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Archive for the ‘Curiosidades’ Category

janeiro-branco-2017-rodapeDepois de tanto tempo sem escrever uma mísera linha fica praticamente impossível retomar de onde parei. Retomar os velhos projetos para o blog! Retomar…

Pensei em desistir porque o blog não tem mais espaço na vida corrida que estou levando, mas depois percebi que esse é um dos momentos mais prazerosos que tenho.

Mesmo quando necessito rabiscar algumas linhas dolorosas que me arrancam o ar e escancaram meu íntimo. E mesmo quando tenho que transpor para o papel algumas feridas que ficarão abertas diante da sociedade julgadora, ainda assim adoro escrever. Gosto de rabiscar “crônicas” cotidianas que me ajudam a refletir sobre os rumos da vida – minha, sua, nossa e da humanidade.

É natural que a escrita seja assim, um misto de dor e prazer, né?

Enfim, depois te tantas divagações, vamos ao assunto principal: Janeiro Branco! Mas, primeiramente, Fora Temer! Em seguida, Feliz 2017, com muita luz, sabedoria, prosperidade, equilíbrio, amor, força e fé na vida!

 

Os meses e as cores

meseseascoresonnnnAgora sim… Janeiro Branco não tem nada a ver com o calendário das grandes e luxuosas grifes de modas brasileira.

Confesso que trabalhei quase cinco anos na Saúde Mental e não me recordo de ter ouvido falar do termo “Janeiro Branco”. Tá bom… eu sou um pouco esquecida, mas disso eu me lembraria sim!

Conheço o Maio Amarelo (movimento internacional de conscientização para redução de acidentes de trânsito), Setembro Amarelo (campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio), o Setembro Azul (campanha de valorização da pessoa com deficiência auditiva); Setembro Vermelho (para combater as doenças cardiovasculares), Setembro Verde (destaca importância da doação de órgãos), Outubro Rosa (campanha internacional de combate ao câncer de mama) e o Novembro Azul (internacionalmente dedicado às ações relacionadas ao câncer de próstata e à saúde do homem).

Dá para ver que o mês de setembro está colorido, um pouco confuso, mas cheio de boas campanhas para participar e lutar.

E o Janeiro Branco que já está no finzinho? Quando tomei conhecimento do Janeiro Branco achei que era brincadeira ou modismo. Descobri que a data integra o calendário brasileiro de ações e lutas, mas o problema é que ainda é pouco divulgada.

 

Janeiro Branco

O Projeto Janeiro Branco faz do mês de janeiro um marco temporal estratégico para que todas as pessoas reflitam, debatam e planejem ações em prol da Saúde Mental e da Felicidade em suas vidas.

A campanha ressalta que “Quem cuida da mente, cuida da vida!”, sendo uma iniciativa social voltada para a promoção de mais Saúde Mental e Saúde Emocional nas vidas das pessoas. Os envolvidos no projeto investem em ações psicoeducativas e na criação de uma cultura de valorização da subjetividade.

É uma campanha muito importante que precisa contar com nosso apoio, inclusive o da mídia brasileira, pois vivemos em tempos de tanto stress, ansiedade, síndromes, doenças ligadas a pisque e a busca desenfreada pela felicidade plena e absoluta que, mais do que nunca, é preciso aprender a viver com equilíbrio.

Achei fantástico escolherem a cor branca que é a junção de todas as cores do espectro de cores. É definida como a cor da luz, da paz, da pureza, da limpeza, da calma, da harmonia e outras conotações positivas. É a cor que reflete todos os raios luminosos, não absorvendo nenhum e por isso aparece como clareza máxima.

É um significado poderoso usar a cor branca que simboliza a união de todas as cores, ou seja, precisamos buscar a união/equilíbrio do ser: espiritual, físico e mental. A campanha destaca a importância de manter a mente sã e viver uma vida mais saudável e positiva. Uma vida com mais luz e felicidade interior!

Não estou dizendo que não podemos ficar tristes, devemos porque a vida é feita de altos e baixos que nos proporcionam aprendizados fundamentais. No entanto, o equilíbrio é sempre o melhor caminho. É também um caminho difícil de ser trilhado, mas não impossível. Evoluir é isso: é buscar trilhar o caminho do meio com paz interior e tolerância com o exterior.

 

Vida na Web

O mundo, principalmente virtual, cobra a todo instante a felicidade plena, tanto que muitos estão nas redes sociais com seus “Sorrisos Colgate” e por dentro um caco de gente.

Quando você fica triste logo chega um dizendo pra parar de choramingar, como se você não tivesse o direito de sofrer. Sofrer também é um rito de passagem importante que te ajuda a cicatrizar as feridas para seguir adiante. O problema é quando ele toma a sua vida por inteiro, te deprime a todo instante até que você perde a vontade de viver. Isso sim é mau sinal!

É disso que a campanha fala: de buscar sua Saúde Emocional e seu ponto de equilíbrio para viver a vida de forma leve.

Acredito que a vida é feita de momentos felizes. Têm sim momentos de felicidade arrebatadora, mas é pouco provável que ela dure para sempre. Então pare de fingir para a sociedade que sua “pseudo felicidade” é plena e absoluta e assuma seus altos e baixos com sabedoria e responsabilidade. Tire o sorriso plastificado do rosto e busque a felicidade interior verdadeira, aquela que te traz paz de espírito e sanidade para suportar as agruras do mundo.

Janeiro é sempre um período de reflexão, de fazer um “balanço” da vida, de traçar sonhos e projetos e, principalmente, de renovar nossos compromissos de lutar por tudo o que sempre desejamos. A campanha diz que “Janeiro é um mês, naturalmente, terapêutico. Façamos da sua estratégica posição um ponto de partida privilegiado a partir do qual as pessoas movam-se em busca de mais sentidos positivos para as suas vidas”.

Então, vamos fazer desse Janeiro Branco, que já está no fim, o mês do renascimento do que há de melhor em nós, sem falsas pretensões e ações. Vamos nos comprometer, verdadeiramente, com a construção de uma vida mais feliz e tolerante.

 

Quem cuida da mente, cuida da vida.

Os 5 objetivos da Campanha Janeiro Branco:

  1. Fazer do mês de janeiro o marco temporal estratégico para que todas as pessoas do mundo reflitam, debatam e planejem ações em prol da Saúde Mental e da Felicidade em suas vidas ao longo de todo o ano;
  2. Chamar a atenção de todo mundo para o tema da Saúde Mental nas vidas das pessoas;
  3. Aproveitar o início de todo ano para incentivar as pessoas a pensarem a respeito das suas vidas, dos seus relacionamentos e do que andam fazendo para serem verdadeiramente felizes;
  4. Chamar a atenção das pessoas para pensarem a respeito do que precisam mudar em suas vidas para serem, realmente, felizes;
  5. Mostrar às pessoas que sempre é possível o fechamento e a abertura de novos ciclos em busca da Felicidade em suas vidas – afinal, ano novo, vida nova, mente nova!

Olha que interessante:

lcaNa cultura oriental a cor branca representa desde tristeza até luto. Interessante porque a Saúde Mental também está associada a dor. O sofrimento psíquico ou a “falta de sanidade mental”, sem dúvida, causam muito sofrimento para a pessoa e todos que a cercam. E o luto pode ser também um momento de transmutação na vida de uma pessoa.

Independente da forma como você vive sua vida ou os problemas que você teve ou tem, quando sentir que algo está errado ou que você não consegue “resolver” sozinho, talvez seja a hora de buscar ajuda médica. Isso não significa que você está louco, até porque o que é ser louco nessa sociedade insana em que vivemos? Isso pode ser apenas um sinal de que você precise de ajuda para seguir com a vida de forma leve.

Participe e ajude a divulgar essa importante campanha: Janeiro Branco #QuemCuidaDaMenteCuidaDaVida

 

Contatos do Projeto Janeiro Branco:

125x125-janeiro-brancohttp://janeirobranco.com.br / www.facebook.com/campanhajaneirobranco / janeirobranco@gmail.com / Whatsapp Nacional do JB: (34)99966-1835

 

 

Se quiser contar como está sendo seu Janeiro Branco é só deixar um comentário. Assim como gosto de escrever, também adoro ler.

Fonte: com informações da Wikipedia e Portal Janeiro Branco

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Lindo cartão de visita do Vigia do Automóvel, Sr. Jose

Lindo cartão de visita do Vigia do Automóvel, Sr. Jose

Eu aprecio muito a capacidade criativa, inventiva e empreendedora do brasileiro. Não estou dizendo do “jeitinho brasileiro” de querer levar vantagem em tudo. Mas da disposição que o cidadão tem de buscar soluções criativas para resolver as dificuldades que a vida lhe impõe.

No final do ano passado participei de uma confraternização entre colegas de trabalho e chefia. Escolhemos uma churrascaria próxima ao trabalho para a celebração.

Ao chegar fui estacionar meu carro numa rua próxima e conheci o Sr. José, “Vigia do Automóvel”, que é um ser humano simpático e que auxilia os motoristas a estacionarem no entorno do local.

Na ocasião, ele me orientou a estacionar num local seguro, se apressou em abrir a porta do carro e com um sorriso no rosto, como quem ajuda um amigo, carregou minhas duas caixas pesadas até o restaurante.

Quando saí ele veio me desejar Boas Festas de forma carinhosa e me perguntou se todos gostaram dos presentes que levei.

Fiquei encantada com a personalidade carismática e solícita do Sr. José e não teve como ignorar sua gentileza. Ofereci uma gorjeta que ele recusou de primeira. Depois de muito insistir ele aceitou e me deu um abraço fraterno desejando as melhores coisas pra minha vida e, especialmente, “muita prosperidade para que pudesse sempre celebrar com fartura ao lado dos meus amigos”. Foi de emocionar me despedir de um estranho que nos primeiros minutos já conquistou minha admiração.

Sr. José é mais uma “vítima” do desemprego que não se deixa abater pelas dificuldades e nem dá um jeitinho pra ganhar dinheiro à custa dos demais. É daqueles homens que rala de sol à chuva pra ganhar um dinheirinho suado sem impor seu trabalho.

Sim, ele é um “flanelinha”, só que de um jeito especial. Ele não fica ameaçando, cercando ou cobrando as pessoas nas ruas. Nem entrando na frente do seu carro impondo de forma irritante um serviço que você não quer.

Ele encontrou uma forma diferente de abordar as pessoas sem ser invasivo, aproveitando uma necessidade do motorista para oferecer sutilmente seu trabalho. Só por isso, merece meu respeito e os melhores votos de sucesso.

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Cartão feito de papelão e recortado para pendurar ou carregar no carro

Ele é tão descolado, criativo e sabe que a propaganda é a alma do negócio que criou um lindo cartão de visita em formato de automóvel para o motorista levar ou pendurar no carro. E quando perguntado sobre o significado do olho nas rodas do veículo ele respondeu “se eu estiver por perto seu veículo será bem guardado porque estou sempre de olho para que nada de mal aconteça com o seu bem”. Depois dessa resposta respondi com um sorriso largo e disse “muita gentileza da sua parte”. Sem dúvida, o Vigia do Automóvel tem uma veia empreendedora e sabe reconhecer as oportunidades.

Nas minhas aulas de MBA os professores falavam sempre da importância de estar atento às oportunidades de negócios e de ter soluções criativas para os problemas cotidianos. Com certeza, eles ficariam impressionados com o poder de percepção do Sr. José.

Valeu, Sr. José! Gratidão por fazer a diferença na minha vida e pela lição que me deu naquele dia. Exemplo como esse que me dá a certeza que os brasileiros, um dia, vão solucionar todos os problemas e desigualdades do país, porque nós temos todos os recursos necessários para vivermos mais e melhor, só precisamos usá-los de forma consciente.

Gratidão, Sr. José! 

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Liebster2-e1455298019322Fui indicada pela blogueira Gabriely Costa do blog Resenha Tudo para responder a Tag Liebster Award – Discover New Blog.

Fui indicada no final de fevereiro, mas com a viagem de férias que estava se aproximando no início de março, não consegui me organizar para responder a tag.

O objetivo da Tag Liebster Award – Discover New Blog é ajudar na divulgação de novos blogs e também mostrar um pouco do perfil da autora (blogueira).

Ressalto que raramente publico nesse blog assuntos sobre “feminices” ou sobre minha vida particular, mas dessa vez vou responder essa tag que me parece ser bacana e, de quebra, variar o estilo de post.

Fiquei muito feliz com a indicação, gratidão Gabi!

As regras são as seguintes:

  • Escrever 11 fatos sobre mim;
  • Responder as perguntas de quem te indicou;
  • Indicar de 11 a 20 blogs com menos de 200 seguidores;
  • Fazer 11 perguntar para as próximas indicadas responderem;
  • Colocar o selo Liebster Award;
  • Linkar de volta quem te indicou;
  • Avisar os indicados.

Vamos lá, 11 fatos sobre mim:

  1. Sou filha única e sinto muita saudade da minha mãe que já desencarnou;
  2. Sou espírita e pratico a Lei da Atração e a Programação Neurolinguista, as aplico todos os dias em minha vida;
  3. Adoro livros e leio de tudo, mas não leio livro de ficção;
  4. Não gosto de sertanejo, sertanejo universitário etc., mas amo música caipira;
  5. Sou muito organizada, brava e irônica;
  6. Amo viajar, filme de terror/suspense, vinho e queijo;
  7. Prefiro salgado a doce;
  8. Não sou boa cozinheira, ainda. Mas sou muito esforçada na cozinha;
  9. Tenho sono irregular, acordo quase de hora em hora durante a noite toda;
  10. Adoro assistir lutas de MMA e Boxe, futebol e Motocross estilo livre;
  11. Tenho nojo, pavor e medo de lagartixas… eca.

Respondendo as 11 perguntas de quem me indicou:

1 – Porque você criou o blog?

Criei o blog em 2009 na plataforma do UOL (UOL Blog) para resenhar livros que gostava muito e comentar assuntos que me interessavam, como política e jornalismo. Sou assessora de imprensa e cotidianamente tenho que escrever de forma técnica. Então, o blog me possibilita(va) escrever sobre tudo de forma despretensiosa. Hoje o blog é um espaço para escrever sobre o que eu gosto e compartilhar com pessoas que se interessam pelas mesmas coisas.

2 – Qual seu gênero de série favorito?

Tenho dois estilos favoritos: comédia e suspense/mistério.

3 – Qual foi o último livro que você leu?

“O Harém de Kadafi – a História Real de Uma das Jovens Presas do Ditador da Líbia”, da jornalista Annick Cojean. Esse eu ainda não resenhei aqui no blog porque acabei de ler durante a minha viagem de férias (abril/16).

4 – Uma coisa que você gosta e todo mundo odeia.

Ficar em casa nos fins de semana, de boa…. só de pijama e pantufas. Adoroooo! rsrs

5 – Uma frase que você leva pra vida.

São várias, mas a que me descreve recente é “Somos o resultado dos livros que lemos, das viagens que fazemos e das pessoas que amamos”, de Airton Ortiz.

6 – O que/quem te motiva a continuar com o blog?

Minha paixão pela leitura e pela escrita. Fico feliz quando recebo algum retorno/comentário sobre algo que postei e isso me faz querer seguir adiante para melhorar, e quem sabe, profissionalizar o Blog da Nanda.

7 – Uma viagem dos sonhos.

Acabei de realizar: Austrália. Com certeza, voltarei lá. Eu ainda vou morar na Austrália!

8 – Uma paixão do momento.

Retomar o hábito de ouvir música. Estou aprendendo a me libertar de ouvir o noticiário radiojornalístico. Qualquer dia faço um post sobre a playlist que estou montando. Tinha me esquecido como é prazeroso ouvir música.

9 – Uma coisa que você quer fazer, mas não tem coragem?

Viajar de carro para outro Estado ou um lugar bacana, fazer uma road trip.

10 – Qual foi sua reação ao ganhar seus primeiros seguidores do blog/canal?

Minha reação foi mais ou menos assim: nossa é inacreditável, tem gente que dedica um tempinho da vida para me ler! Fiquei muito feliz, empolgada e grata. Recentemente comecei a escrever com finalidade de conquistar mais seguidores, porque antes o blog era só um projeto pessoal: uma válvula de escape para a minha “escrita reprimida”.

11 – Qual sua Comida favorita?

Comida boa!

Blogs que indico:

Livros e Cultura

 Jardim da Lô

Help Lais

 Divas Blog

Francesinha Blog

Poesia Descompassada

Kem Te Disse

Loucuras ao Vento

Cheia de Invenção

Vanessa Martins

Santta Vaidade

Saia Rasgada

 

11 perguntas para minhas indicadas responderem:

  1. Porque você criou o blog?
  2. Tem algum assunto/tema que você evita falar no blog?
  3. Quais são seus objetivos em relação ao blog?
  4. Qual blogueira/youtuber você mais gosta? (pode ser várias)
  5. Qual seu maior sonho?
  6. O que/quem te inspira?
  7. Que tipo de leitura/livro você curte?
  8. Qual a frase, expressão, palavra, “palavrão” ou regionalismo que você mais usa no cotidiano?
  9. Diga uma coisa que todo mundo gosta, mas você detesta.
  10. Considerando esse momento difícil pelo qual nosso país está passando, qual a mensagem/dica/conselho que você dá aos brasileiros?
  11. Dê dicas ou sugestão para melhorar o blog que te tagueou.
E tod@s @s blogueir@s que quiserem responder a Tag,  fiquem a vontade, só não esqueçam de deixar seu comentário aqui embaixo com o link do post. 
Para finalizar esse post quero agradecer, mais uma vez, a Gabriely Costa do blog Resenha Tudo.

 

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Zapeando pela Internet em busca de novas técnicas de inspirações para a redação de textos criativos, de processos de brainstorming ou de criação de Mapa Mental encontrei o mapa “Como manter o foco em uma era de distrações”.

Desenvolvido pela organização australiana Learning Fundamentals e traduzido pelo Desafio Criativo, o mapa mental “Como manter o foco em uma era de distrações” é bem estimulante e visa ajudar o estudante a administrar melhor o seu tempo diante das adversidades e ciladas pregadas pela rotina diária da vida.

Não é à toa que os cursos de administração do tempo e gestões de projetos e de processos estão em alta, isso porque somos constantemente bombardeados por informações e distrações, principalmente as virtuais, vindas de todos os lados e que nos fazem perder o foco facilmente. 

Para ganhar mais tempo e produtividade não é preciso ter mais que 24 horas no dia e, sim, organização!

Então, foco no trabalho, nos estudos, na família… foco na vida! Organize-se e sucesso 🙂

Clique na imagem para ampliar o mapa.

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Exposição do grupo Ex-NihiloAVESSO é o nome da exposição coletiva do grupo Ex-Nihilo sediada pelo Centro Cultural de Inclusão e Integração Social (CIS-Guanabara), mais conhecido como Estação Guanabara.

A instalação traz peças de roupas que exteriorizam emoções e pensamentos dos artistas. As peças expostas expressam a identidade pessoal e/ou questões existenciais de forma livre e intuitiva.

Em poucos metros quadrados, a instalação apresenta o universo fashionista e pessoal dos artistas Caroline Urquiza, Eduardo Galdeano, Elda Bueno, Fernanda Bronzeado, Laura Jacob, Lene Matui, Marcia Gregato, Marina Matui, Patricia Kerr, Sarah Galdeano, Sissa Buckeridige, William Heinrich e José Eduardo.

As criações misturam roupas charmosas, na maioria feminina, com peças eletrônicas, folhas de árvores, fotos, poemas, recados e objetos pessoais que juntas compõem um inusitado jogo de varais que se entrelaçam e criam uma instalação caótica, divertida, moderna e inspiradora.

A ideia das obras tem tudo a ver com o nome do grupo Ex-Nihilo, expressão em latim que significa que nada surge do nada. É uma expressão que indica que o ser não pode começar a existir a partir do nada, tal como as peças que recriam o olhar dos artistas de forma simples e liberal. Segundo a enciclopédia Wikipedia a “criação do nada é conhecida como criação ex nihilo. Muitas vezes atribuímos aos seres humanos a criação de várias coisas, mas eles são incapazes de criar do nada. Podemos mudar a forma da matéria preexistente, mas não temos poder de criar ex nihilo. Somente o poder sobrenatural de Deus pode fazê-lo”.

Camisa registro da exposição

O CIS Guanabara fica na Rua Mário Siqueira, 829, no Guanabara em Campinas/SP e está aberto das 9 às 17h. Vale dizer que, o CIS-Guanabara é vinculado e mantido pela Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (PREAC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Visite, você não vai se arrepender!

E não se esqueça de assinar a camisa branca para registrar presença.

Exposição do grupo Ex-Nihilo

Exposição do grupo Ex-Nihilo

Exposição do grupo Ex-Nihilo





Exposição do Grupo Ex-Nihilo

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Piada é bom e todo mundo gosta! E viver com bom humor é fundamental para encarar a seriedade e responsabilidades da vida.

Felizmente, com a descoberta de talentosos comediantes de Stand Up Comedy e a abertura midiática deste segmento, o humor brasileiro tem ganhado força e ampliado seus horizontes cômicos.

E, agora, a nova onda do mundo virtual é TROLAR. No Facebook, no Twitter, nos Blogs e no Youtube a trolagem “corre solta”, diverte as pessoas e faz muito sucesso entre os piadistas de plantão.

Mas o que é trolar?

Explicando de forma simples, trolar significa “passar trote”, amolar ou “zoar” alguém, sempre sem preconceito, de forma leve e nunca incentivando o Cyberbullying.

E já que somos um povo extrovertido, expansivo, divertido e carinhoso, a trolagem chegou com tudo e se naturalizou!

E não dá pra falar de trolagem sem mencionar a humorista brasileira: Tatá Werneck. Praticamente uma diva da trolagem!

Ela realmente domina tão bem a técnica de passar trote em famosos e anônimos que ganhou um programa na MTV ao lado de Paulinho Serra para zoar as pessoas profissionalmente, o Trolalá.

O rosto e o olhar da Tatá já denunciam seu humor escrachado. E mesmo trolando em espanhol ou inglês (dando ares de refinamento) e tanto muda quanto séria já é bem engraçada. Enfim, nasceu com cara e veia humorísticas.

Descobri essa peça rara no jornalístico “De frente com Gabi”, no SBT, onde ela concedeu uma entrevista divertidíssima à séria jornalista Marília Gabriela, em 21 de dezembro de 2011.

Desde então, passei a assistir o Trolalá na MTV, onde em 15 minutos Tatá Werneck improvisa, passa trote, faz traquinagens, fala um monte de absurdos e faz piadas com ares de seriedade, negando veemente – para as pessoas troladas – que se trata de uma pegadinha. Só que bem melhor do que a do Faustão!

Recomendo esse divertido programa transmitido de segunda a sexta-feira, a partir das 19h, na MTV.

Se você for espirituoso, com certeza, dará muitas gargalhadas!

Dê boas risadas com as tirinhas do Trolando Mesmo 

 

 

 

 

 

 

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Nesta semana conversei com alguns amigos sobre os profissionais que trabalham 15, 20 ou 30 anos na mesma empresa e de como esses casos estão cada vez mais raros hoje em dia.

Nas décadas de 1950 e 1960 era muito comum um trabalhador entrar na empresa e se aposentar nela. Hoje e dia isso é pouco comum e até muitos consultores de Recursos Humanos (RH) dizem que é bom para um profissional ter experiências variadas em seu currículo, às vezes, muito mais do que ter longos anos de experiência numa única empresa ou numa única função. A diversidade de tarefas e responsabilidades realizadas enche os olhos dos recrutadores de RH.

Quando me deparo com um profissional com tantos anos de casa, imagino que aquela pessoa realmente encontrou uma profissão prazerosa, está realizado profissionalmente ou encontrou uma empresa que reconhece o seu talento. Também fico em dúvidas de como será possível construir uma carreira de muitos anos numa única empresa nos tempos atuais – onde impera a instabilidade do mercado de trabalho.

A verdade é que esse tal mercado de trabalho mudou muito nos últimos anos. Não só as relações de trabalho como também os vínculos empregatícios. Houve um boom dos profissionais autônomos, médio empresário, microempresário, grande empresário, profissional associado, micro empreendedor individual, empreendedores, trabalhadores informais, entre outras formas de atuação profissional.

Diante dessa grande variedade de relações de trabalho a Revista Caros Amigos publicou no ano passado o caderno “Desenvolvimento do Trabalho – 50 profissões de futuro”. Anunciada como uma publicação que constitui um verdadeiro guia de serviço das ocupações mais procuradas atualmente ela conta com o patrocínio da Petrobras e do Governo Federal e, por isso, é possível encontrar neste caderno muitas atividades ligadas à área petrolífera, principalmente, diante dessa nova realidade do pré-sal.

Quando recebi o caderno fiquei interessada em saber o que mais o mercado irá exigir de nós e como devemos nos adequar à nova realidade do crescimento da informatização em várias áreas. Mas o que vi foram inúmeras profissões que variam entre engenharia e técnico de projetos com descrições da função e nível escolar exigido tudo mundo entrelaçado a uma única área: o Petróleo.

Confira as novas profissões do futuro segundo o guia:

Ensino para todos os gostos

O ponto positivo é que a publicação traz um grande apelo para a importância da formação adequada para cada área e ressalta que o papel da universidade é fundamental para criarmos profissionais capacitados para as novas exigências do mercado de trabalho.

Independente do que escolhermos como profissão, o caderno ressalta que são inúmeras as formas de capacitação dos profissionais: cursos técnicos ou profissionalizantes, ensino a distância (cursos técnicos, graduações e mestrados), graduações tecnológicas, bacharelados e licenciaturas (graduações), mestrados profissionalizantes ou acadêmicos etc.

Não entrarei na discussão sobre as universidades boas ou ruins ou sobre quais as melhores formas de ensino. O que posso recomendar é que, ao se matricular, o futuro profissional deve estar atento a escolha da universidade e buscar saber se o curso é autorizado e tem diploma reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) e, principalmente, se aquela forma de ensino se adequará às suas necessidades.

Jornalistas sofrem com as condições de trabalho precárias

Como jornalista não posso encerrar esse post sem fazer uma reflexão sobre o futuro do Jornalismo, dizer da necessidade de formação para o jornalista e falar como o cenário profissional nessa área é um dos piores possíveis. Há pesquisas que dizem que é uma das piores profissões para se trabalhar.

Em tempos de queda da “exigência” do diploma para formação do jornalista está cada vez mais difícil se manter no mercado profissional porque as grandes empresas de Comunicação estão, cada vez mais, pressionando os profissionais e desrespeitando seus direitos e, pior, contratando de forma irregular e contratando também pessoas que nada têm a ver com a profissão de jornalista – para exercer a tarefa de um profissional.

Primeiro quero dizer que SOU A FAVOR DO DIPLOMA! Não que ele seja garantia de um bom profissional, pois em qualquer profissão haverá profissionais bons e éticos e outros nem tanto, independente de diploma. Mas a formação acadêmica garante o acesso a uma série de informações e experiências que irão preparar o jornalista para realidade a ser enfrentada. Na faculdade o futuro jornalista aprende como lidar de forma ética e responsável com essa dita informação que se configura como um bem social.

E na esteira da pressão diária do exercício profissional, podemos não acreditar, mas a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) ainda está em vigor. E mesmo sendo ignorada pelos patrões e, principalmente, pelos barões da Comunicação, ela tem que ser respeitada.

Então, no campo do Jornalismo nos deparamos cotidianamente com a precarização do trabalho do jornalista de várias formas: através dos chamados “frilas fixos”, a troca do registro em carteira pela terceirização e “quarteirização”, as assessorias home offices e a pejotização. Ambos suprimem vários direitos trabalhistas.

Essa onda de transformar os jornalistas em Pessoa Jurídica (PJ) é uma das piores formas de precarização das relações trabalhistas e também a mais comum delas. Os PJ’s são profissionais contratados sem vínculo empregatício, mas que cumprem todos os compromissos de trabalhador contratado com carteira assinada: com jornada de trabalho, horário de entrada, de saída, de almoço; chefia imediata, entre outros ritos de um trabalhador celetista.

A empresa utiliza a forma de contratação PJ para economizar nos impostos e explorar o profissional, mas cobram dele as mesmas responsabilidades dos assalariados. Diferente do que estabelece a legislação que reconhece o PJ como uma empresa.

Temos também os “frilas fixos” que prestam serviços regulares para determinada empresa, mas também sem contratação regular.

Outro problema enfrentado pelos jornalistas são as difíceis estruturas encontradas nas assessorias home office. Os profissionais, que muitas vezes, não encontram recolocação no mercado de trabalho, “abrem” sua própria assessoria de Imprensa ou de Comunicação e correm atrás de clientes. Nesta busca eles oferecem todos os tipos de serviços possíveis e quando não conseguem dar conta das demandas, em alguns casos, terceirizam o trabalho, ou seja, é a terceirização que se transforma em quarteirização do trabalho.

Explico melhor o que quero dizer. Conheço inúmeros jornalistas que trabalhm home office e que contratam outros jornalistas, para determinadas situações, as vezes de forma precária para dar conta da demanda de serviço. Esse novo “vínculo empregatício” acaba se transformando na quarteirização do trabalho, já que a empresa contrata a assessoria – sendo uma forma de terceirizar os trabalhos de Comunicação da companhia – e a assessoria, por sua vez, contrata outro profissional para ajudar na demanda – estabelecendo a quarteirização do serviço.

É muito triste ver amigos jornalistas sendo explorados e, pior, amigos jornalistas explorando outros colegas porque o mercado se tornou uma terra sem lei. Terra onde o empresariado ganha as batalhas porque encontra quem se sujeita às situações precárias para pagar suas contas.

No caderno da Caros Amigos, o professor titular de Sociologia do Trabalho no IFCH/Unicamp, Ricardo Antunes explica em seu artigo “As desconstruções: do trabalho, sua nova morfologia e a era das rebeliões” que as tendências do mercado do trabalho são:

1)      … incessante pressão para desregulamentar o trabalho e reduzir os direitos sociais dos trabalhadores;

2)      Ampliação das práticas flexíveis de contratação da força de trabalho, sendo também freqüente tanto a ampliação do emprego formal como daquele pautado pela informalidade, movimento que também depende da expansão ou queda do crescimento econômico;

3)      Aumento dos mecanismos de individualização das realizações de trabalho, com o objetivo de fraturar a coesão e os laços de solidariedade entre os trabalhadores;

4)      Ampliação do ideário empresarial, em que os(as) trabalhadores(as) são “envolvidos” e “incentivados” a se tornarem “parceiros”, “sócios”, “colaboradores”, procurando desestruturar a solidariedade de classe e enfraquecer os sindicatos;

5)      Ampliação do trabalho em domicilio e das chamadas “cooperativas de trabalho” responsáveis pela subcontratação, terceirização e precarização da força de trabalho.

Neste contexto, a união da classe trabalhadora em torno de propostas comuns – defesa dos direitos trabalhistas – e fortalecimento das instituições de defesa dos trabalhadores – sindicatos, centrais sindicais e federações – é fundamental para garantirmos nossos direitos e fazer frente ao empresariado brasileiro de forma mobilizada, unificada e forte.

O fato é que se continuarmos sendo explorados desse jeito ficará cada vez mais difícil nos mantermos por muitos anos numa única empresa, principalmente se você for jornalista.

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