a Semana Municipal de Trânsito (SEMUTRAN), com intuito de alavancar a campanha “Vá de ônibus”.

Acredito ser uma iniciativa de grande importância para conscientizar a população sobre a necessidade cuidar do Meio Ambiente e ter atitudes mais solidárias, ecológicas e responsáveis.

No dia 22/09 (quarta-feira) deixe seu carro na garagem, vá de ônibus, bicicleta, a pé o que for preciso. Mas faça diferente! Mova-se diferente pela cidade: a natureza agradece.

Encampe a ideia, pelo menos por um dia, da Jornada Internacional “Na cidade sem meu carro”. E participe das atividades culturais e ecológicas organizadas pela SEMUTRAN. Saiba mais no site http://www.emdec.com.br/hotsites/semutran/index.php

Ande por caminhos que não está habituado a andar, veja novas árvores e flores, aprecie a natureza, respire corretamente (enchendo e soltando o pulmão com muito gosto e tranquilidade, sem o estresse do trânsito). Aprecie as belezas naturais e as paisagens, esqueça tudo: curta sua cidade e o seu momento pelas ruas de Campinas. Pegue uma linha de ônibus diferente que faça você conhecer outro trajeto. Aventure-se! Lance-se ao novo e totalmente desconhecido mundo do passeio visual, sonoro, olfativo e sensitivo! Experimente viver novas sensações! Permita-se!

Você pode até perder alguns minutinhos, ou chegar um pouquinho atrasado no compromisso, mas irá conhecer melhor a sua cidade e ganhar alguns minutinhos deliciosos na melhor companhia que pode existir na sua vida: você!

Faça a sua parte por uma cidade melhor! É tão fácil e não custa nada, ao contrário, você ganhará muito com isso. Defenda a bandeira do Meio Ambiente e da qualidade de vida.

Eu vou de ônibus, e você?

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Foi necessário a Justiça Eleitoral atender a um pedido do maior partido político brasileiro, para o estado de direito e o jornalismo começarem a ganhar algum espaço na “Veja”.

Ao longo dos últimos anos, a revista praticou toda sorte de abusos, de acusações falsas ou não comprovadas, assassinou e fabricou reputações, de acordo com suas conveniências de ordem comercial e/ou política.

Há muito tempo deveria ter sido enquadrada. Não para impedir o exercício da liberdade de imprensa, mas para impor um mínimo de responsabilidade à máquina de assassinar reputações em que ela se converteu.

A facilidade de mentir, acusar, achincalhar, adquiriu níveis epidêmicos na revista. Especialmente devido à blindagem da Primeira Instância na Vara de Pinheiros, atrasando por anos a condenação da revista, impedindo o direito de resposta imediato – a rapidez do direito de resposta é diretamente proporcional à sua eficácia.

Agora, condenada a publicar o Direito de Resposta do PT, confira-se a matéria da revista sobre os fundos de pensão: é evidente que os advogados passaram a ler as matérias, antes de sair, para evitar mais condenações.

Duas edições antes, a revista afirmava peremptoriamente que havia um grupo de inteligência da campanha de Dilma montando dossiês contra adversários. Esse grupo teria sido o responsável pelo suposto vazamento da declaração de Eduardo Jorge.

Nesta semana, depois da decisão do TSE, a matéria não  fala mais em dossiês preparados pela campanha de Dilma, mas em “grupo do partido ligado à campanha de Dilma”, suficientemente vago para impedir uma nova ação.

Mas adiante, diz que Eduardo Jorge “teve seu sigilo fiscal quebrado, mas até hoje não se sabe quem são os autores do crime”. Eduardo Jorge “suspeita também que o sigilo de uma de suas contas no Banco do Brasil também foi quebrado”. Tudo no condicional, sem afirmações peremptórias, sem acusações gratuitas, antes de dispor de provas.

Veja abaixo a íntegra da resposta:

Ao reproduzir declarações de candidato a vice-presidente, a revista endossa e amplifica ofensas ao PT que foram objeto de sanção da Justiça Eleitoral ao PSDB.

Em defesa de sua honra, de seus dirigentes, filiados e militantes, e em respeito à população brasileira, que tem o direito de ser cofrretamente informada, o Partido dos Trabalhadores vem desfazer inverdades publicadas pela revista Veja, na Edição 2.175.

O PT é um partido político democrático, registrado desde 1980 no Tribunal Superior Eleitoral, que defende a Constituição e cumpre rigorosamente a lei.

O PT condena o terrorismo, repudia a violência, pratica e defende a via democrática para a solução de conflitos.
As relações do PT com partidos políticos de diversos outros países são pautadas pela busca da cooperação entre os povos e pela construção da paz mundial.

O repúdio ao narcotráfico, que corrói a juventude, atemoriza a população e corrompe a sociedade, é parte constitutiva do ideário e da prática do PT desde a fundação do partido.

O PT combate com firmeza o narcotráfico e o crime organizado, por meio de sua representação no Poder Legislativo, de suas administrações municipais, estaduais e, especialmente, na Presidência da República.

Ao longo de sua existência, o PT demonstrou que não transige com o crime nem se relaciona com o narcotráfico. Afirmar o contrário, como fez a revista Veja, é transigir com a verdade.

Fonte: Portal CTB (Com informações do Blog do Luis Nassif)

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Eleições Fenaj
Nesta semana – 27,28 e 29 de julho – começam as eleições da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas).

Em primeiro lugar quero pedir o voto e apoio de todos os jornalistas para mais esse desafio que estamos nos propondo.

Em Campinas/SP, termos como representante, a jornalista Márcia Regina Quintanilha (diretora do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo) que já deu mostras do seu trabalho na atual gestão da Fenaj e vem desempenhando, com muito êxito, a árdua tarefa da Campanha de Sindicalização dentro do nosso Sindicato.

Muitos jornalistas acompanham de perto as lutas da Fenaj, que também são as lutas do nosso Sindicato em São Paulo. Muito já foi feito e muito temos a fazer e a Fenaj nada mais é do que o retrato do trabalho feito nos Sindicatos brasileiros.

Abaixo publico o material informativo da Chapa 1 – Virar o jogo que apoio e peço o voto dos colegas jornalistas que compartilham das mesmas ideias e/ou propostas em defesa do Jornalismo e dos Jornalistas.

ELEIÇÃO DA FENAJ

EU VOTO CHAPA 1 – VIRAR O JOGO

Confira abaixo as propostas e os candidatos:

http://www.virarojogo.com.br/informe.html

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