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Archive for the ‘Cultura’ Category

CNNP 2016A Vivara Editora Nacional está organizando o “Concurso Nacional Novos Poetas”, intitulado Prêmio CNNP 2016.

A inscrição é gratuita e pode ser feita até 5 de setembro de 2016 pelo site www.cnnp.com.br.

Podem participar brasileiros natos, ou naturalizados brasileiros, maiores de 16 anos, com texto em língua portuguesa. O tema é livre, assim como o gênero lírico escolhido.

De acordo com o edital, cada participante pode inscrever-se com até dois poemas inéditos de sua autoria e que ainda não foram publicados em livro.

Serão classificados 250 poemas que comporão a publicação do livro denominado “Prêmio CNNP 2016 – Antologia Poética”, com tiragem de cinco mil exemplares.

Segunda a editora, os três primeiros classificados receberão medalha de ouro, de prata e de bronze, respectivamente. Além disso, os 10 primeiros classificados terão inserção de destaque no livro a ser publicado.

Os poemas serão escolhidos por uma Comissão Julgadora de acordo com a originalidade e linguagem poética. O resultado do Concurso será divulgado no dia 20 de setembro no site informado acima.

Esse concurso literário é uma importante iniciativa de fomento à cultura e à leitura no país.

A Vivara Editora Nacional edita, imprime e comercializa livros de autores independentes com tiragem sob demanda.

O prêmio conta com o apoio cultural da Revista Universidade. Para obter mais informações sobre o “Concurso Nacional Novos Poetas” acesse o Edital.

 

Fonte: com informações da Vivara Editora Nacional.

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O bonde da cultura Hip Hop, mais especificadamente, da Dança Urbana (Dança de Rua ou Street Dance) vai estacionar nas Olimpíadas Rio 2016 para levar muitas atrações artísticas e culturais para os turistas e os cariocas.

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Battle Of The Year Brazil (BOTY) 2010 / Crédito: Fernanda Sunega

Começa no dia 6 e vai até 11 de agosto o festival de Dança Urbana “Battle Brazil – Edição Especial”, na Escola Nacional do Circo, no Rio de Janeiro. A atração integra a programação de mostras culturais organizada pela Funarte.

O objetivo da atividade é promover o intercâmbio artístico-cultural entre grupos de Dança de Rua brasileiros por meio de apresentações de grupos (crews) de Hip Hop de renome internacional vindos de quatro estados brasileiros. A atração integra o calendário de mostras artísticas e culturais organizado pela Funarte.

Organizada pela Cia Eclipse Cultura e Arte, a “Battle Brazil” é considerada a maior competição nacional de Dança de Rua (Street Dance) realizada em Campinas/SP. Mas desta vez, não haverá competição porque a mostra de dança integrará o calendário de atrações artístico-culturais dos Jogos Olímpicos 2016.

Durante o evento os grupos irão oferecer oficinas, palestras, batalhas shows e espetáculos de danças para propagar seus trabalhos e iniciativas culturais. A proposta da “Battle Brazil – Edição Especial” não é ser somente uma mostra, mas incentivar a interação entre os grupos de forma a divulgar o talento desses artistas.

Participam da mostra 12 grupos de danças oriundos das regiões Sudeste, Sul e Centro Oeste. Sendo eles: MOS Crew, de Campinas/SP; Original Rocking, de Poços de Caldas/MG; Still Contact, de Curitiba/PR; Resistência Ativa, de Anápolis/GO; The Killers, de São Paulo/SP; Street Son, de São Paulo/SP; Crewest, de Franco da Rocha/SP; Super Star B.Boys, de Colombo/PR; Browns Boggie, de Campinas/SP;  Pânico Krumpers, de Campinas/SP, Companhia Híbrida/RJ e Cia Eclipse Cultura e Arte, de Campinas/SP. Além do MC Uiu e os DJ’s JP Black e Negresco.

Além de espetáculos, a “Battle Brasil – Edição Especial” oferecerá palestras e oficinas aplicadas pelos grupos convidados. A intenção é oferecer um espaço para a troca de saberes e vivências culturais e artísticas, além de estimular a interação com a comunidade artística carioca e, principalmente, com turistas que participarão das Olimpíadas Rio 2016.

Serão realizadas oficinas de “Danças Urbanas Estilo Popping” e “Danças Urbanas Estilo Krump” e uma palestra sobre “Danças Urbanas no Brasil”

 

Batalha Show Danças Urbanas

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Breaking, Popping, Krump e outros gêneros serão apresentados na edição especial da Battle Brazil / Crédito: Gustavo Brito

Batalhas Show são apresentações demonstrativas sem competições, apesar da denominação “batalha”. Elas apresentarão ao público diferentes estilos de Dança Urbana, formas de expressão e performances dos dançarinos, bem como gêneros musicais variados que compõem estas danças.

Durante a programação serão apresentadas coreografias com temáticas diversas enfatizando vários estilos de dança, que nasceram com a Cultura Hip Hop na década de 70 nos Estados Unidos, mas que assumem características regionais em cada lugar do mundo.

A Escola Nacional do Circo será palco de artistas-atletas que realizarão performances com saltos, giros, movimentos acrobáticos musicados com muita energia, ritmo e sentimento do original Hip Hop.

 

Espetáculos de Dança

Espetaculo Impermanência / Crédito: Samuel Lorenzetti

Espetáculo Impermanência / Crédito: Samuel Lorenzetti

Durante a mostra, será possível assistir ao espetáculo “Impermanência”, interpretado pela Cia Eclipse Cultura e Arte. O espetáculo revela como a impermanência influencia tanto a nossa vida, como também o ambiente, porque tudo está em constante mutação. A impermanência invade nossa existência e faz parte de nossa condição humana. Através dela é possível abdicar de apegos e medos, vivenciando a renúncia, a aceitação e a instabilidade.

Esse espetáculo foi premiado pelo ProAC (Programa de Ação Cultural) Circulação Dança 2015 da Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo.

Já o espetáculo “Olho Nu”, terceira parte da trilogia que discute Hip Hop e fragilidade, traz  como mote o desejo de desnudar o dançarino de rua, ressaltando as fragilidades deste corpo potente e, ao mesmo tempo, revelar todo o potencial criativo existente por trás destas fragilidades. Na cena, a repetição que busca transformação, busca também por formas de composição que extrapolem o lugar comum dessa técnica levando à reflexão sobre este corpo que se atém no papel de entreter e atender expectativas daquele que assiste.

A montagem foi criada pela Companhia Híbrida, fundada em 2007 na cidade do Rio de Janeiro, pelo diretor e coreógrafo Renato Cruz. Desde o inicio, a proposta desta Companhia reside em desenvolver uma pesquisa singular misturando diferentes linguagens artísticas, tais como as Danças Urbanas, a dança Contemporânea, a linguagem teatral e tudo mais que possa servir como base para materialização de novas ideias.

 

Jam – Encontro de Confraternização

Durante a Battle Brazil será realizado um encontro de Jam, com confraternização e intercâmbio cultural dos artistas convidados com os dançarinos do Rio de Janeiro ou outros que estejam na cidade, como turistas, e queiram integrar o palco para apresentação improvisada.

 

Breve histórico da Cia Eclipse Cultura e Arte

Eclipse Cultura e Arte

Eclipse Cultura e Arte / Divulgação

Criada em 2002 na cidade de Campinas/SP, a companhia tem sido premiada nacional e internacionalmente por espetáculos e projetos realizados em Dança Urbana.

A Cia Eclipse Cultura e Arte realiza pesquisas artístico-culturais para criação de peças, espetáculos, performances e intervenções; desenvolvendo os diferentes estilos de Danças Urbanas, sua especialidade, mesclado com técnicas de ginástica acrobática, circo, teatro, entre outras linguagens artísticas que contribuem com a iniciativa proposta.

A companhia é organizadora do Campinas Street Dance Festival, festival oficial de Dança de Rua que entrou para o calendário anual da cidade, e da Battle Of The Year Brazil, etapa nacional da competição conhecida como a Copa do Mundo da Dança de Rua, cuja final é realizada na Alemanha desde 1990.

A Cia Eclipse desenvolve projeto de formação e iniciação em Danças Urbanas com aulas gratuitas oferecidas por dançarinos e coreógrafos voluntários. Os encontros acontecem aos sábados à tarde na Estação Cultura de Campinas e na Casa de Hip Hop de Campinas.

A Cia Eclipse Cultura e Arte foi fundada e é dirigida pelos coreógrafos e bailarinos Ana Cristina e Kico Brown. Em 2011, eles lançaram o livro “Dança de Rua” que apresenta um estudo sobre uma das maiores manifestações culturais que influenciou e influencia a juventude do mundo inteiro, o Hip Hop.

Mais informações sobre a companhia em www.eclipse.art.br.

 

Mostra Funarte de Festivais

A Battle Brazil – Edição Especial foi contemplada pelo edital da Funarte (Fundação Nacional das Artes), que selecionou projetos de âmbito nacional, para compor a programação artística de três espaços da fundação na cidade do Rio de Janeiro: Teatro Dulcina, Teatro Cacilda Becker e Escola Nacional de Circo durante os Jogos Olímpicos 2016. A programação deverá ser realizada entre os dias 30 de julho a 4 de setembro.

Com essa iniciativa, o MinC (Ministério da Cultura) e a Funarte pretendem dar ampla visibilidade a uma importante rede de difusão, formação e promoção do acesso à diversidade da produção artística brasileira, constituída pelos festivais nacionais de Circo, Dança, Teatro e suas transversalidades.

 

PROGRAMAÇÃO

06/08 (sábado)

  • 19h: Showcases de Breaking

07/08 (domingo)

  • 16 às 19h: Jam – Encontro de Dançarinos (confraternização e interação)
  • 19 às 21h: Batalha Show de Danças Urbanas

09/08 (terça-feira)

  • 16 às 17h30: Oficina “Danças Urbanas Estilo Popping”
  • 17h30 às 19h: Palestra “Danças Urbanas no Brasil”
  • 19 às 20h30: Oficina “Danças Urbanas Estilo Krump”

10/08 (quarta-feira)

  • 19 às 20h: Espetáculo IMPERMANÊNCIA – Cia Eclipse Cultura e Arte/SP

11/08 (quinta-feira)

  • 19 às 20h: Espetáculo OLHO NU – Companhia Híbrida/RJ

 

Todas as atrações são gratuitas e a programação completa pode ser conferida em www.battlebrazil.com.br.

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Tereza de Benguela / Google Imagens

Nesta segunda-feira, 25 de julho, celebramos o Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha. A data foi criada em 25 de julho de 1992, no I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, em Santo Domingos, República Dominicana, para marcar, internacionalmente, a luta e a resistência da mulher negra.

Para destacar essa importante data, a Frente de Mulheres Negras de Campinas e Região promove de 25 a 31 de julho atividades para compartilhar suas percepções afro latinas, negras e feministas a respeito dos temas como: Cultura, Direitos e Políticas Públicas, Militância e Sexualidade.

Durante a semana serão lançados a Revista da Frente de Mulheres Negras de Campinas e Região e o documentário “Em Marcha Sempre”. A publicação é fruto do acúmulo de conversas e vivências das mulheres negras que integram a frente e os textos escritos lançam reflexões sobre Cultura, Ancestralidade, Atualidades, Trabalho, Sexualidade e Educação.

No Brasil a Lei nº 12.987/14 instituiu o 25 de julho como o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Ela foi uma líder quilombola que viveu no atual estado do Mato Grosso durante o século 18 e tornou-se rainha do Quilombo Quariterê após a morte de seu marido. Sob sua liderança a comunidade negra e indígena resistiu à escravidão por duas décadas, sobrevivendo até 1770, quando o quilombo foi destruído pelas forças de Luiz Pinto de Souza Coutinho.

Vale destacar que, apesar de muitas mulheres negras serem bem mais qualificadas e investir mais tempo que os homens em estudo, elas ainda ganham menos de 40% que brasileiro branco e, outras tantas, são exploradas em ocupações terceirizadas precárias no setor de limpeza ou alimentação.

Por isso, o 25 de julho é um dia de luta e para lembrar que as mulheres negras brasileiras continuam, bravamente, combatendo cotidianamente o racismo, o machismo e a violência doméstica tão enraizados em nossa sociedade patriarcal e conservadora.

 

Frente de Mulheres Negras de Campinas e Região

frente_negraA Frente de Mulheres Negras de Campinas e Região é composta por 20 coletivos de militância feminista, cultural, periférica e negra, que se mobilizam com a intenção de promover ações permanentes e constantes acerca da temática da Mulher Negra.

A frente é organizadora do Sarau das Aliadas, que acorre todo último domingo do mês na Casa de Cultura Tainã, na Vl. Pe. Manoel da Nóbrega.

 

Programação

25 de julho (segunda-feira)

19h – Lançamento da Revista da “Frente de Mulheres Negras” e do Documentário “Em Marcha Smpre”.

Local: MIS Campinas (Rua Regente Feijó, 859 – Centro)

28 de Julho (quinta-feira)

19h – Roda de Conversa “Mulheres Negras e Direitos: a Justiça quando vira injustiça”.

Local: Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil (Rua Barão de Jaguara, 636 – Centro)

29 de Julho (sexta-feira)

19h – Roda de Conversa “Mulheres Negras e Sexualidade: diálogos entre gerações”.

Local: Estação Cultura (Praça Marechal Floriano Peixoto)

30 de Julho (sábado)

10 às 20h – Mutirão de Graffiti Feminino “Rolê das Aliadas”.

Local: Casa de Cultura Tainã (Rua Inhambu, 645 – Vila Padre Manoel da Nóbrega)

31 de Julho (domingo)

14 às 20h – Sarau das Aliadas, com a entrega do Prêmio “Mulheres Negras 2016”.

Local: Casa de Cultura Tainã (Rua Inhambu, 645 – Vila Padre Manoel da Nóbrega)

 

Fonte: Com informações da Frente de Mulheres Negras de Campinas e da Wikipedia

 

Lei também: Viola Davis: sobre negras e brancas e a igualdade de oportunidades

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Crédito: FreeImages.com/Michelle Seixas (#1562581)

Crédito: FreeImages.com/Michelle Seixas (#1562581)

Como esse ano está sendo marcado por pequenas mudanças em minha vida, me propus a participar de um Desafio Literário.

Nos últimos dois anos diminui bastante o ritmo de leitura porque assumi outros compromissos que tornaram o meu horário muito mais apertado. Mesmo assim, vou me esforçar para retomar a leitura e escrever mais resenhas.

Esse desafio não é nenhuma competição, apenas uma forma de variar a leitura tornando-a mais instigante e diferente.

O Desafio Literário Mix tem como base as indicações dos blogs Annie Bitencourt, Além do Livro, Livros & Escritos e Inspirada por Palavras.

Pesquisei vários Desafios Literários e resolvi elaborar uma mistura (mix) que se adaptasse ao meu perfil e objetivo literário, pois não curto obras de ficção. Apesar do meu gosto “restrito” prometo me esforçar para sair da minha zona de conforto e explorar leituras variadas. #DesafioLiterárioMix

O Desafio Literário Mix vai durar 24 meses, iniciando em 1º de junho de 2016 com término em 31 de maio de 2018. Minha intenção é escolher de forma aleatória os livros não lidos que ainda tenho na estante, encaixando-os aos temas propostos pelo Desafio Literário Mix. Pretendo ler um livro de cada categoria, apesar do desafio permitir eliminar um ou mais itens com um único livro.

A cada seis meses postarei uma avaliação das metas. Adoro metas! Não para mensurar ou cobrar algo, apenas para verificar o andamento do projeto.

De qualquer forma prometo me esforçar para ampliar meus horizontes literários lendo um livro para cada categoria listada.

Vamos à lista:

  1. Um livro com mais de 500 páginas
  2. Um livro que tenha virado filme
  3. Um livro que contenha números no título
  4. Um livro que seja escrito por uma mulher
  5. Um livro que tenha sido publicado no ano do desafio
  6. Um livro que o título tenha apenas uma palavra
  7. Um livro que tenha mais de 100 anos
  8. Um livro que seja baseado em fatos reais
  9. Um livro que você tenha comprado ou escolheu apenas pela capa
  10. Um livro que se passe durante o natal
  11. Um livro que você termine em um dia
  12. Um livro que tenha sido adaptado para TV
  13. Um livro que relembre sua infância
  14. Um livro que contenha uma cor no título
  15. Um livro recomendado por um amigo
  16. Um livro que fez você chorar
  17. Um livro que foi publicado no ano que você nasceu
  18. Um livro que faça parte de uma trilogia (ler ao menos uma obra da trilogia)
  19. Um livro clássico
  20. Um livro escrito por alguém com menos de 30 anos
  21. Um livro engraçado (de humor)
  22. Um livro que ganhou o prêmio Pullitzer
  23. Um livro de biografia
  24. Um livro banido e/ou censurado
  25. Um livro que te intimide
  26. O livro mais antigo na estante e que você ainda não leu
  27. Um livro com menos de 150 páginas
  28. Um livro que você abandonou
  29. Um livro que você pensou em abandonar, mas persistiu na leitura
  30. Um livro que você nunca terminou
  31. Um livro que ganhou um prêmio literário
  32. Um livro escrito por um/a jornalista
  33. Um livro com história de guerra
  34. Um livro reportagem
  35. Um livro que você ganhou
  36. Um livro com título estranho
  37. Um livro nacional
  38. Um livro sobre política
  39. Um livro que demonstre que “o mundo tá cada vez pior, antigamente não era assim”
  40. Um livro em que a história se passe em pelo menos dois países de continentes diferentes (América, Europa, Ásia, África, Oceania e Antártida)
  41. Um livro estrangeiro
  42. Um livro sobre religião
  43. Um livro que fale sobre a morte
  44. Um livro de autoajuda
  45. Um livro de suspense/thriller
  46. Um livro de contos
  47. Um livro de não-ficção
  48. Um livro de cartum/charge
  49. Um livro de sick lit
  50. Um livro que contenha ilustrações
  51. Um livro de terror
  52. Um livro considerado cult
  53. Um livro apocalíptico
  54. Um livro que contenha um assassinato
  55. Um livro emprestado
  56. Um livro muito barato
  57. Um livro da biblioteca
  58. Um livro pequeno
  59. Um livro em formato diferente
  60. Um livro que contenha referências musicais
  61. Um livro polêmico
  62. Um livro subestimado
  63. Um livro mind fucking
  64. Um livro chocante
  65. Um livro que contenha uma história de amor marcante
  66. Um livro que você ainda não leu, mas já assistiu à adaptação
  67. Um livro que você gostaria que virasse filme ou série
  68. Um livro que contenha um personagem que você gostaria de ser
  69. Um livro com uma história que você gostaria de viver
  70. Um livro que você gostaria de ter escrito
  71. Um livro que te inspira
  72. Um livro que você gostaria que todos lessem
  73. Um livro que você gostaria de não ter lido (“desler”)
  74. Um livro que te dê vontade de viajar
  75. Um livro que te faça lembrar alguma estação do ano (primavera, verão, outono ou inverno)
  76. Um livro para dar de presente
  77. Um livro para ler antes de dormir
  78. Uma releitura
  79. Um livro com resenhas negativas
  80. Um livro que todo mundo gostou, menos você
  81. Um livro que você escolheu pelo título
  82. Um livro cujo título não condiz com a história
  83. Um livro cujo título tenha mais de 5 palavras
  84. Um livro cujo título seja um ou mais nomes próprios
  85. Um livro de um autor que você nunca tenha lido
  86. Um livro assinado por um pseudônimo
  87. Um livro escrito por dois autores
  88. Um livro de um autor que já morreu
  89. Um livro que comece com a letra do seu nome
  90. Um livro que você sempre quis ler

Essa lista está bem grande, me empolguei é verdade, mas quero ter bastante opção ao escolher a próxima leitura. A intenção é tornar esse desafio estimulante e muito prazeroso.

Convido você a participar deste Desafio Literário Mix. Pode adaptá-lo às suas necessidades e não se esqueça de usar a hashtag #DesafioLiterárioMix

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“A vida que ninguém vê” é um livro que te prende do começo ao fim. A cada página virada os personagens saltam da folha e te convidam a apreciar histórias comoventes do cotidiano. No livro a documentarista, jornalista e escritora Eliane Brum apresenta uma seleção de crônicas sobre pessoas anônimas que têm histórias fantásticas que não são contadas nas páginas dos jornais.

A autora “desvendou” histórias comuns e nos apresenta uma reportagem do comum, mas com relatos inacreditáveis!a_vida_que_ninguem_ve

“A vida que ninguém vê” é um livro que desperta muitos sentimentos no leitor: te sensibiliza com a “História de um olhar”; te inspira com “Eva contra as almas deformadas”; te indigna com “Depois da filha, Antonio sepultou a mulher”; te faz chorar com “Sinal fechado para Camila” e sorrir com “O gaúcho do cavalo de pau”.

O livro é uma homenagem àqueles que, de alguma maneira, vivem de forma extraordinária, às margens da sociedade, lutando para sobreviver, buscando conquistar seus sonhos e fazendo de cada dia um momento especial. É também uma aula sobre jornalismo-sociológico e comportamento humano porque apresenta as situações simples e perturbadoras do cotidiano.

 

É tudo verdade. Da primeira à última linha, todas as palavras foram ditas, todos os sentimentos vividos. “A vida que ninguém vê” é o resultado da busca de uma repórter pela notícia que não estava no jornal. Os textos são reportagens pautadas pelo exercício de um olhar atento aos pequenos acontecimentos, ao que se passa na existência das pessoas desconhecidas. É a trajetória de uma repórter em busca do extraordinário em cada vida – só aparentemente – ordinária. É o avesso do jornalismo padrão.  (Sinopse)

A autora leva a risca o conceito de que “a notícia está em todo lugar”. Mas é preciso ter um olhar apurado para identificá-la e contá-la. E isso Eliane Brum tem de sobra!

Além de ser uma jornalista premiadíssima e documentarista talentosa. É também uma observadora da vida real e escritora empática e sagaz. Sou suspeita porque admiro muito o trabalho dessa escritora que tem o dom de tornar visível o que muitos não enxergam. Tenho saudades da sua coluna no portal da revista Época. Ainda bem que posso lê-la no El País.

As crônicas reportagens reunidas neste livro “A vida que ninguém vê” foram publicadas em 1999, na coluna de mesmo nome. Os textos saíam todos os sábados no jornal Zero Hora, de Porto Alegre. Foram um sucesso tão grande que Eliane Brum mereceu o Prêmio Esso Regional daquele ano. Os leitores escreviam contando que, ao ler sobre a vida anônima de outro, descobriram que sua própria vida era especial. “Tudo mudou”, diziam. (Sinopse)

Um retrato do livro

Lançada pela Arquipélago Editorial com 208 páginas que reúnem as 21 melhores histórias apuradas pela jornalista, a obra literária tem uma linguagem fluída, coloquial e um regionalismo típico do Sul, mas precisamente de Porto Alegre. A autora não criou a reportagem crônica, mas, com certeza, deu um ar intenso e intrigante ao gênero denominado “crônicas da vida real”.

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“A vida que ninguém vê” apresenta textos autorais profundos que nos fazem pensar sobre a vida e a força que move esses personagens. O livro é composto por:

  • Prefácio
    • A vida que ninguém vê como eu a vi – Marcelo Rech
  • A vida que ninguém vê
    • Histórias de um olhar
    • Adail quer voar
    • Enterro de pobre
    • Um certo Geppe Coppini
    • O colecionador das almas sobradas
    • O cativeiro
    • O sapo
    • O conde decaído
    • O menino do alto
    • O chorador
    • O encantador de cavalos
    • O gaúcho do cavalo de pau
    • O exílio
    • A voz
    • Sinal fechado para Camila
    • Dona Maria tem olhos brilhantes
    • O doce velhinho dos comerciais
    • O homem que come vidro
    • O álbum
  • O dia seguinte
    • Depois da filha, Antonio sepultou a mulher
    • O dia em que Adail voou
  • Posfácio – Ricardo Kotscho
    • Humanos anônimos
  • Sobre a melhor profissão do mundo
    • O olhar insubordinado
  • Agradecimentos
  • Crédito das imagens

Eliane Brum não foge do apurado rigor e olhar jornalístico-sociológico que lhe é peculiar ao narrar a realidade do “mendigo que jamais pediu coisa alguma; do carregador de malas do aeroporto que nunca voou; do macaco que ao fugir da jaula foi ao bar beber uma cerveja; do doce velhinho dos comerciais que é também uma vítima do holocausto ou do homem que comia vidro, mas só se machucava com a invisibilidade”.

 

“Eva é mulher, negra e pobre. Eva treme as mãos. Tudo isso até aceitam. O que não lhe perdoam é ter se recusado a ser coitada. O que não perdoam a Eva é, sendo mulher, negra, pobre, e deficiente física, ter completado a universidade. E neste país. Todas as fichas eram contra ela e, ainda assim, Eva ousou vencer a aposta. Por isso a condenaram.” (pg. 101)

a_vida_que_ninguem_ve3É uma obra que precisa e merece ser lida, principalmente por jornalistas. Isso porque somos transportados para o tempo e espaço da história contada. “A vida que ninguém vê” tem um tom visceral, comovente, convidativo e que apresenta o outro como a gente pouco vê.

O que eu aprendi com “A vida que ninguém vê” foi manter um olhar mais atento e apurado para os “comuns” que transitam pela minha vida: pessoas comuns, situações comuns, lugares comuns… os comuns do cotidiano que, muitas vezes, passam despercebidos, apesar de serem repletos de significados especiais.

Ao lançar um olhar apurado sobre o cotidiano de uma sociedade automatizada, embrutecida e que não tem tempo para ouvir, entender, perceber ou acolher o outro, acabamos por desvendar algo a respeito do desconhecido e descobrimos também algo sobre nós mesmos.

Vale destacar que Eliane Brum tem no seu currículo os livros “Uma Duas”, “Coluna Prestes – O avesso da lenda”, “O olho da rua – uma repórter em busca da literatura da vida real” e “A menina quebrada”.

Informações Técnicas

Título: A Vida Que Ninguém Vê

Autora: Eliane Brum

Número de Páginas: 208 páginas

Editora: Arquipélago Editorial

Avaliação: Ótimo

 

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Venha descobrir como uma jovem jornalista de um pequeno jornal paulistano conseguiu a primeira entrevista de Drummond para a imprensa, dando um “furo de reportagem” que lhe rendeu uma doce amizade

O Sarau Literário “Desvendando o Autor” recebe a jornalista e escritora Nanete Neves para uma roda de conversa sobre o livro “O Poeta e a foca”. Será neste sábado (30), às 18h, no Museu do Café em Campinas/SP.

Em 1977, Carlos Drummond de Andrade completava 75 anos sem nunca ter dado uma entrevista sequer: toda vida ele fugiu de jornalistas. Com toda a grande imprensa à sua procura, só uma jovem repórter de um pequeno jornal paulistano foi recebida por ele – e em seu apartamento, no Rio de Janeiro, aonde nem os amigos tinham acesso. Quase 40 anos depois a escritora e jornalista Nanete Neves resolveu contar essa história no livro “O Poeta e a foca” (Editora Pasavento).

No livro, Nanete Neves conta como foi esse encontro que rendeu boa matéria no Shopping-City News, um perfil do Poeta na revista Nova e, principalmente, uma doce amizade, com troca de telefonemas e cartas por vários anos. A autora relata também as conversas com intelectuais que lhe falaram do jeito de ser do Poeta, suas esquisitices, sua visão de mundo e idiossincrasias pessoais, preparando-a para conhecer o mito: Antônio Houaiss, Nélida Piñon, Ferreira Gullar, Affonso Romano de San’Ana, Antônio Callado, Pedro Nava, entre outros.

O livro “O Poeta e a foca” é atemporal e dá uma importante aula de jornalismo e de seus bastidores.

Nesse encontro “Desvendando o Autor” vamos desnudar o processo criativo de uma entrevista que tinha tudo para não dar certo, mas que rendeu boas histórias para contar.

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Nanete Alves

É jornalista, escritora e autora do livro-reportagem “Lavoura dourada – A saga dos produtores de tabaco do Sul do Brasil”, organizadora da coletânea “Batendo ponto: uma colherada de humor na hora do cafezinho”.

A autora participa da antologia “Corda Bamba”, da Pastelaria Studios de Lisboa, que reúne contos de autores portugueses e brasileiros. Como ghostwriter editou quase 20 livros de não ficção para as editoras Saraiva, Campus Elsevier, Larousse e Planeta, empresas em que também atua como preparadora de originais.

Sob o pseudônimo Laura Fuentes, participou de cinco antologias de contos “Blablablogue – Crônicas & Confissões”;  “Mecanismos precários”; “Portal Fundação, Portal Fahrenheit e Todos os portais – realidades expandidas”.

Nanete Alves é pós-graduada em Formação de Escritores e Criação Literária e depois de uma longa carreira na imprensa, há mais de 10 anos vem se dedicando unicamente à escrita, trabalhando para o mercado editorial como editora, coach de autores e ministrando oficinas literárias de:  “Biografias & Ghostwriting” na Oficina de Escrita Criativa;  “Vitamina Criativa” para textos de ficção e “Ouvir, falar… e convencer!” voltado para o mercado corporativo.

Sarau Literário “Desvendando o Autor”

O sarau é formado por um coletivo de amigos informais que compartilha o prazer pela leitura, livros e arte em geral. Ess, que decidiram se unir para convidar escritores, editores, autores, blogueiros e afins para um dedo de prosa sobre literatura e o mundo da escrita criativa.

O Sarau Literário Desvendando o Autor tem como proposta fomentar a leitura e cursos sobre produções literárias, divulgar novos escritores, apreciar e resenhar novos lançamentos, promover encontros literários e culturais e compartilhar e viabilizar a troca de saberes.

O Sarau conta com a parceria do Museu do Café (MUCA) e do Grupo Intermunicipal de Incentivo à Leitura (Giile).

Serviço:

Sarau Literário “Desvendando o Autor” com Nanete Alves

  • Quando: Sábado (30/04), às 18h
  • Onde: Museu do Café (MUCA) – Av. Dr. Heitor Penteado, 2145 – Pq. Taquaral, Campinas/SP
  • Informações: Atividade gratuita e aberta ao público

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(Crédito: www.outrapagina.com)

Sou suspeita para falar desse tema “televisão” porque sou apaixonada pela série How To Get Away With Murder e fã da atriz Viola Davis.

Desta forma, ainda que tardiamente, quero registrar minhas impressões sobre o comovente discurso da atriz Viola Davis na cerimônia de entrega do 67º Emmy Awards.

Ela é a primeira negra a ganhar um prêmio Emmy na categoria de “Melhor Atriz em Drama” como resultado de sua belíssima atuação na série How to Get Away with Murder, ficção produzida por Shonda Rhimes, roteirista, cineasta e produtora norte-americana. Quase esqueci, outra mulher negra talentosa, cujas séries fazem muito sucesso na televisão.

E o que dizer do discurso de Viola Davis? Inspirador, motivador e dedicado a todas as mulheres negras que lutam todos os dias para derrubar os tijolos das diferenças de sexo, classe e raça presentes em nossa cultura, historicamente, conservadora, patriarcal e escravocrata. Ele não foi feito por uma brasileira, mas nos cabe muito bem!

“Em meus sonhos e visões, eu via uma linha, e do outro lado da linha estavam campos verdes e floridos e lindas e belas mulheres brancas, que estendiam os braços para mim ao longo da linha, mas eu não poderia alcançá-las”, disse Viola Davis, citando Harriet Tubman.

E completa com “Deixem-me dizer uma coisa: a única coisa que separa as mulheres de cor de qualquer outra pessoa é a oportunidade. Você não pode ganhar um Emmy por papéis que simplesmente não existem. A minha história não termina aqui”, disse ela. “Há muito trabalho que precisa ser feito em muitas áreas para negócios com atores de cor, tantas narrativas, tantas histórias que precisam ser vistos e sentidas.”

 

Vale destacar que, Harriet Tubman (1822-1913), conhecida como Black Moses, era uma afro-americana, abolicionista que conquistou a liberdade para si e outros negros escravizados nos EUA.

Esse não foi o único prêmio que Viola Davis ganhou como atriz. Ela conquistou também a categoria de “Atriz Favorita em Nova Série de Drama” no People’s Choice Awards 2015 e no Screen Actors Guild (SAG Awards) como “Melhor Atriz em Série de Drama” nos anos de 2015 e 2016, ambos pelo seu papel em How To Get Away With Murder.

É inegável que How to Get Away with Murder alcançou o sucesso, boa parte devido ao talento de Viola Davis que dá um toque especial à protagonista da série, uma espécie de anti-heroína negra pouco convencional. Ela não é uma atriz qualquer que despontou do nada, construiu sua carreira com muitos filmes de sucesso, alguns deles que revelam a disparidade racial na sociedade norte-americana.

 

Oportunidades para brancas e negras

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Elenco de How To Get Away With Murder (Crédito: Hotter In Hollywood)

Sem dúvida há uma linha tênue que separa as mulheres negras das brancas, no que diz respeito às questões de gênero, classe e raça. Por isso, as palavras de Viola Davis incomodaram, e muito, aqueles que acham que o negro não deve questionar qual o seu lugar na sociedade ou almejar mudar seu status quo. Esse discurso, polêmico e delicado, também nos leva a refletir que as coisas estão mudando, gradativamente e bem pouquinho, mas estão. Ainda bem!

Estamos chegando a lugares que não eram reservados para nós e a sociedade está sendo obrigada a aceitar que estamos ocupando mais espaço: nas universidades públicas, cargos públicos, andando de avião, abrindo nossas empresas, frequentando shoppings, teatros, viajando para o exterior…

Ops… somos gente também e sempre ajudamos a construir esse país como qualquer outra pessoa. Como diz uma amiga fanfarrona “vem pra minha doutrina, A-Ceita, aceita que dói menos porque não estamos pedindo a aprovação de ninguém!”.

O que nos falta, em relação às pessoas de pele clara, são as oportunidade. Oportunidades de provamos que também somos bons, que temos talento, que podemos ser bem sucedidos em nossas iniciativas. E, por tudo isso e muito mais, devemos ganhar melhores salários e sermos mais respeitados. É a eterna luta pela igualdade de oportunidades.

E não me venha com o discurso de meritocracia pra cima de uma população, que por séculos está negligenciada às periferias da vida sem estudo, sem trabalho, sem certeza sobre o pão de amanhã…

Não é que eu seja contra a meritocracia, mas se vivêssemos numa sociedade igualitária, o destaque por méritos faria sentido e seria mais justo. Mas não é o nosso caso. Vivemos num país desigual onde mulheres negras estão abaixo de homens negros, mulheres brancas e, por fim, homens brancos. Arcamos com o ônus da discriminação de cor, gênero, classe, região e qualificação. Nossa situação dispensa comentários! Mas está registrada em várias estatísticas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e nessa matéria “Estudos comprovam a falta de oportunidades para mulheres negras na TV”. Somos uma população de consumidores negros invisíveis e não representados na publicidade, na televisão, no cinema, nas telenovelas, nos telejornais e tantos outros produtos de comunicação.

Quando ouço falar em meritocracia penso imediatamente em minha mãe, uma mulher extraordinariamente inteligente (muito sábia e observadora) que só conseguiu completar o Ensino Médio aos quase 50 anos de idade. Se ela tivesse tido uma única chance, com certeza, sua vida teria sido outra. Teríamos uma Nutricionista negra andando de jaleco branco para desconforto dos conservadores de plantão. Mas a vida não lhe reservou privilégios e oportunidades!

Enfim, esse post acabou se tornando um manifesto, mas era só para registrar que o discurso da Viola Davis – que arrancou lágrimas dos meus olhos – foi muito oportuno para o momento que estamos passando, de violência, racismo, discriminação, competição e desumanização. Além de ser também provocador e merecedor da nossa reflexão sobre intolerância racial e igualdade de direitos e oportunidades. Bem como, sobre políticas públicas de reparação racial.

E quase me esqueci: Feliz Dia Internacional de Luta da Mulher, ainda temos muito o que conquistar!

 

Discursos de Viola Davis que entraram para a história

Confira abaixo um pot-pourri dos discursos empoderadores proferidos por essa excelente atriz que já conquistou muitos prêmios:

 

67º Emmy Awards – premiação anual em que a Academia de Artes e Ciências Televisivas dos EUA elege os melhores programas e profissionais da televisão (20/09/15).

People’s Choice Awards 2015 – premiação que homenageia os melhores do ano de acordo com os fãs, no cinema, na televisão e na música dos EUA (09/01/15)

SAG Awards 2015 – premiação oferecida pelo Sindicato dos Atores de Hollywood (25/01/15)

SAG Awards 2016 – premiação oferecida pelo Sindicato dos Atores de Hollywood (30/01/16)

 

Obs.: depois as pessoas perguntam “por que você não escreve mais vezes no blog?” Eu digo: porque quando escrevo um post eu não sei a hora de parar e vira um tratado sobre tal assunto… Mas estou aprendendo a blogar para aprimorar a minha escrita. Eu sou nova… chego lá! Rsrsrs

E quase me esqueci: Feliz Dia Internacional de Luta da Mulher, ainda temos muito para conquistar!

 

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